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Via Gazeta do Povo:

Decisão do juiz substituto Márcio José Tokars – após pedido de habeas corpus impetrado pelo grupo de advogados Direito para Todos – libera a entrada de dirigentes sindicais e estudantes nas galerias da Assembleia Legislativa do Paraná, para que possam acompanhar as sessões dos deputados.

O grupo havia protocolado um habeas corpus individual e o juiz que ficou responsável pela decisão deu efeito coletivo à medida. “O juiz entendeu que a decisão anterior, que previa o interdito proibitório, não significa impedir a passagem e fazer o cerco policial, mas que o efetivo deveria garantir segurança dentro da Assembleia, com a participação dos manifestantes”, explica uma das advogadas do grupo, Luiza Beghetto.

Ainda não se sabe se outra medida judicial será tomada para revogar esta decisão.

Marlei Fernandes, da APP-Sindicato comemorou a medida e explica que os manifestantes se preparam para entrar no local. “Nós queremos dialogar com o governo e não vamos ocupar a assembleia de forma a não permitir os trabalhos”, disse.

Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo centro cívico-28.04.15-gazetadopovo

O cerco policial que tomou conta do Centro Cívico tem dificultado a vida de quem trabalha na região. Funcionários do Tribunal de Contas estão exasperados pois enfrentam uma enorme burocracia para entrar no prédio. Até conselheiro foi barrado e levou algum tempo para provar quem era. Só conseguiu o acesso depois de mostrar uma série de documentos.

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O Tribunal de Justiça do Paraná, através da decisão do desembargador Luiz Mateus de Lima, também declarou como ilegal a greve dos professores das universidades estaduais. O juiz determinou o retorno imediato das aulas e “cessação do movimento grevista” dos servidores das universidades estaduais vinculados a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Mateus de Lima também proibiu “os grevistas de vedarem ou limitarem, de qualquer modo, os acessos às dependências de quaisquer órgãos públicos estaduais ou de impedirem outros servidores de trabalhar regularmente”. “Desde já, autoriza-se o uso de força policial, caso necessário”.

Em caso de descumprimento da decisão, a multa diária será de R$ 10 mil a todas entidades sindicais, Sinduepg, Andes, Sinteoeste, Adunioste, Sindiprol/Aduel, Assuel e Sindunespar. “Por fim, determino que se intime o réu (sindicatos e associações) para que no prazo de cinco dias comprove a expedição de comunicação a todos os seus filiados do teor da decisão sob pena de multa diária de R$ 500,00 à pessoa” dos presidentes dos sindicatos.

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O desembargador Luiz Mateus de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná, declarou ilegal a greve dos professores estaduais patrocinada pela APP-Sindicato. O juiz determinou “o retorno imediato das aulas, com a cessação do movimento grevista (…) sob pena de multa diária de R$ 40 mil em caso de descumprimento”.

O juiz também proibiu “os grevistas de vedarem e limitarem, de qualquer modo, os acessos às dependências de quaisquer órgãos públicos estaduais ou de impedirem outros servidores de trabalhar regularmente”. “Desde já, autoriza-se o uso de força policial, caso necessário”, diz o despacho do de Mateus de Lima.

“Por fim, determino que se intime o réu (APP-Sindicato) para que no prazo de cinco dias comprove a expedição de comunicação a todos os seus filiados do teor da decisão, sob pena de multa diária de R$ 500,00 à pessoa do presidente do sindicato (Hermes Leão)”, conclui o despacho.

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A APP-Sindicato comunicou ao Governo do Estado, através de ofício assinado pelo presidente Hermes Silva Leão e protocolado ontem (quinta-feira, 23) no Palácio Iguaçu, a greve dos professores estaduais nos dias da votação do projeto de lei de reformulação do sistema previdenciário dos servidores estaduais. A votação deve ocorrer já a partir da próxima segunda-feira, 27.

No ofício, a APP diz ainda que fará assembleia estadual amanhã (sexta-feira, 24) e sábado (25) em Londrina. O interessante que a greve já está decidida, conforme ofício, antes mesmo da decisão da assembleia da categoria. A Procuradoria-Geral do Estado já estuda as medidas judiciais cabíveis à respeito da paralisação e também indica o desconto dos dias parados aos grevistas.

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do Claudio Humberto:

Os servidores do Itamaraty aprovaram em assembleia uma nova greve da categoria, dessa vez pelo pagamento do auxílio-moradia no exterior, que está novamente atrasado devido à demora na aprovação do orçamento, que ocorreu há apenas duas semanas. Os oficiais e assistentes de chancelaria, além de diplomatas, deram um prazo de até 6 de maio para que o pagamento seja regularizado antes de adotar a greve. O governo federal deixou de pagar as parcelas em fevereiro.

O atraso é recorrente. No segundo semestre do ano passado, os funcionários do chamado serviço exterior – que inclui diplomatas, assistentes e oficiais de chancelaria – ficaram também três meses sem receber depois que o orçamento do Itamaraty para o ano acabou. Uma suplementação orçamentária havia sido autorizada pelo Congresso em outubro, mas a presidente Dilma Rousseff só assinou a liberação em novembro.

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da Banda B:

Os servidores municipais da Saúde, representados pelo Sismuc (Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba), acusam a Prefeitura de Curitiba de novo calote. De acordo com os servidores, no contra-cheque lançado ontem (6) não foram cumpridos os compromissos que encerraram a greve da Saúde, que aconteceu no fim do mês passado. O Sismuc informou que irá entrar com três ações judiciais contra a administração do prefeito Gustavo Fruet (PDT).

postagem - pref. saúde
da Rádio Banda B:

Uma publicação da página do Facebook da Prefeitura de Curitiba, a conhecida “Prefs”, gerou polêmica nas redes sociais neste final de semana. A imagem, postada no sábado (28), mostra a personagem Elle Driver, do filme “Kill Bill”, vestida de enfermeira com a legenda “Elle não trabalha no sistema de saúde municipal”, enquanto divulga alguns números relacionados aos investimentos na área.