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Foto: Djalma Malaquias – Banda B manifestacaodentro - foto djalma malquias bandab

da Banda B:

Professores e funcionários dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Curitiba pararam as atividades por 50 minutos na manhã desta sexta-feira (22). Segundo o Sismuc, sindicato dos servidores públicos da cidade, o ato teve como objetivo conscientizar a população sobre os problemas enfrentados pela categoria.

De acordo com o Sismuc, a paralisação afetou de 80 a 90% dos CMEIs, número não confirmado pela Prefeitura de Curitiba. Os professores reclamam da “falta de trabalhadores concursados, superlotação nas salas, desrespeito à hora-atividade, assédio moral da chefia e substituição de servidores por estagiários.

greve -sc O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), autorizou a contratação de professores temporários para substituir grevistas. Nesta semana foram chamados 113 aprovados em processo seletivo e a previsão é convocar mais 687 para todos os núcleos de educação.

Em Santa Catarina, o magistério estadual está em greve desde 24 de março.

greve 1 - banda b de Felipe Ribeiro e Juliano Cunha, Banda B:

O governo do estado suspendeu na tarde desta segunda-feira (18) o envio do projeto de lei que reajusta em 5% os salários dos servidores públicos do Paraná. Na última semana, o governo chegou a anunciar o encerramento das negociações com os sindicatos para envio imediato do projeto de lei à Assembleia Legislativa. Mesmo com a desistência, o Fórum das Entidades Sindicais do Paraná mantém a promessa de greve geral para a partir desta terça-feira (19).

De acordo com o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, os servidores estão se sentindo lesados com o reajuste proposto. “Nós estamos aqui na Assembleia para dialogar com os deputados que irão avaliar a proposta. Mesmo sem ter ele protocolado pelo governo, nós queremos insistir na importância do apoio a data-base e queremos a reabertura das mesas de negociação”, disse.

do Rogério Galindo, Caixa Zero:

Integrantes da direção da APP-Sindicato, que representa os professores da rede estadual de ensino, já levam muito a sério a possibilidade de precisar continuar as aulas de 2015 em janeiro de 2016. Após dois períodos de greve (o primeiro de um mês, o segundo chegando a isso) a hipótese de encerrar o calendário em dezembro vai ficando cada vez mais difícil.

Segundo Luiz Fernando Rodrigues, diretor de comunicação do sindicato, a possibilidade de retomar as aulas em janeiro já é aventada no sindicato. A ideia seria parar as aulas para o Natal e retomá-las na segunda semana de janeiro. Quantos dias de aula seriam necessários em janeiro? Depende de quanto mais a greve se alongará agora.

A hipótese das aulas em janeiro vem depois das outras tentativas de concentrar o calendário ainda em 2015 – o que inclui suprimir as férias de meio de ano e incluir aulas em todos os sábados daqui até o fim do ano.

sciarra2 Marina Sequinel e Juliano Cunha, Banda B:

O secretário-chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), afirmou que a greve dos professores da rede estadual “passou dos limites”. Segundo ele, o reajuste salarial de 5% para o funcionalismo público, anunciado pelo governo do Paraná, está de acordo com a capacidade orçamentária do estado.

“Nós fizemos um esforço muito grande para propor um valor que seja condizente com a realidade do caixa do Paraná. Apenas apresentamos aquilo que é possível realizar, após uma profunda avaliação dos impactos econômicos. Precisamos mandar o projeto para a Assembleia e, por isso, as negociações estão encerradas”, disse o secretário em entrevista à Banda B nesta quinta-feira (14).

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Boca Maldita

A APP-Sindicato quer que os professores da rede pública do Paraná passem 50% do seu tempo de trabalho fora da sala de aula. Está no site da entidade, em texto sobre as reivindicações para o fim da greve. Uma delas é ampliar a chamada hora-atividade de 35% para 50% da jornada de trabalho. Hora-atividade é o tempo utilizado para questões paralelas, que podem dar suporte ao dia a dia com os alunos. Não há um controle sobre isto e os professores podem, simplesmente, ficar em casa.

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A greve dos professores paulistas, que já é a terceira maior da história do Estado, completa 60 dias nesta quinta-feira (14) num duro impasse entre professores e o governo. A categoria pede reajuste de 75%, mas o governo tucano até agora nem sequer apresentou uma contraproposta. As informações são da Folha de S. Paulo

Segundo o sindicato dos professores, o governo pretende apresentar uma proposta apenas em junho, um mês antes da data-base da categoria, num sinal de que a paralisação tende a se estender por mais tempo.

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da Banda B:

A greve dos trabalhadores da empresa multinacional Volvo, que fica na Cidade Industrial de Curitiba, chega no quinto dia, ainda sem previsão de acordo. Na manhã desta quarta-feira (13), cerca de duzentos funcionários se reuniram em frente à empresa e bloquearam a marginal do Contorno Sul. A revolta dos trabalhadores é quanto ao anúncio de uma possível demissão de cerca de 600 trabalhadores. O Ministério Público do Trabalho (MPT) faz mediações entre o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e diretores da Volvo desde o mês passado, no entanto, ainda não há indícios de um acordo que evite as demissões e o retorno das atividades.

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Por Felipe Ribeiro da Banda B

Com o calendário comprometido após 20 dias letivos de greve entre os meses de fevereiro e março e pelo menos mais 16 entre os meses de abril e maio, praticamente todos os sábados do ano precisariam ser de aulas para que a carga horária de 200 dias possa ser cumprida. Considerados que tivemos até o momento 29 dias letivos entre as duas paralisações dos professores da rede estadual, ainda seriam necessários 171 para cumprir as datas, dias esses que não caberiam apenas entre segundas a sextas-feiras.

Conta realizada pela equipe da Banda B em que foram desconsiderados os feriados, mas incluídos os possíveis recessos, mostra que faltariam 16 dias letivos para cumprir os 200 até 30 de dezembro. As alternativas seriam estender para os sábados até meados do mês de outubro ou utilizar o mês de janeiro para as reposições.

Ao ter cruzado os braços sem pauta definida, sindicato desafia a Justiça e coloca ambições políticas à frente do bom senso e do direito dos alunos.

Editorial, Gazeta do Povo:

Quase duas semanas depois de a Justiça ter considerado ilegal a greve dos professores da rede estadual e das universidades estaduais, determinando multas para os sindicatos em caso de descumprimento, os docentes continuam parados. Os mais prejudicados têm sido os alunos dos últimos anos do ensino fundamental e aqueles do ensino médio, especialmente os que prestam vestibular e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no fim deste ano. Eles já estão há 40 dias sem aula, somando os dois períodos de paralisação, e o conteúdo fica ameaçado por não haver garantia de que a reposição será suficiente.