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A defesa de José Dirceu (PT) apresentou nova petição ao juiz Sergio Moro para tentar evitar eventual prisão do ex-ministro na Operação Lava Jato. A decisão foi tomada após o ex-executivo da Toyo Setal Julio Camargo afirmar, em depoimento à Justiça Federal, que entregou R$ 4 milhões em dinheiro vivo ao petista, com aval do ex-diretor da Petrobras Renato Duque. As informações são d’O Globo.

O pagamento foi feito por meio do lobista Milton Pascowitch, também delator, e do advogado Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de Dirceu. Camargo colabora com as investigações desde 2014, mas falou no caso pela primeira vez. No documento, o advogado de Dirceu, Roberto Podval, cita notícias sobre uma iminente prisão do petista.

Os advogados já haviam entrado com pedido de habeas corpus para evitar eventual prisão de Dirceu. O pedido foi negado, mas a defesa recorreu. O ex-ministro nega ter recebido propina e diz não ter relação com Duque.

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Alegando que está sob ‘iminente ameaça’ de prisão na Operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu (PT) insiste no pedido de habeas corpus preventivo. Em recurso – agravo regimental – ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, seus advogados sustentam que a imprensa, constantemente, noticia a possibilidade de a Justiça Federal em Curitiba mandar prendê-lo na investigação sobre corrupção e propinas na Petrobrás. As informações são do Estadão.

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O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou nesta sexta-feira (3) um pedido de habeas corpus preventivo feito pela defesa do ex-ministro José Dirceu. Os advogados do petista pretendiam afastar “o suposto constrangimento ilegal” de uma prisão preventiva dele na Operação Lava Jato, que investiga irregularidades na Petrobras. As informações são da Folha de S. Paulo.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil dirceu - agência brasil

da Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo:

Os advogados do ex-ministro José Dirceu estão dando entrada nesta quinta (2) com um habeas corpus preventivo para que ele não seja preso.

A petição está sendo encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Alegando que o petista está na “iminência de sofrer constrangimento ilegal”, ou seja, de ser detido, os representantes de Dirceu, liderados pelo advogado Roberto Podval, pedem que o tribunal conceda “ordem de habeas corpus, evitando-se o constrangimento ilegal e reconhecendo o direito do paciente de permanecer em liberdade”.

Na petição, de 40 páginas, eles afirmam que Dirceu, investigado por receber dinheiro de empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato, atendeu, por meio de sua assessoria, a mais de “60 clientes de 20 setores diferentes da economia, como indústrias de bens de consumo, telecomunicações, comércio exterior, logística, tecnologia da informação, comunicações e construção civil”.

Foto: Ricardo Stuckert/ Institulo Lula lula - foto instituto lula

Da Folha de S. Paulo:

Um habeas corpus preventivo impetrado na Justiça Federal no Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (24), pede que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seja preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, caso o juiz federal Sergio Moro tome uma decisão nesse sentido.

O pedido foi feito às 16h20 de quarta e refere-se a um possível pedido de prisão preventiva, e foi negado pela Justiça nesta quinta (25).

O autor da solicitação é Maurício Ramos Thomaz, de Campinas, que se apresenta como consultor, justifica o pedido afirmando que uma possível prisão de Lula já teria sido noticiada pela imprensa.

Clique na imagem para ampliar. habeas corpus-lula1
Na manhã desta quinta-feira (25), via twitter, o Senador Ronaldo Caiado (DEM) publicou imagens de um pedido de Habeas Corpus preventivo de Lula. Segundo Caiado, “Temendo ser preso pelos malfeitos que cometeu – disso ninguém mais duvida – Lula apresenta habeas corpus preventivo”.

caiado - twitter 25.06-blog Imagens: Reprodução twitter.com/senadorcaiado

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O ministro Teori Zavascki, do STF, negou habeas corpus ao ex­-diretor da Petrobrás Renato Duque, em prisão preventiva desde março por participação no esquema de corrupção envolvendo a Petrobrás deflagrado pela Operação Lava Jato.

Duque foi preso no final do ano passado, liberado em dezembro após decisão do STF, mas novamente levado para prisão preventiva em 16 de março deste ano, após o juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato no Paraná, apresentar novos fundamentos para a reclusão.

Após a nova prisão preventiva, o ex­-diretor já teve o pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e também rejeitado em medida liminar pelo STJ. O mérito do habeas corpus ainda não foi julgado pelo STJ.