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O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná, José Eugênio Gizzi, criticou a greve dos professores da rede estadual afirmando que toda a sociedade precisa entrar neste debate. Para ele, o Paraná não pode ficar refém de interesses de grupos de servidores. “A greve atende a 100 mil pessoas, prejudicando 10 milhões de paranaenses. Os professores merecem nosso respeito, mas o Estado não pode ficar refém desta situação. A situação tem que ser enfrentada em defesa do interesse público”, afirmou Gizzi em discurso na posse da nova diretoria da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná na noite de terça-feira.

caminhoneiro - fora dilma Os protestos de caminhoneiros bloquearam totalmente e parcialmente ao menos 28 trechos de rodovias estaduais e federais no Paraná. As manifestações no Brasil estão ocorrendo desde a semana passada, mas ganharam corpo na segunda-feira. As queixas da categoria, em especial dos motoristas autônomos, são os preços do diesel e pedágio, o baixo valor pago pelo frete e as condições das estradas.

O bloqueio atinge pelo menos oito estados (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás). As manifestações são lideradas por sindicatos e iniciativa dos próprios transportadores autônomos. Os caminhoneiros da região sudoeste do Paraná e do oeste de Santa Catarina elaboraram uma pauta mais definida e cobram outros itens, a exemplo da fixação do frete por quilômetro rodado, aposentadoria integral aos motoristas profissionais com 25 anos de contribuição à Previdência Social e que os preços dos combustíveis sejam reajustados de acordo com a cotação do barril do petróleo no mercado internacional.

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Após bloquear parcialmente ao menos 38 pontos em rodovias estaduais e federais do Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no domingo (22), caminhoneiros prometem novas paralisações a partir desta segunda-feira (23) em protesto contra a alta dos preços dos combustíveis, dos pedágios e dos valores dos tributos sobre o transporte. As informações são da Folhapress.

reuniao com secretarios sobre a greva dos professores

Acontece neste exato momento no Palácio Iguaçu, em Curitiba, a reunião do Governo do Paraná com as lideranças da APP-Sindicato e representantes dos professores grevistas. No encontro, conduzido pelo chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, o governo ouve as reivindicações dos educadores e tenta chegar a um acordo para que a greve acabe. As fotos são de Orlando Kissner.

reuniao com secretarios sobre a greva dos professores

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Há de tudo do espectro politico, inclusive servidores públicos e professores, no acampamento erguido no Centro Cívico para protestar contra o pacote de medidas de ajuste fiscal de Beto Richa. Nos dias de carnaval, muito samba, suor e cerveja e bem humorada extração de marchinhas e motes contra o governo.

Houve uma espécie de vigília com rotatividade para não deixar o movimento se extinguir. Embora o governo tenha cedido e chamado a APP para negociações que levem ao fim da greve, os movimentos que participam do protesto querem estendê-lo ao máximo, apostando no desgaste do governador. Estão nessa linha especialmente os partidos políticos de oposição, a começar pelo PT de Gleisi Hoffmann, o PMDB de Requião e congêneres.

joão carlos e  dinorah

Nesta manhã, João Carlos Gomes, Secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Dinorah Nogara, Secretária da Administração e da Previdência, conversaram com as lideranças da manifestação de oposição ao pacote de reajustes proposto pelo governo do Estado, especialmente com os líderes dos professores universitários. Explicaram as mudanças necessárias para que o sistema previdenciário possa sobreviver e deixaram claro que as medidas não colocam em risco a aposentadoria dos servidores. As explicações foram bem aceitas pelos professores, que até então não sabiam da realidade dos fatos.

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Quando ficou claro que as manobras da oposição para retardar a votação do requerimento que transformava o Plenário em Comissão Geral, permitindo a votação das mensagens do governo, o deputado Professor Lemos (PT) deu a ordem para a presidente da APP, Marlei Fernandes Carvalho: “Você sabe o que fazer”. O comando surtiu efeito imediato com uma horda de professores e militantes profissionais avançaram contra os portões da Assembleia que foram forçados e derrubados.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), acaba de firmar um acordo com a APP-Sindicato e dirigentes de 17 sindicatos que englobam os servidores públicos estaduais. Eles foram recebidos no gabinete da presidência e ficou definido que será liberada a entrada dos manifestantes para assistir a sessão. O plenário tem capacidade máxima para 425 pessoas sentadas.
Traiano fez um apelo aos sindicalistas para que orientem os servidores a manter um tratamento respeitoso aos deputados. “Queremos conduzir o processo de forma democrática e não vamos barrar o direito das pessoas de participarem, mas se alguém se exaltar vamos retirar do plenário”, avisou o presidente. Os dirigentes se comprometeram a escolher as pessoas que vão entrar e orientar os professores para evitar conflitos. Participaram da reunião também o deputado José Lemos (PT) e o 1º secretário Plauto Miró (DEM).