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O sindicato dos servidores da saúde suspendeu o indicativo de greve no Estado. O secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, diz que não há motivos para greve porque todas as revindicações dos servidores foram atendidas. “Os avanços são inegáveis. Todos os benefícios atrasados, como férias, progressões e promoções foram honrados”.

Em quatro anos, o governo nomeou mais 1.980 servidores para reforçar os hospitais, regionais de saúde, laboratórios de saúde pública, hemorrede e demais unidades. Em breve, será lançado também um concurso público com a contratação de cerca de 2,5 mil profissionais da saúde.

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Ana Seres (Educação) recebe agora a direção da APP–Sindicato e vai pedir para a volta dos professores às salas de aula. A secretária encaminhou ao governo pedido de suspensão dos descontos das faltas nos salários no contracheque referente ao mês do maio e que eles sejam discutidos a partir da folha de junho.

“Quero contar com a confiança de todos os professores, funcionários, alunos e pais do Paraná. Vamos trabalhar com integração e diálogo para mostrar que é possível executar um ensino de qualidade”, disse. “Faço esse apelo a meus colegas e peço o envolvimento de toda a comunidade, pelo bem de nossos estudantes”, disse.

O descumprimento da determinação judicial está custando caro aos sindicatos dos professores. Em oito dias de greve, os sindicatos já devem R$ 1,2 milhão para a Justiça. No dia 27 de abril, o Tribunal de Justiça considerou ilegais as greves e determinou o retorno imediato às aulas. Como a multa diária para a APP-Sindicato é de R$ 40 mil, a entidade já deve R$ 320 mil. Já a multa diária para onze sindicatos, que representam os professores das universidades, é de R$ 10 mil. Com isso, o valor acumulado chega a R$ 80 mil para cada sindicato, num total de R$ 880 mil.

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da Banda B:

Sem proposta para a data base, os professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram, na tarde desta terça-feira (5), que irão permanecer em greve por tempo indeterminado. Em assembleia que reuniu cerca de dez mil pessoas na Vila Capanema, em Curitiba, a categoria decidiu manter a paralisação. Esta é a segunda greve da categoria em 2015. Entre os meses de fevereiro e março, foram 29 dias de paralisação. Uma nova reunião com o governo do estado deve acontecer apenas no próximo dia 12.

De acordo com um dos diretores da APP-Sindicato, Luiz Fernando, este é um momento importante para a categoria, principalmente pelos acontecimentos da última semana. “A categoria segue forte mesmo após toda a repressão. O governo não apresentou qualquer proposta de aplicação da data-base e já estamos na justiça para impedir que o projeto da Previdência seja exercido”, disse.

da Banda B:

As aulas da rede pública de ensino ainda não têm data certa para voltar ao normal. A APP-Sindicato, que representa os servidores educacionais do Governo, confirmou que haverá uma assembleia na tarde desta terça-feira (5) que pode dar rumo aos novos passos da greve. No entanto, os diretores não dão indícios se as aulas serão retornar ainda nessa semana. Na tarde de hoje (4) está marcada uma reunião com o Conselho Estadual.

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de Estelita Hass Carazzai, na Folha de S. Paulo:

O secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini, gosta de falar em público e dar entrevistas. Mas desde a operação policial que deixou feridos em um protesto de servidores, na quarta (29), ele anda calado.

Deputado federal licenciado e delegado da PF, Fransischini, 45, usa o mote “tolerância zero”. Assumiu a pasta a convite do governador Beto Richa (PSDB) em dezembro e, como ex-PM, ganhou apoio da corporação.

Após os protestos, porém, virou alvo dos manifestantes. “Quero saber se vai cair o secretário que mandou nos agredir”, gritavam servidores na sexta-feira (1º).

Nas redes sociais, em que costuma se comparar ao Batman e elogiar o trabalho das polícias, sua última aparição foi no dia 28 –véspera da operação em Curitiba.

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de Gustavo Maia, UOL:

Garis do Rio de Janeiro que lideraram ou participaram da greve deflagrada pela categoria no mês passado foram demitidos pela Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) nesta terça (28) e nesta quarta-feira (29). De acordo com os funcionários dispensados, por justa causa, cerca de 50 garis receberam cartas de demissão até o momento. Procurada pela reportagem, a Comlurb enviou nota oficial, mas não informou quantos funcionários foram desligados da empresa. O UOL enviou novo questionamento, mas até o momento não obteve resposta.

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de Denise Mello, Banda B:

Vivendo novamente um dos momentos mais tensos de seu governo, o governador Beto Richa (PSDB) fez um apelo aos professores em greve pedindo calma para evitar um confronto e até mesmo uma tragédia na tarde desta quarta-feira (29), no Centro Cívico. Diante da situação em que, de um lado, estão cerca de mil policiais militares e, do outro, milhares de servidores, Richa fez um apelo para que não haja o confronto e disse que a ordem dada à PM é de manter o controle, mas sem por em risco a democracia e o patrimônio público.

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O governador Beto Richa afirmou nesta terça-feira (28) não ter dúvida alguma de que há motivação política na greve dos professores. “Não há justificativa para a paralisação dos professores”, afirmou Richa. “O que há é uma instrumentalização deste movimento por partidos políticos, pela CUT, pela APP-Sindicato, que é um braço sindical do PT e que querem o confronto e o desgaste político do governo porque são meus adversários”, disse ele em entrevista para emissoras de TV.

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Acabou de forma rápida a reunião agora pela manhã entre os representantes da APP-Sindicato e do governo do Estado sobre a greve dos professores estaduais. De forma ríspida e intransigente, os dirigentes do sindicato afirmaram que não querem mais diálogo com o governo e que estão preparados para a guerra. A ordem do comando de greve é invadir a todo custo a Assembleia e impedir o prosseguimento da votação do novo plano de custeio da previdência.

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