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O ministro Gilmar Mendes (STF) acatou pedido de habeas corpus dos advogados de Stael Fernanda Janene e, com isso, ela poderá ficar em silêncio durante seu depoimento na CPI da Petrobras. Stael Fernanda Janene é ex-mulher do ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010. Janene é um dos citados na Operação Lava Jato. A decisão de Gilmar Mendes diz: “O STF tem entendido que, tal como ocorre em depoimentos prestados perante órgãos do Poder Judiciário, é assegurado ao investigado o direito de não se incriminar perante as Comissões Parlamentares de Inquérito”. As informações são da Época.

Foto: Roberto Custódio/ Jornal de Londrina
londrina -JL

Dois londrinenses são personagens centrais de quatro escândalos de corrupção, incluindo a Lava Jato: o doleiro Youssef e o ex-deputado Janene.

de Katna Baran e Amanda Audi, Gazeta do Povo:

Uma teoria formulada em 1967 pelo psicólogo norte-americano Stanley Milgram prega que são necessários no máximo seis laços para que duas pessoas quaisquer, aparentemente distantes, estejam ligadas entre si. Desde então, cientistas se debruçam sobre esse estudo e alguns deles chegaram a concluir que a quantidade de passos para se chegar a alguém, atualmente, pode ser ainda menor, muito em função das redes sociais.

Se fosse possível aplicar a teoria dos seis graus de separação em escândalos políticos, provavelmente o esquema revelado pela Operação Lava Jato, que vai completar um ano de investigações neste mês de março, seria o experimento ideal para corroborar o estudo de Milgram. E o local escolhido para o início da pesquisa científica seria Londrina. A principal cidade no Norte do Paraná abrigou pelo menos duas peças-chaves do esquema da Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef, hoje preso, e o ex-deputado José Janene, morto em 2010.

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Youssef, Janene, Vargas e agora Gleisi: o Paraná no centro das denúncias da Petrobras

De Rogério Galindo, Gazeta do Povo

Foi aqui que começou o escândalo da Petrobras, lembram? Começou com a Operação Lava Jato, que teve seu centro no Paraná. O principal envolvido a ser preso já de cara foi Alberto Youssef, um doleiro velho conhecido da política local que agora se vê que tinha influência também no resto do país.

Foi daqui a primeira “vítima” política do escândalo, o deputado André Vargas, à época vice-presidente da Câmara. Abatido em voo, terminou sendo obrigado a deixar o partido e nem pôde concorrer à reeleição.