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Foto: Pedro Oliveira/ Alep maria victoria - foto pedro oliveira alep

A preocupação dos alunos da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) campus Paranaguá com o atraso nas obras de reforma das salas de aula e dos banheiros está perto do fim. Na terça-feira (31), a deputada estadual Maria Victória (PP), recebeu diversos emails de alunos preocupados com o atraso das obras e também conversou com professores que estiveram na Assembleia Legislativa. Em contato com o secretário de Ciência e Tecnologia, João Carlos Gomes, a deputada foi informada que no último dia 24 de março foi depositado o valor de R$ 43,6 mil para a Construtora Enoque, responsável pelas obras nas salas de aula. Há ainda uma nota fiscal no valor de R$ 40 mil que aguarda programação para o pagamento para os próximos dias. “Diante do pagamento realizado na semana passada, a construtora já retomou o serviço”, disse a deputada.

Em relação às obras nos banheiros, o pagamento no valor de R$ 62 mil foi realizado ontem (31). “Com esse pagamento, a M Figueira Construções terá condições de voltar aos trabalhos e concluir a obra, acabando assim com o drama dos alunos que ainda não puderam retornas às aulas”, disse Maria Victória.

joao carlogs gomes-

de João Carlos Gomes:

O governo do estado do Paraná tem investido na expansão e no fortalecimento do sistema de ensino superior. Hoje, é o único estado brasileiro que mantém sete universidades com recursos próprios. Essa situação faz do Paraná um caso ímpar, seja pelo número de unidades, seja pelo volume de recursos financeiros aportados. Em termos relativos, Paraná e São Paulo são os estados que mais investem no ensino superior.

joão carlos e  dinorah

Nesta manhã, João Carlos Gomes, Secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Dinorah Nogara, Secretária da Administração e da Previdência, conversaram com as lideranças da manifestação de oposição ao pacote de reajustes proposto pelo governo do Estado, especialmente com os líderes dos professores universitários. Explicaram as mudanças necessárias para que o sistema previdenciário possa sobreviver e deixaram claro que as medidas não colocam em risco a aposentadoria dos servidores. As explicações foram bem aceitas pelos professores, que até então não sabiam da realidade dos fatos.