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O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou nesta segunda-­feira, 14, que o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância, pretende “criminalizar a política”. Para ele, o magistrado foi “o rei da festa”, em referência aos protestos de anteontem pelo País. As informações são de Carla Araújo, Tânia Monteiro e Vera n’O Estadão.

O ministro reconheceu o vigor das ruas nos atos contra o governo, mas destacou que os líderes de oposição também foram hostilizados, que as manifestações foram “produzidas” e “patrocinadas por empresas” e, além disso, afirmou que aqueles que foram às ruas ainda são majoritariamente eleitores do tucano Aécio Neves, derrotado por Dilma em 2014. “O Aécio achou que ia chegar lá como rei da festa, mas o rei da festa foi o Moro (Sérgio)”, declarou Jaques Wagner. “Quem tentou faturar em cima da manifestação, não conseguiu”, completou.

Foto: Gustavo Miranda – Arquivo O Globo jaques wagner - gustavo miranda-arquivo o globo

de Elisa Clavery, O Globo:

O ministro da Defesa Jaques Wagner afirmou, na manhã dessa quarta-feira, no Rio de Janeiro, que não vê motivos para que o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso nessa manhã, pela investigação da Operação Lava-jato, se afastasse das funções ou do partido político. Ele afirmou que não é favorável à tese de que basta uma denúncia para se afastar as pessoas.

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Em encontro com o ministro da Defesa, Jaques Wagner, nesta terça-feira (31), em Brasília, o governador Beto Richa pediu que a segunda fase do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras comece pelo Paraná, na região de fronteira com o Paraguai e Argentina. Desenvolvido pelo Exército, o programa usa radares, sistemas de comunicação e veículos aéreos não tripulados para o monitoramento da fronteira.

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Richa destacou a localização estratégica do Paraná e disse que o programa irá fortalecer as ações de combate ao tráfico de drogas e de armas na fronteira, que é a principal entrada de drogas, armas e contrabando no Brasil. “Por sua posição estratégica, entendemos que o Paraná tem que receber esse projeto, que será fundamental para o combate da criminalidade no Brasil”, defendeu o governador.

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O juiz Sérgio Moro autorizou o depoimento de seis políticos – entre eles, o ministro de Defesa, Jaques Wagner (PT) – indicados pela defesa do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, na ação que corre na Justiça Federal de Curitiba. Além de Wagner, foram arrolados os deputados federais Jorge Tadeu Mudalen (DEM), Arlindo Chinaglia (PT), Paulinho da Força (SD) e Jutahy Magalhães Júnior (PSDB); e o secretário de Agricultura de São Paulo, Arnaldo Jardim. Apesar autorizar os depoimentos, Moro criticou a intimação das autoridades. “A oitiva (…) é sempre demorada e difícil (…). Além disso, tais agentes públicos servem à comunidade e não se afigura correto dispender o seu tempo, além do desse juízo, ouvindo-os sem que haja real necessidade”, diz um trecho do seu despacho. Com informações da Gazeta do Povo.

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do Painel, Folha de S. Paulo:

Jaques Wagner (Defesa) usou metáforas automobilísticas para analisar, no Twitter, as dificuldades do governo em política e economia: “Numa corrida de muitas voltas, não basta o piloto ser bom. Precisa ter uma estratégia para vencer”.

“Agora precisamos fazer um pit stop e acertar a máquina para arrancar de novo. Isso é o ajuste fiscal e assim precisa ser compreendido por todos”, concluiu o ministro na rede social.

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Do Lauro Jardim:

A reforma ministerial vai se definindo, ao menos na seara petista (o PMDB, claro, ainda está sujeito a chuvas e trovoadas). Miguel Rossetto vai mesmo para a Secretaria-Geral da Presidência, e Ricardo Berzoini permanece à frente da Secretaria de Relações Institucionais.

Sobre Aloizio Mercadante nunca se teve dúvida de que não sairia da Casa Civil, e a equipe econômica já está até anunciada.

Mas e Jaques Wagner? Dilma Rousseff teve anteontem uma reunião com Wagner. Deu a ele algumas opções – Comunicações é a possibilidade mais forte. E a resposta será dada no início da semana que vem.

Quanto ao Ministério dos Esportes continuará nas mãos do PCdoB. E, salvo um terremoto, sob o comando de Aldo Rebelo.