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Enquanto Henrique Meirelles, que é do PSD, diz que não sabe se será candidato, trata de ir fazendo costuras e abrindo possibilidades. Nesse xadrez, ele fez um movimento no mesmo time do MDB: disse que pode discutir sua candidatura pelo partido do presidente Temer – fato que o faz ganhar manchetes na categoria presidenciável e sair um pouco dos cadernos de economia.
Meirelles sabe que o MDB tem bases regionais fortes e grande abrangência nacional e isso facilitaria um pouco sua vida de candidato. Mas por enquanto o discurso é que tem até 7 de abril para decidir se será ou não candidato.

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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A equipe de Temer ainda está montando a lista do que pode ser privatizado e concedido ao setor privado, mas já conta com a venda da Caixa Seguridade, IRB, participações da Infraero em aeroportos e concessões de rodovias, portos e aeroportos.

Na busca de reduzir o rombo das contas públicas no próximo ano, a equipe do ministro Henrique Meirelles (Fazenda) calcula que o futuro programa de privatizações e concessões do governo Temer irá render entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões ao caixa do Tesouro Nacional em 2017. As informações são da Folha.

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do Claudio Humberto:

O ex-presidente Lula foi quem rompeu a letargia de Dilma Rousseff, aplicando o “peteleco” final que derrubou Maria das Graças Foster da Presidência da Petrobras. Além disso, sugeriu um nome destinado a ser bem recebido pelo chamado “mercado”: o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Até o ministro Joaquim Levy (Fazenda) foi convocado a participar da pressão para Meirelles aceitar o convite.

Meirelles exige “total autonomia” para tentar recuperar a Petrobras. O problema é que Dilma tem tanto horror a ele quanto a “total autonomia”. Quando Dilma escolhia o ministro da Fazenda, Lula pressionou por Meirelles, mas ela deixou clara sua aversão ao ex-presidente do BC.

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Seis executivos e ex-executivos (entre eles Henrique Meirelles, ex-BC; e Josué Gomes da Silva, Coteminas) sondados pelo governo Dilma Rousseff para assumir vagas no Conselho da Petrobras refugaram a oferta e condicionaram considerar ocupar o posto somente após a publicação do balanço financeiro reconhecendo os desvios por corrupção na estatal.

A vaga recusada uns é cobiçada por outros, como o ex-ministro Paulo Bernardo, desempregado desde a formação do novo ministério de Dilma Rousseff. Bernardo se movimentou para ocupar a presidência da Itaipu, e toparia um assento no Conselho da Petrobras ou de qualquer outra estatal. Mas seu nome não é sequer cogitado pelo governo.