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O publicitário Ricardo Hoffmann, preso desde sexta-feira (10) pela Operação Lava Jato sob acusação de pagar propina em contratos da agência Borghi Lowe com a Caixa e o Ministério da Saúde, disse à Polícia Federal que repasses que empresas do setor fizeram ao ex-deputado André Vargas (ex-PT) eram uma comissão por um serviço que nunca foi prestado. Os pagamentos eram uma recompensa para Vargas conseguir clientela privada para a agência, mas ele não conseguiu “angariar cliente algum”. As informações são do Estadão.

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Há mais motivos para Ricardo Pessoa, da UTC, apontado como ‘chefe do clube do bilhão’ das empreiteiras, arrolar o petista Paulo Bernardo, ex-ministro das Comunicações, como sua testemunha na ação que responde pelo Petrolão. A mulher de Bernardo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) foi agraciada por R$ 250 mil na sua campanha ao Senado em 2010. Ao convocar Bernardo, Pessoa manda um recado direto para Gleisi e…para Dilma Rousseff (PT), que abrigou Gleisi na Casa Civil por dois anos e seis meses.

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Rodrigo Janot, procurador-geral da República, deve apresentar antes do carnaval as denúncias contra os políticos envolvidos no Petrolão e o nome da senadora Gleisi Hoffmann (PT) figura nas listas de Alberto Youssef e de Paulo Roberto Costa, os delatores do esquema. E enquanto o cerco se fecha para Gleisi, o PMDB do Paraná se assanha.

As hipóteses de renúncia ou cassação do mandato da petista colocam, na ordem, os suplentes Sérgio Souza (PMDB), deputado federal eleito, e o petista Pedro Tonelli. Nas duas hipóteses, Souza renunciaria o mandato e assumiria a vaga de Gleisi no Senado. Nesse caso, assumiria a vaga de Souza na Câmara dos Deputados o suplente Rodrigo Rocha Loures, que fez 58.493 votos em 5 de outubro. Rocha Loures é muito ligado e assessor direto do vice-presidente reeleito, Michel Temer, presidente nacional do PMDB.

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O temor de grampos autorizados pelo Judiciário, ou ilegais, patrocinados por adversários políticos, tem levado a senadora Gleisi Hoffmann e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, a usar “telefones antigrampo” – rádios comunicadores com frequência exclusiva – supostamente invulneráveis a qualquer espécie de escuta.

A precaução vem sendo tomada desde que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, denunciaram Gleisi e o marido como beneficiários do Petrolão. O receio que pudessem estar sendo monitorados pela Polícia Federal aumentou muito depois que Paulo Bernardo deixou o Ministério das Comunicações e passou a ser um cidadão comum.

Diante das circunstâncias adversas, que incluem provações como ser delatada pelo doleiro Alberto Youssef e ter ficado com 1 milhão de reais dos desvios da Petrobras, a senadora Gleisi Hoffmann resolveu pedir proteção às entidades do além. Declarou-se protegida por Brahma Kumaris. A senadora diz que, desde que conheceu a organização, há 5 anos, através da meditação tem a paciência e a tolerância necessárias para viver melhor e desempenhar seu papel e sua missão no mundo. O vídeo foi retirado do ar:

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Gleisi Hoffmann desmentiu hoje uma especulação maldosa. A rede de intrigas na internet que lhe faz oposição anunciou que ela pretendia uma vaga no TCU – Tribunal de Contas da União. Ora, todos sabem que Gleisi foi citada nos depoimentos do doleiro Alberto Youssef como beneficiária de um desvio de R$ 1 milhão da Petrobras. Logo, não pode e não deve ser julgadora das contas dos outros. Seria o fim.

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“Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef.”

Trecho da reportagem “Eles sabiam de tudo” da revista Veja deste final de semana.

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De Fausto Macedo, Ricardo Brandt – O Estado de S. Paulo:

Em delação premiada, Costa afirma que repasse para a campanha da senadora ‘se comprova’ na inscrição que ele próprio lançou em sua agenda pessoal, apreendida pela Polícia Federal, na qual ele anota: ‘PB 0,1’, uma suposta referência a Paulo Bernardo

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou na delação premiada ao Ministério Público Federal que, em 2010, o esquema de corrupção na estatal repassou R$ 1 milhão para a campanha ao Senado da petista Gleisi Hoffmann (PR). Em 2011, no início do governo da presidente Dilma Rousseff, ela se licenciou do mandato para assumir o cargo de ministra-chefe da Casa Civil – posto que ocupou até fevereiro deste ano.