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O Globo

A inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), abriu o ano em 1,27%, 0,31 ponto percentual acima da taxa de 0,96% registrada no mês de dezembro. O índice é maior do que o registrado em janeiro do ano passado (1,24%) e o mais alto para o mês desde 2003, quando atingiu 2,25%. Em 12 meses, o IPCA ficou em 10,71%, acima dos 10,67% dos 12 meses imediatamente anteriores, tornando-se o resultado mais elevado desde novembro de 2003 (11,02%).

do Bem Paraná:

A inflação oficial de Curitiba apresentou variação de 0,91% em junho, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), medido pelo Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As variação ficou acima dos 0,76% de maio. No ano, a evolução de preços foi de 7,37%, o maior porcentual entre toda as capitais pesquisadas pelo instituto e de 10,20%, nos últimos 12 meses.

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Aécio Neves:

A conta do populismo e da irresponsabilidade da gestão petista começa a chegar ao bolso dos brasileiros. E ela será bem alta, especialmente para os que menos têm.

Na contramão da economia global, que crescerá 3,5% este ano, o Brasil está no pequeno grupo de 16 entre 189 países que caminham para a recessão, segundo o FMI.

O PIB encolheu, o salário real teve a sua maior queda desde 2004, segundo o IBGE, e o desemprego encosta nos 8%, pelos dados da PNAD. A inflação acelerou, superando 8% em doze meses e em apenas quatro meses deste ano já superou 4,5%, a meta oficial para o ano.

Assim como a maioria das demais regiões pesquisadas, a capital sofreu com o impacto do reajuste extraordinário da tarifa de energia.

da Gazeta do Povo:

Curitiba e Região Metropolitana encerraram o mês de março com a 3ª maior inflação do país, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da capital avançou a 1,69%, ficando atrás apenas de Porto Alegre (1,81%) e Campo Grande (1,79%), todos acima da média nacional (1,32%).

de Pedro Soares, Folha de S. Paulo:

A inflação oficial do país, medida pelo IPCA, foi de 8,13% nos 12 meses terminados em março. Ela foi pressionada principalmente pela alta de alimentos e de energia, que subiu 60,42% em 12 meses.

A variação do IPCA é a maior em 12 meses desde o período encerrado em dezembro de 2003 (9,30%), quando o país ainda sofria os efeitos da crise decorrentes das eleições presidenciais do ano anterior, que mexeu com a confiança e fez o câmbio disparar. A estimativa da Bloomberg havia sido de que chegasse a 8,20%.

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do Ricardo Noblat:

Está ruim?

Você ainda não viu nada.

O rendimento do trabalhador nos últimos 10 anos caiu pela primeira vez em fevereiro último devido à inflação e à retração da economia.

A queda foi de 0,5% na comparação com fevereiro de 2014.

A taxa de desemprego subiu para 5,9%, o índice mais alto para meses de fevereiro desde 2011, segundo o IBGE.

Uma taxa de 5,9% representa uma piora tanto em relação ao resultado do mesmo mês no ano passado (alta de 0,8%) como em relação relação a janeiro (+0,6%).

O número de pessoas ocupadas atingiu 22,22 milhões, uma queda de 1% sobre janeiro. O número de pessoas à procura de vagas aumentou para 1,4 milhão (10,2%).

Boletim do Banco Central mostra que mercado financeiro piorou previsão de recessão no ano: -0,83%

d’O Globo:

Pela primeira vez, os analistas de instituições financeiras estão esperando que a inflação supere 8% este ano. Segundo pesquisa feita semanalmente com economistas e divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC), a mediana das expectativas para o IPCA de 2015 foi revisada para cima, na 12ª piora seguida da estimativa, de 7,93% para 8,12%, enquanto para 2016 passou de 5,60% para 5,61%. A meta oficial para a inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5%.

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do Ricardo Nolat:

Então fica combinado assim: em outubro último, mês da eleição presidencial em primeiro e segundo turno, havia crise econômica internacional, segundo Dilma Rousseff, mas crise no Brasil nunquinha.

No passado, quando um tsunami econômico varria o mundo, o então presidente Lula dizia que tudo não passava por aqui de uma “marolinha”. Nem “marolinha” havia no país da candidata à reeleição.

Inflação? Esqueça. Estava sob controle. E jamais deixaria de estar. Sem falar em pleno emprego. Lembra como Dilma enchia a boca para falar do paraíso do pleno emprego?

Os números da deterioração da economia brasileira mostram um país totalmente diferente do que a presidente Dilma (PT) assumiu em 2011 e também do que ela apresentou aos brasileiros nas eleições de 2014. A saber: durante o governo da petista, a dívida pública federal (soma da dívida pública interna e externa) passou de 1,7 trilhão de reais em dezembro de 2010 para 2,3 trilhões de reais em janeiro de 2015, um crescimento de 35%.

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O mesmo crescimento que não se repetiu no valor das ações da Petrobras. Descoberto o escândalo do petrolão, as ações que em 31 de dezembro de 2010 eram avaliadas em 27,29 reais, em 11 de fevereiro giravam em torno de 8,94 reais. Uma depreciação de “apenas” 67%. A desvalorização dos papéis da Petrobras contribuiu para a queda no Ibovespa, que no dia 3 de janeiro de 2011 estava com 69.962 pontos e hoje amarga menos de 50.000 pontos. O gráfico é da Veja.com.

O IPCA começou o ano pressionado, com alta de 1,24% em janeiro, a maior desde fevereiro de 2003 (1,57%), segundo o IBGE. Em dezembro, o índice já havia sido elevado (0,78%), resultado que levou o IPCA a fechar o ano de 2014 muito perto do limiar da meta do governo – ficou em 6,41% para um teto de 6,5%. O índice acumulado nos últimos 12 meses fechou em 7,14%, atingindo a maior alta desde setembro de 2011.