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Guilherme Gonçalves

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Na Câmara de Vereadores de Curitiba, Professor Galdino (PSDB) apresentou os pedidos de revogação dos títulos de cidadãos honorários do ex-ministro Paulo Bernardo (PT) e do advogado Guilherme Gonçalves (PT) – os dois acusados pelo Ministério Público Federal de lesar aposentados ao desviar recursos de empréstimos consignados ao PT e a senadora Gleisi Hoffmann (PT) – mulher de Bernardo. O tucano no ano passado apresentou proposta semelhante contra Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, também envolvido em casos de corrupção.

(fotos: arquivo/google)

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O advogado disse que estava na Europa “a passeio”. Ao saber, em Lisboa, que era alvo da operação, Gonçalves anunciou, por meio de sua defesa, que se apresentaria.

O advogado paranaense Guilherme Gonçalves, último procurado da Operação Custo Brasil, se entregou ontem à Polícia Federal em São Paulo. Apontado pelas investigações como repassador de propinas do esquema envolvendo a empresa de informática Consist ao ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, Gonçalves chegou ontem de Lisboa no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A pedido da PF, o advogado estava sob monitoramento da polícia portuguesa desde quinta-feira, dia da operação. As informações são da Agência Estado.

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Calma, gente. O juiz Sérgio Moro não faz campanha contra o álcool. Nem tem nada contra quem gosta de vinho. Acontece que a Operação Lava Jato passou a rondar os membros do famoso Clube do Vinho, que se reunia no Restaurante Madero de Curitiba para degustar botellas que custam acima dos 4 mil reais, dos vinhos mais simples. Membros do “board directors” do clube: Angelo Vanhoni (PT), o advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, o empresário Edmilson Rossi, o diretor dos Correios Areovaldo Figueiredo, o advogados Luiz Fernando Delazari, o ex-ministro Paulo Bernardo, Zeno Minuzo, o advogado Luiz Carlos Rocha, o ex-prefeito de SJP Ivan Rodrigues, O empresário de telecomunicações mui amigo de Paulo Bernardo, Ademar Monteiro, empresários da área de telecomunicações, entre outros convidados apreciadores de vinho. Por razões que só o juiz Sergio Moro pode explicar, essa turma não quer mais se encontrar em público.

Já estavam na lista de faltosos o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann, recolhidos à cadeia da Polícia Federal

licitação, fraude, Guilherme Gonçalves, Logitrans, Constantino, Gulin, ApucaranaDe Giovanni Carrigan, especial para o Jornal de Brasília:

O possível esquema envolvendo a Logitrans, o escritório Guilherme Gonçalves & Sacha Reck Advogados Associados e empresas de ônibus dos grupos Constantino e Gulin, que vem sendo noticiado pelo Jornal de Brasília, já foi barrado em uma cidade.

Em Apucarana (PR), a ação de um promotor de Justiça evitou a repetição de uma coincidência: em pelo menos um terço das cidades onde a Logitrans prepara os editais de licitação, com o apoio da banca de advogados, os vitoriosos no certame são empresas ligadas aos dois grupos – que usam os serviços dos advogados Guilherme Gonçalves e Sacha Reck.

O promotor paranaense Eduardo Augusto Cabrini (foto) percebeu a relação entre Logitrans, Guilherme Gonçalves & Sacha Reck Advogados Associados e as empresas durante a licitação em Apucarana, programada para 2012.