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O filho do mensaleiro José Dirceu, o deputado Zeca Dirceu (PT), também apoia a greve dos professores estaduais no Paraná. “Declaro meu apoio à luta da categoria pela manutenção dos direitos e pelo pagamento dos valores atrasados. Reitero que sem a educação dada por vocês, certamente a sociedade caminharia para a escuridão”, disse Zeca Dirceu no Facebook em post dirigido aos professores.

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Elaborado, em reunião (foto) do governador Beto Richa e sua equipe com 37 deputados da base de apoio, a redação de um texto substitutivo aos dois projetos de lei encaminhados para a Assembleia Legislativa na semana passada para adequar despesas e receitas do Estado.Três reivindicações consideradas fundamentais pelos mestres serão atendidas. São elas:

1- Não haverá alteração na legislação do quinquênio e anuênio, que assegura reajustes automáticos a todo o funcionalismo.

2 – Será mantido o auxílio transporte para servidores do magistério que estejam afastados do trabalho ou em licença, ou seja, sem trabalhar.

3 – Fica mantido o Plano de Desenvolvimento Educacional (PDE) para promoção e progressões.

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT) declarou agora há pouco apoio à greve dos professores da rede estadual do ensino do Paraná. “Venho a público manifestar o apoio aos trabalhadores da educação pública do Paraná”, disse Gleisi no Facebook. A petista, no entanto, não comentou sobre as motivações políticas da greve suscitadas por orientação direta de Lula e do PT.

Gleisi foi mais além e disse que “os constantes desmandos cometidos pela atual administração estadual mostram o desrespeito com professores e trabalhadores da educação, abandonados e desprotegidos pelo Estado, além de serem tratados com o descaso na infraestrutura oferecida nas escolas para que desempenhem o seu papel de formar cidadãos”.

Professores não concordam com o publicado no blog com base em dados do governo. Seus desmentidos estão sintetizados aqui

Recebi dos professores mensagens que contestam parte das informações aqui publicadas e que têm como fonte o próprio governo. Procurei sintetizar (excluindo ofensas pessoais, linguagem chula e erros de concordância) o que os professores comunicam e que sustentam com a publicação de tabela oficial dos salários. Não achei necessário publicar hollerit de ninguém, os dados estão na tabela. Espero que ajude a ampliar a clareza sobre o assunto.

a contratação de professores não acontece no regime 40 horas, sempre 20 horas semanais, divididas entre hora-aula e hora-atividade;
o professor entra no Estado no primeiro nível;
os níveis horizontais da tabela são escalados a cada dois anos.
poucos profissionais conseguem chegar ao nível 3 da tabela, porque o PDE, necessário para tal categoria, não é disponível para todos;
o projeto de Lei a ser votado amanhã acaba com as subidas de nível e com o nível três.

Veja a tabela. Para ampliá-la, clique na imagem.
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Desde ontem, quando publiquei o post que informa que o salário médio do professor da rede pública paranaense, que trabalha 40 horas semanais, é de R$ 8.000,00, recebi um aluvião de e-maile, mensagens e telefonemas de pessoas indignadas. Especialmente de professores que juram que é uma inverdade. Pois bem, dever de ofício, voltei à fonte. Vi os documentos, as planilhas e os gráficos com gente séria. São técnicos da administração, têm acesso aos dados, trabalham sobre essas informações. Eles calcularam o salário médio dos professores com base na folha de pagamentos da categoria. Pois, bem, cá estou novamente com um conjunto de informações que confirmam a anterior e que devem desagradas a corporação dos professores. Imagino a grita, mas que fazer? Os fatos são os fatos. Aqui vamos nós com 12 fatos indiscutíveis.

Professores

* Os professores tiveram nos últimos 4 anos um aumento salarial de 60% de salário. O valor pago ao piso salarial era de R$ 2.001,87 em 2010. Hoje é de R$ 3194,74. É o maior aumento da história do Paraná.
*O salário médio do professor paranaense é de R$ 8.000,00 para 40 horas/aula – dessas 14 são para hora-atividade.
* A hora atividade, uma pauta histórica da Educação, também aumentou: hoje os professores tem 75% a mais de tempo para planejarem suas aulas.
* Mais de 23 mil professores e pedagogos contratados nesta gestão

Escolas

*Hoje há mais dinheiro para manutenção e melhorias nas escolas. E este dinheiro é administrados pelas próprias escolas:
– Entre 2007 e 2010: R$ 209 milhões
– Entre 2011 e 2014: R$ 340 milhões
*A alimentação está melhor e mais saudável em todas as escolas do Paraná. Os investimentos saltaram de R$ 90 milhões em 2010 para R$ 403 milhões em 2014 para a compra da merenda escolar. Deste valor, R$ 53 milhões foram destinados para comprar alimentos da agricultura familiar
*O investimento em transporte escolar também se fez presente nos últimos 4 anos: o montante passou de R$ 118,5 milhões em 2010 para R$ 318,5 milhões em 2014

Escolas especiais

*Os professores e colégios com alunos com necessidades especiais também tiveram a atenção e o apoio permanente do Governo do Paraná.
*Mais de R$ 436 milhões destinados às escolas especiais. Igual ao investimento nas demais escolas da Rede Estadual.
Hoje, isso é lei no Paraná.
*Só no transporte foram 180 ônibus destinados para o transporte nessas escolas, como é o caso das Apaes.

E mais

*No atual governo, foi regularizada a situação de mais de 30 mil professores que concluíram o curso de licenciatura no caso Vizivali
*Além disso, aumentou também a segurança nas escolas: foi implantada a Brigada Escolar, formada e treinada em todas as escolas, que hoje também são equipadas com novos extintores e sinalização de emergência

Os professores esperneiam, entram em surto e vão à greve. Mas não gostam que o governo revele que o salário médio dos professores estaduais do Paraná é de R$ 8 mil para 40 horas/aulas – o caso da maioria nos servidores da educação. Das 40 horas, os professores lecionam 26 horas em sala de aula e as outras 14 horas são da chamada hora-atividade, aquelas usadas para a preparação de aulas e estudos.

Pois, pois, o salário é bom, mas a qualidade de ensino que os professores oferecem está muito aquém do desejado pela absoluta maioria da população, dizem as pesquisas,

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Com conhecidas dificuldades para tomar decisões, o prefeito Gustavo Fruet tem passado dias de angústia e nervosismo extremos. Além de encarar uma greve do transporte coletivo, que paralisou a cidade por dois dias, tem que decidir sobre o percentual de reajuste dos ônibus e sobre a questão da integração do sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba.

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) decidiu inflar os reajustes de salários de motoristas e cobradores usando os avanços salariais da gestão de Luciano Ducci (PSB). Em um post no Facebook, Fruet afirma que as melhorias das categorias superaram a inflação nos últimos quatro anos. Segundo Fruet, os aumentos neste período foram de 46,98% contra a 26,3% da inflação. No entanto, mais da metade deste percentual foram dados por Ducci.

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de Denise Mello, Bruno Henrique e Danaê Bubalo, Banda B:

Os motoristas e cobradores não cumpriram o acordo fechado na noite desta segunda-feira (26) no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) que determinou frota mínima de 70% dos ônibus circulando em horários de pico (entre 5h e 9h e entre 17h e 21h) e 50% em horários normais a partir das 0h desta terça (27) – sob pena de multa em caso de descumprimento. Assim, nenhum ônibus circula na capital no início desta manhã. Na região metropolitana, alguns veículos chegaram a começar a circular em São José dos Pinhais, mas pararam em seguida em razão dos piquetes de trabalhadores. Os motoristas e cobradores ouvidos pela reportagem Banda B na porta das garagens dizem que, mesmo o sindicato da categoria tendo fechado o acordo no TRT, ninguém vai trabalhar até os atrasados serem pagos. “O sindicato pode ter sido fechado, mas a gente não vai trabalhar até receber o vale. E tem gente que nem o salário de janeiro recebeu”, disse um dos motoristas ouvidos pela Banda B, que preferiu não se identificar.