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Vera Magalhães, Radar on-line

O ex-ministro Gilberto Carvalho, que ocupou a Secretaria-Geral da Presidência no primeiro governo de Dilma Rousseff, disse que o impeachment não saiu da pauta. “Não está superado. O impeachment pode ocorrer”, respondeu o ex-auxiliar da presidente em entrevista ao programa “É Notícia”, da RedeTV!, que vai ao à 0h30 desta terça-feira.

Carvalho criticou ainda a demora de Dilma em tomar decisões. “Acho que ela demora (a tomar decisões). Esse é um dos problemas. Acho que há decisões que se tomadas tempestivamente podiam ter trazido resultados diferentes”, afirmou Carvalho para a apresentadora Amanda Klein.

Segundo ele, a troca da Casa Civil é um exemplo. “Estava evidente há algum tempo já que o ministro Mercadante tinha dificuldades na articulação política. Quando você escala uma pessoa na posição errada, traz um grande prejuízo. Com Jaques e Berzoini mudou o clima”, afirmou o ex-assessor.

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O PT arma a reação à derrota nas urnas no Paraná com rapidez. Aproveita o quadro de adversidades financeiras enfrentadas pelo Estado e causadas pelo próprio PT no governo federal, para mobilizar a sociedade contra o governador Beto Richa. Não deixa de ser manobra inteligente, embora condenável, mas em política valem os resultados, não os valores morais, ensina o mesmo PT, que comete o mesmo esquema em todos os Estados onde o tucanato impera. Quem comanda a ação petista é um paranaense de bastidores, o Gilbertinho Carvalho, homem de Lula.

Aqui, o movimento social serve de cenário de frente. Enquanto professores, sem-terra, militantes de vários partidos e seitas dão seu espetáculo de protesto diante do Palácio Iguaçu, nos bastidores é intensa a movimentação que articula, em pleno carnaval, a fragilização de Richa.

Vale tudo. As redes sociais fervem. Sem pejo, os adversários de Beto Richa usam de tudo, até mesmo as rusgas dos parentescos para derrubar sua imagem.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Em seu discurso na cerimônia de transmissão da Secretaria-Geral da Presidência para Miguel Rossetto, o agora ex-ministro Gilberto Carvalho disse que faria uma declaração curta e se justificou:

–Nesses 12 anos, eu vi muitos discursos de ministros que entravam e saíam do governo.

Em tom bem humorado, prosseguiu:

–Muitas vezes ouvia um companheiro falando muito ao fazer o balanço de sua gestão em sua despedida e me perguntava: ‘Caramba, se esse cara fez tanta coisa boa como ele diz, por que ele está saindo?!’.

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Talvez constatando que espernear não levará a nada, o futuro ex-ministro Gilberto Carvalho, que já tem até substituto dentro do próprio PT no Palácio do Planalto, tentou ele sim dar um salto triplo carpado para encontrar uma explicação que não deixasse mal os petistas revoltados.

Disse Carvalho que, ao contrário do que parece, é Joaquim Levy quem está aderindo ao projeto econômico petista.

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Gaudêncio Torquato

Gilbertinho, diminutivo que Lula usa para se referir a Gilberto Carvalho, ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, tem assumido mais o papel de exorcista do que o de ex-seminarista, ao fazer periódicas avaliações da presidente que despacha a poucos metros dele no Palácio do Planalto.

Ao invés de um Te Deum de Ação de Graças em louvor à administração que chega ao término do primeiro mandato, o ministro acaba de “exorcizar” mais alguns demônios que perseguiram a mandatária nos últimos quatro anos, dentre eles, “a falta de diálogo com os principais atores na economia e na política”, que teria gerado pouco avanço em demandas dos movimentos sociais, particularmente nas frentes da reforma agrária e da demarcação de terras indígenas.

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A passeata do pessoal do MTST, nesses dias, na Avenida Paulista, teve a coordenação de Gilberto Carvalho, ainda secretário-geral da Presidência – e na defesa de Dilma. Agora, o mesmo Carvalho está se movimentando para organizar uma grande festa popular em Brasília para a posse. Quer reunir sindicalistas, mulheres, jovens, movimentos sociais e na reunião da bancada do PT na Câmara, ele pediu ajuda aos parlamentares. A idéia é levar 60 mil pessoas (inicialmente, eram 100 mil) às ruas para mostrar a força da Chefe do Governo.