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Do Lauro Jardim:

Lula está por trás ou não da fala de Gilberto Carvalho na segunda-feira e da carta de demissão de Marta Suplicy na terça-feira?

Se não quisesse deixar dúvidas sobre o que acha desses rumores, que só prejudicam sua companheira Dilma Rousseff, bastava que Lula, sempre tão falante, soltasse uma nota de apoio à presidente ou mesmo gravasse algo para ser exibido nas redes sociais. Como não se movimentou até agora…

De Leandro Mazzini, Coluna da Esplanada, UOL:

A reforma ministerial começou na segunda-feira. Antes de viajar para a Cúpula do G-20 na Austrália, a presidente Dilma teve uma ríspida conversa com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, e o demitiu, por críticas a ela numa entrevista no domingo.

Na terça os ministros começaram então a entregar as cartas de demissão pedidas pelo chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. De acordo com uma fonte palaciana, a tendência da presidente é manter apenas Mercadante e o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil
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Do Ricardo Noblat:

Ainda no primeiro turno da eleição presidencial deste ano, Dilma anunciou que Guido Mantega, ministro da Fazenda, deixaria o governo mesmo que ela fosse reeleita. Mantega então virou um ministro demitido no exercício temporário do cargo. Original, por suposto.

E Dilma? O que virou depois que Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse em entrevista à BBC Brasil que ela “avançou pouco” no atendimento das demandas dos movimentos sociais e se afastou dos “principais atores na economia e na política”?

Arno Augustin

Além das defecções óbvias, como as dos paranaenses Paulo Bernardo e Gilbertinho Carvalho, a grande dúvida é na área financeira. Na mesma semana que Guido Mantega, ministro da Fazenda, diz que o resultado das eleições “mostra que a população está aprovando a política econômica que nós estamos praticando”, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, o algoz do Paraná, para justificar o resultado fiscal negativo em R$ 25,5 bilhões, um déficit recorde nas contas públicas, jura que “o governo acha que optou pelo melhor para o país”.

A explicação de Augustin era sensivelmente piorada com o tom de voz exibido pelo secretário que, segundo os melhores observadores, carregava uma dose de consternação. Ele, como Mantega, também está limpando as gavetas. No máximo, poderá ganhar um cargo menor no Planalto.

De Aroldo Murá Haygert:

“Gilberto parece um pastor protestante, inflamado, convicto”, disse ontem à coluna um dos 120 ministros evangélicos e obreiros de diversas igrejas que estiveram presentes, de 9 às 11 horas de domingo, 21, no Hotel Radisson, em Curitiba, para café da manhã com o ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República.

De Milton Alves

As lideranças dos movimentos sociais e do movimento sindical promovem, nesta sexta-feira(19), no Hotel Nacional Inn Torres, região central de Curitiba, uma plenária para debater e preparar a participação dos setores democráticos-populares na reta final da disputa eleitoral. A recondução da presidenta Dilma à presidência da República é o eixo estratégico que reunirá os ativistas e militantes. Na ocasião, Gilberto Carvalho fará uma avaliação da disputa em curso e da necessidade do protagonismo das organizações populares no sentido de assegurar uma quarta vitória do projeto democrático-popular.