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O Globo

Em ofício encaminhado à Justiça Federal, o delegado da Polícia Federal (PF) Marlon Cajado afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é investigado em um segundo inquérito policial já em curso na Operação Zelotes. O objetivo da ação é saber se, além de dois servidores que já são réus, outros foram também corrompidos ou se menção aos nomes deles era apenas uma forma de os acusados propagarem influência que não tinham.

Há duas semanas, a defesa de Lula entrou com uma petição na Justiça Federal de Brasília para pedir que o ex-presidente seja dispensado de prestar depoimento no processo da Zelotes. Ele foi arrolado como testemunha do lobista Alexandre Paes dos Santos, um dos réus da operação. A defesa de Lula argumentou que ele já havia prestado depoimento à Polícia Federal (PF) sobre o assunto.

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Folhapress

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prorrogação de inquéritos que investigam a ligação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ), e mais sete congressistas com o esquema de corrupção da Petrobras.

Essa é a quarta extensão requisitada pela Procuradoria nesses casos, que começaram a ser apurados em março. Com isso, as apurações devem se estender até fevereiro.

Ao todo, Renan é alvo de cinco inquéritos que investigam sua suposta participação nos desvios da estatal. Cada um investiga um fato diferente. Há suspeita de que o peemedebista tenha sido beneficiado com pagamento de propina de contratos de navio-sonda e ainda recursos da Transpetro. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE), apontado como intermediário de Renan no esquema, também é alvo no Supremo.

foto - agencia o globo

A Polícia Federal investiga se empresas de lobby contratadas pela Mitsubishi e pela Caoa, representante da Hyunday, pagaram R$ 10 milhões ao ex-ministro Gilberto Carvalho e a outros agentes públicos que teriam ajudado na aprovação de três medidas provisórias favoráveis às duas montadoras entre 2009 e 2013. No interrogatório de Eduardo Gonçalves Valadão, um dos sócios da SGR presos na Operação Zelotes, a delegada Rúbia Danyla Gama Pinheiro vinculou o ex-ministro à sigla GC e a um dos números encontrados num manuscrito apreendido com um dos investigados. As informações são d’O Globo.

“O que significa GC 10, isso é uma alusão ao Gilberto Carvalho e o aumento do valor dos colaboradores para R$ 10 milhões?”, quis saber a delegada. Valadão recorreu ao direito de permanecer calado e não respondeu a pergunta. No mesmo interrogatório, Rúbia Danyla perguntou: “conhece Gilberto Carvalho? Alguma vez já o procurou para fazer valer interesse de seus clientes?”. A exemplo do que fez em relação ao longo do depoimento, Valadão deixou as perguntas sem resposta.

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Com o governo Dilma Rousseff ladeira abaixo, empurrado pela repercussão da Operação Lava Jato e pela economia em queda livre, o ex-­presidente Lula anunciou, no final de agosto, que estava de volta à lida. “Voltei a voar”, disse Lula. Mas, na verdade, o ex-­presidente jamais “desembarcou” de sua atuação política e de vendedor de suas ideias sobre o País. As informações são do Estadão.

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O Ministério Público mexeu com Requião e ele deu resposta rápida e aguda. No baço. Outra no fígado. Pediu informações ao Procurador Geral de Justiça, Gilberto Giacoia, sobre gastos da instituição. Tudo, tintim por tintim. Pediu mais. Quer saber os salários, benesses, gastos, gratificações, férias e tudo que possa revelar a vida funcional e financeira de cada um dos promotores e procuradores de Justiça. Não aceita os dados do portal de Transparência que acredita serem insuficientes. Agora, é esperar para ver qual será o comportamento do pessoal do Ministério Público, habituado a investigar e nunca a ser investigado. O requeimento de Requião vai transcrito no Leia Mais.

da Folha de S. Paulo:

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), pediu à Justiça que suspendesse e remetesse os inquéritos que investigam um esquema de corrupção na Receita Estadual para o STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O tucano, que tem afirmado ser “o maior interessado nas investigações”, argumentou que os inquéritos fazem menção a seu nome, e reclamou que não lhe foi permitido o acesso aos autos. Por isso, pediu seu envio ao STJ, que tem a competência de processar e julgar governadores.

Na prática, isso paralisaria momentaneamente as investigações feitas pelo Ministério Público Estadual, que já levaram à prisão de pouco mais de 50 pessoas.

O pedido foi negado pelo ministro João Otávio de Noronha, que considerou que isso provocaria “prejuízos à marcha do inquérito”, segundo decisão publicada nesta terça-feira (16).

d’O Globo:

A casa da primeira-dama de Minas Gerais, Carolina Oliveira Pimentel, mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, foi um dos alvos na manhã desta sexta-feira da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que tem como alvo empresários que doaram para partidos políticos na campanha de 2014. No total, 30 endereços de pessoas físicas e 60 empresas de Minas, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal foram incluídas na operação.

Antes de se casar com Fernando Pimentel, Carolina trabalhava como sua assessora de imprensa do petista no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ela era contratada por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão vinculado ao ministério liderado, na época, pelo petista.

“Estou enfrentando com coragem toda essa armação política, a divulgação dessas acusações, delações premiadas que nem podiam ser divulgadas. Existe um complô político para desviar o foco dos escândalos de corrupção que envergonham o Brasil. É mensalão, é petrolão. Se for mexer no BNDES possivelmente será pior. Pela minha honra e minha família, eu não aceito essas acusações. Querem me arrastar para o mar de lama onde eles estão atolados”. – do governador Beto Richa na entrevista para Fernando Rodrigues, do programa Poder e Política, no UOL.

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O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa aprovou ontem (quinta-feira, 23), por unanimidade, o relatório do deputado Missionário Ricardo Arruda (PSC) que decidiu rejeitar o ofício do Ministério Público como representação ou denúncia contra o deputado Nelson Justus (DEM). A alegação foram a inobservância das formalidades legais e ausência de tipicidade de conduta, além de não ter qualquer fato novo que pudesse fazer com que decisões anteriores do conselho pudessem ser revistos. As informações são do Bem Paraná.