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O TCE apura a regularidade dos gastos de R$ 5,8 milhões em diárias em 45 prefeituras e câmaras de vereadores do Paraná. O valor foi levantado após o tribunal suspeitar de irregularidades em função do alto valor. As câmaras e as prefeituras terão que explicar o destino dos gastos. São 18 prefeituras e 27 câmaras suspeitas de prática de complementação salarial por parte dos agentes públicos. Mais detalhes sobre a “Operação Pente Fino” serão divulgadas pelo presidente do TCE, Ivan Bonilha, na tarde desta terça-feira (18), em entrevista coletiva. As informações são do Paraná Portal.

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O conselheiro Ivan Bonilha foi eleito para presidir o Tribunal de Contas do Paraná no biênio 2015-2016. Ele foi eleito nesta quinta-feira (11), e substituirá o atual presidente, Artagão de Mattos Leão.

Também foram escolhidos o vice-presidente, conselheiro Ivens Linhares, e o corregedor-geral no período, conselheiro Durval Amaral. A posse dos novos dirigentes será no dia 15 de janeiro.

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O conselheiro do Tribunal de Contas, Ivan Bonilha, afirmou hoje ao blog que se sentiu caluniado por notícia veiculada na imprensa. E para dirimir dúvida, Bonilha faz esclarecimentos sobre o caso do “Metrô de Curitiba”.

Bonilha esclarecc que a fiscalização da licitação do Metrô não foi escolhida avulsamente para ser investigada pelo Tribunal ou por mim. Ela consta desde o biênio anterior de “Plano Anual de Fiscalização” – PAF, do TC.

Sobre o processo, ele diz: “Fui sorteado relator para decidir sobre a legalidade e perfeição da contratação, e recebi um relatório de onze (11) engenheiros do Tribunal dando contas de um vasto rol de inconsistências, que não poderia ser ignorado nem pelo mais mentecapto dos gestores. Agi com extremo cuidado, nunca deixei este processo repousar por mais de duas noites em meu gabinete.”

Bonilha explica que concedeu prorrogação, a pedido do Município, que alegou não ter tempo para fazer esclarecimentos. E, depois, ao constatar ausência de documentos citados na defesa do Município, alertou informalmente a Administração Municipal, poupando-lhe uma custosa tramitação de diligência formal.

E concluiu: “Enfim, este processo é tratado, por todos neste Tribunal, com a seriedade que seus números recomendam. Mas, imputar o atropelo, o desencontro, a frustração, a incompetência ou outra qualquer falha, até as inconfessáveis…a esta Corte, ou qualquer dos seus, é sinal irrefutável de torpeza de motivos.”