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do blog do Tupan:

Se de um lado os professores estaduais decidem a continuidade ou não da greve, os municipais podem estar caminhando para a radicalização do movimento em Curitiba. Ontem (8), os vereadores da base aliada da Câmara Municipal garantiram o veto a uma emenda que previa o abono de faltas da rápida paralisação que aconteceu no ano passado. Foram 2 dias, mas a prefeitura descontou cinco, já que contou um feriado, o sábado e o domingo como ausências. Sete parlamentares votaram favoráveis contra o veto do prefeito Gustavo Fruet (PDT): Professor Galdino (PSDB), João Carlos Chicarelli (PSDC), Zé Maria (SDD), Noêmia Rocha (PMDB), Pastor Valdemir Soares (PRB) e Chico do Uberaba (PMN). Diretores do Sismuc reclamaram que há 2 anos estão acordando uma coisa e no final o Poder Executivo faz outra.

traiano alep2

“A Assembleia, os deputados de oposição e da situação se uniram para produzir a melhor proposta possível para os professores”, disse hoje o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), ao ser questionado sobre a tramitação de uma mensagem do governo propondo o reajuste do funcionalismo que prevê reajuste de 3,5% em outubro e o IPCA em janeiro. “A bola agora está com a APP”, disse o deputado, numa referência a assembleia que os professores devem realizar nesta terça-feira (9), para decidir os destinos da greve. Na eventualidade de uma resposta negativa, pela manutenção da greve, Traiano disse que teria de reunir os deputados, tanto da bancada do governo quanto da oposição, para decidir o que fazer. O presidente da Assembleia lembrou que todas as forças se somaram em busca da proposta que fosse viável e, ao mesmo tempo, a mais vantajosa possível para os servidores. “A Assembleia se dispôs a abrir mão de R$ 87 milhões para viabilizar esse acordo. A expectativa geral é de uma resposta positiva para que comecemos a normalizar a vida escolar dos filhos dos paranaenses”, finalizou.

Editorial, Estadão:

A greve dos professores da rede estadual de ensino não é nem greve nem é de professores. É um movimento político desencadeado por sindicalistas extremistas que usam reivindicações salariais absurdas como arma para desgastar um governador que é de um partido considerado inimigo. Fazem muito bem as autoridades em não negociar com quem não tem nenhuma intenção senão a de criar confusão ­ inclusive dentro do próprio movimento, como provam as cenas lamentáveis de brucutus a se estapear na última assembleia da Apeoesp, o sindicato dos professores estaduais paulistas. E pensar que é a tipos assim que nossas crianças estão entregues.

greveprofessores - app

da Banda B:

Apesar de ainda insistirem no reajuste de 8,17% ainda em 2015, professores e funcionários de escolas estaduais se reúnem na próxima terça-feira (9) na Vila Capanema, em Curitiba, e a expectativa é de encerramento da paralisação que já passa dos 40 dias. O sinal de que a paralisação pode chegar ao fim foi dado na última semana, quando deputados da base aliada de Beto Richa (PSDB) receberam sugestões para a nova proposta, um plano de reajuste válido por três anos.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), acusa o PT de armar “uma trama meticulosamente planejada” para desgastar o PSDB e “desviar o foco dos escândalos nacionais”. Ele deu entrevista à TV Folha nesta quarta (3). As informações são da Folha de S. Paulo.

Folha – O sr. é de uma ala moderada no PSDB e agora faz críticas contundentes ao governo federal. Sentiu necessidade de fazer o enfrentamento?
Por minha indignação com os ataques que tenho sofrido. Existe uma trama planejada meticulosamente para me atingir, para desviar o foco dos escândalos nacionais. Não posso aceitar as acusações de que venho sendo vítima. Inclusive a greve dos professores, que é política.

foto - alep - app

Esforço concentrado dos deputados Ademar Traiano, Luiz Cláudio Romanelli e Alexandre Curi. Muita conversa com os dirigentes da APP-Sindicato que sentiram a greve murchar rapidamente nos últimos dias. Saiu uma nova proposta fez com que finalmente os servidores e os deputados entrassem em um acordo para o reajuste salarial do funcionalismo público. O acordo envolve reajustes em três anos, com o pagamento de 3,45% em outubro, referente à inflação entre maio e dezembro de 2014; outro reajuste de 8,5% em janeiro de 2016, o que anteciparia a data base e, finalmente, outro aumento em janeiro de 2017, referente à toda inflação de 2016 medida pelo IPCA mais 1% de ganho real. Ainda em 2017 haverá o pagamento da data base. Ou seja, a fórmula apresentada pelo governador Beto Richa com pequena alteração. Resta agora, a aprovação final do governador.

do G1:

Iniciada em 13 de março, a greve dos professores da rede estadual paulista de ensino completa nesta quarta-feira (3) 83 dias e supera a greve de 82 dias realizada em 1989, segundo o sindicato que representa a categoria (Apeoesp). Uma nova assembleia será realizada na tarde desta quarta para decidir se a paralisação continua.

Segundo a entidade, a maior greve da história da Apeoesp, fundada em 1945, foi decretada em 19 de abril de 1989 e durou até 7 de julho do mesmo ano. A entidade considera ainda na conta outros dias que a categoria participou da greve geral naquele mesmo ano.

colégio estadual - pr

da Banda B:

Cansados do impasse entre o governo estadual e os professores, os pais dos alunos do Colégio Estadual do Paraná (CEP) convocam uma reunião de emergência para as 19h desta terça-feira (2). O principal objetivo do ato, segundo a organização, é expor a opinião dos pais sobre as medidas tomadas pelo poder público nos últimos dias, principalmente em relação ao reajuste salarial dos servidores.

Em função da greve no magistério estadual, já estão abertas as inscrições até o próximo dia 16 para contratação de até 20 mil professores temporários. As contratações serão feitas conforme a necessidade de cada região, considerando o cenário de greve da categoria. Não há taxa de inscrição. Em janeiro, o governo autorizou a contratação de 10 mil professores temporários.

greev - volvo1

Depois de 24 dias de paralisação, os trabalhadores da Volvo encerraram nesta segunda-feira (1.º de junho) a maior greve da história da montadora, na unidade da Cidade Industrial de Curitiba. A decisão se deu após aprovação em assembleia da nova proposta da montadora pela manutenção dos empregos e o valor da primeira parcela de participação nos lucros e resultados, que era o principal entrave da negociação. Mais de 2,5 mil trabalhadores participaram da mobilização, que teve início no dia 8 de maio. As informações são da Gazeta do Povo.