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O procurador-geral da República Rodrigo Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer em que defende as buscas e apreensões no apartamento funcional da senadora petista Gleisi Hoffmann e que tiveram como alvo o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo Silva. Bernardo foi preso na Operação Custo Brasil por suspeitas de participar de um esquema de cobrança de propina e desvio de dinheiro envolvendo empréstimos consignados e a empresa Consist. A manifestação de Janot vai integrar o processo em que a Mesa Diretora do Senado pede a anulação das provas recolhidas no apartamento por considerar que o STF deveria ter autorizado previamente as buscas, já que Gleisi, que detém foro privilegiado, mora no mesmo local em que Paulo Bernardo. As informações são de Laryssa Borges na Veja.

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O Globo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pareceres favoráveis à concessão do indulto a oito condenados no processo do mensalão. Estão na lista o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; o ex-diretor do Banco Rural Vinícius Samarane; o advogado Rogério Tolentino; os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT), Romeu Queiroz (PMB-MG), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Bispo Rodrigues (PR-RJ). Caberá ao relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, decidir se eles serão ou não beneficiados. Em caso positivo, o grupo será perdoado definitivamente pelos crimes que cometeram no esquema que vigorou durante o governo Lula.

A área técnica da Mesa Diretora da Câmara conclui parecer favorável ao pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. O pedido foi considerado “perfeito juridicamente” por técnicos que cuidam desses documentos e dá solidez ao eventual acatamento de Cunha ao pedido de impeachment. Cunha admitev que há parecer favorável ao impeachment pronto e que sua decisão dependerá de um fator externo, que conteria uma ameaça implícita: se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo seu afastamento da presidência da Câmara, Cunha então decidirá monocraticamente, como lhe garante a lei, pelo encaminhamento favorável do impeachment.

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Depois de ser aprovada na CCJ, a recondução de Rodrigo Janot foi para votação secreta no plenário do Senado. O procurador-geral obteve 59 votos a favor. Doze senadores votaram contra, um se absteve.

Mais cedo na sabatina, ele rebateu críticas e garantiu que não há acordo para preservar políticos investigados pela Lava Jato.

– Se eu tivesse condição de fazer um acordão, eu teria de combinar com os russos antes. Vamos convir que isso é uma ilação impossível!

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do Ilimar Franco, O Globo:

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acusa o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de ser um agente do governo e do PT. Ele diz que a atuação e as iniciativas de Janot têm como alvo os aliados do Planalto.

— Porque os helicópteros sobrevoam a casa do Fernando Collor, e, há buscas nas residências de Ciro Nogueira e Fernando Bezerra. Por que não foram na Gleisi Hoffmann, no Lindbergh Farias ou do Humberto Costa. Janot não faz nada contra a presidente Dilma e contra o PT — afirmou Cunha.

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O ministro Teori Zavascki, do STF, começou a enviar ontem (segunda-feira, 9) à Polícia Federal (PF) as autorizações de diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República para apurar se os políticos mencionados nos inquéritos da Operação Lava Jato estão envolvidos em irregularidades. Do Paraná são três investigados – Gleisi Hoffmann (PT), Dilceu Sperafico (PP) e Nelson Meurer (PT) – mais o ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), que prestará depoimento no inquérito aberto contra a sua mulher, Gleisi. Com informações da Folhapress.

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Houve certo espanto com a quantidade de políticos do PP – são 31 entre deputados, ex-deputados, ex-ministros e até vice-governador de Minas Gerais – arrolados nos inquéritos que serão respondidos no STF. É fácil explicar. A Procuradoria-Geral da República se baseou, ao apresentar as petições no STF, nas delações do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef. Costa foi uma indicação do PP e o operador desse esquema era Youssef. Os primeiros processos no STF, com suspeita de desvio de mais de R$ 1 bilhão da Petrobrás, são restritos ás delações de Costa e Youssef.