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A indústria de transformação do Paraná é a terceira mais forte do País, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Puxado pelos setores de alimentos, madeireiro, automotivo e de papel e celulose, o Estado foi responsável, em 2014, por 8,3% do Valor da Transformação Industrial (VTI) do Brasil.

Os dados são da Pesquisa Industrial Anual (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

Coletiva Campagnolo - Foto: Rogério Theodorovy

Quase 80% das empresas cortaram ou reduziram os investimentos diante do cenário desfavorável, segundo pesquisa divulgada pela Fiep.

da Gazeta do Povo:

A crise está freando investimentos, provocando demissões e ampliando o pessimismo entre os industriais do Paraná. Pesquisa encomendada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) revela que 78,8% das empresas industriais paranaenses já foram afetadas de alguma forma pelo cenário econômico desfavorável. Outras 14,4% acreditam que sentirão o impacto da crise até o fim do ano.

Mais da metade das indústrias de transformação – 54% delas – irão demitir se o benefício da desoneração de folha de pagamentos for retirado ou se houver elevação da atual alíquota de 1% para 2% do faturamento, conforme proposta do governo federal. Com a efetivação dessas dispensas, a indústria nacional pode perder 290 mil postos de trabalho, o que corresponde a 3,7% do estoque de trabalhadores do setor. Outras 57 mil vagas em setores do comércio e serviços também podem ser cortadas. Somente as demissões na indústria devem gerar redução de renda e consumo, além de elevar despesas com seguro-desemprego para o governo federal. O impacto negativo dessas perdas deve chegar a R$ 2,5 bilhões ao ano na arrecadação tributária líquida da União. As informações são do Valor Econômico.

roberto z --

O quadro da economia brasileira começa a ficar dramático. O PIB negativo, a retração econômica apontada pelo Banco Central, a queda de 0,42% acompanhada de inflação acima do teto da meta (7,27%) e aumento da taxa básica de juros (Selic) na casa dos 12,75%. O próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem a investidores que o crescimento econômico pode ser negativo esse ano e o pessimismo do mercado ecoa nos setores produtivos, que já engavetam planos de investimentos. A situação complicada está registrada na manchete principal da Folha de Londrina desta quinta-feira, 19.

Dois encargos setoriais poderão elevar a conta de luz da indústria em até 53% a partir do mês que vem e provocar protestos na Justiça. Além do custo da energia, cada empresa terá de arcar com mais R$ 79 por megawatt-hora para subsidiar programas sociais, pagar despesas do setor e custear a operação das termoelétricas. Essas usinas estão funcionando ininterruptamente para poupar a pouca água que restou nos reservatórios por causa da seca no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. As informações são do Estadão.