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Claudio Humberto, Diário do Poder

Os que hoje atacam o juiz Sérgio Moro e o ministro Gilmar Mendes, por decisões contrárias aos interesses do governo e do PT, na gatunagem investigada pela Lava Jato, foram os mesmos que há quase dois anos, em junho de 2014, divulgaram manifesto denunciando “arbitrariedades” do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, por manter na Papuda os ladrões transitados em julgado do mensalão.

O manifesto era contra o regime fechado do chefe da quadrilha, José Dirceu, e de José Genoino e Delúbio Soares, cúmplices no esquema. O documento exigindo que o STF pegasse leve com aqueles corruptos era firmado por “juristas”, “intelectuais”, artistas e integrantes do MST. Os defensores da ladroagem no PT acusaram Joaquim Barbosa de levar “caos ao sistema prisional” e “angústia e desespero” aos ladrões. Como hoje fazem, tentando intimidar a Justiça e blindar o “inimputável” Lula, em 2014 citaram “afronta ao Estado de Direito”, Corte de Haia etc.

alvaro dias - fachin- joaquim barbosa

do Lauro Jardim:

Álvaro Dias, que vai relatar a indicação de Luiz Edson Fachin para o STF, vai reunir uma série de depoimentos de juristas de prestígio para defender seu nome.

Em conversas com senadores, Dias tem usado o exemplo de Joaquim Barbosa para lembrar que a declaração de voto de Fachin em Dilma em 2010 não deve impactar necessariamente sua atuação no STF.

Barbosa foi eleitor de Lula e de Dilma, mas soube votar contra o PT quando julgou necessário.

de Josias de Souza:

O ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, plugou-se no Twitter na madrugada desta quarta-feira para comentar o valor que deputados e senadores enfiaram dentro do Orçamento da União para custear o fundo partidário em 2015.

“Escárnio”, Barbosa anotou. “Congresso aprova verba de quase R$ 900 milhões anuais para partidos políticos”, prosseguiu, arredondando para o alto a cifra de R$ 867,5 milhões sancionada por Dilma Rousseff. “Para que doações de empresas privadas?”, indagou.

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Na versão original do projeto orçamentário, o valor destinado ao fundo partidário era de R$ 289,5 milhões. A cifra foi triplicada pelo relator da proposta, o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Aprovada pelos congressistas, a peça foi à mesa de Dilma.

Foto: Fernando Donasci / Agência O Globo lula - agencia o globo

d’O Globo:

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem perdido prestígio. Segundo pesquisa Datafolha, a crise do governo da presidente Dilma Rousseff prejudica a imagem de Lula. De acordo com o levantamento, o índice dos que consideram o petista o melhor presidente da história caiu 21 pontos desde 2010.

Naquele ano, 71% dos eleitores consideravam Lula o melhor presidente da República. Em dezembro do ano passado, pouco tempo após a reeleição de Dilma, o prestígio do petista caiu para 56%. Na semana passada, a taxa reduziu e chegou a 50%.

Por outro lado, a atual crise de Dilma melhora a imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Enquanto em 2010 apenas 6% consideravam FH o melhor presidente, o percentual agora chega a 15%.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos.

Com a popularidade menor, Lula empataria tecnicamente com Aécio Neves, em uma nova eleição. Segundo a pesquisa, se houvesse uma nova eleição presidencial, o senador tucano ficaria com 33% dos votos. Lula teria 29% e Marina Silva, 14%. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa aparece com 13%.

fachin e cleve

O nome do 11º ministro do STF deve ser anunciado pela presidente Dilma Rousseff até hoje segundo fontes do governo e do Judiciário. Dois paranaenses aparacem na lista dos favoritos: os juristas Clèmerson Clève e Luiz Fachin. Figuram ainda os ministros do STF, Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell, Herman Benjamin e Benedito Gonçalves. Fecha a lista o tributarista Heleno Torres.

Clève e Fachin têm apoio do advogado Sigmaringa Seixas, ex-deputado do PT, próximo a Dilma e com trânsito no STF. O nome de Fachin ganhou apoio de Alvaro Dias (PSDB) e da bancada parananense no Congresso Nacional. Clève tem a simpatia dos ministros do STF Gilmar Mendes e Teori Zavascki.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Aliados de Renan Calheiros (PMDB-AL) avisaram ao Palácio do Planalto que o próximo passo do Senado pode ser a derrubada do indicado de Dilma Rousseff para a vaga de Joaquim Barbosa no STF (Supremo Tribunal Federal). O presidente da Casa quer ser ouvido sobre o nome antes de ele ser enviado para sabatina da Comissão de Constituição e Justiça. Dada a euforia com que o plenário reagiu à decisão de Renan de devolver a MP que revê desonerações, o risco de derrota do governo é real.

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O paranaense Clèmerson Merlin Clève é o favorito para assumir a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF, aponta a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo desta quarta-feira, 25. Segundo o jornal, a presidente Dilma Rousseff (PT), já conversou sobre o STF com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, e com o vice-presidente, Michel Temer (PMDB).

“O nome que lidera a aposta no STF é o de Clèmerson Merlin Clève, jurista do Paraná e sócio de uma universidade, a UniBrasil. A favor dele pesa a amizade com o ministro Teori Zavaski. Contra, o fato de já ter se declarado contra a política de cotas para minorias em concursos públicos. A vaga a ser ocupada é a de Joaquim Barbosa, que é negro”, diz Mônica Bergamo.

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Servolo de Oliveira e Silva, o petista que ameaçou de morte o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, e responde inquérito na Polícia Federal pela ameaça, ataca novamente. No Facebook, Oliveira e Silva é direto: “cala boca Joaquim” e diz que “o sujeito rasga a constituição, monta um cerco midiático dentro do STF, ataca até juízes que não se curvava a seus interesses, desconsidera documentos da PF tudo para condenar Petistas, depois deixa outros denunciados e crimes no mesmo esquema prescrever”. Veja a íntegra da postagem.

Na manhã de hoje, Dilma afirmou que vai consultar o Ministério Público para saber se há alguma restrição em relação aos escolhidos para comandar os Ministérios em seu segundo mandato (veja, aqui, a matéria). Joaquim Barbosa criticou duramente a decisão de Dilma. Via twitter, o ex-ministro do STF disse que a presidente “não dispõe de pessoas minimamente lúcidas para aconselhá-la em situações de crise” e falou em “degradação institucional”.

joaquim barbosa - twitter 22;12

Recentemente, o Estadão divulgou uma lista com 28 políticos supostamente envolvidos no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, segundo depoimento de Paulo Roberto Costa. Gleisi Hoffmann, ex-ministra chefe da Casa Civil de Dilma, estava na lista.

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O juiz federal Sergio Fernando Moro, que investiga as ligações do doleiro Alberto Youssef, foi o mais votado na lista tríplice da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) como indicação para a vaga do ministro Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. Moro recebeu 141 votos; os juízes Fausto De Sanctis, 134 e Leandro Paulsen, 123. Votaram 362 associados da Ajufe. A lista deve ser encaminhada para a presidente Dilma Rousseff. Para a Ajufe, a importância da escolha é que na atual composição do Supremo não há nenhum juiz federal de carreira.

Entre outros casos relevantes, Moro atuou nas investigações do Banestado e conduz atualmente as investigações envolvendo a Petrobras (“Operação Lava Jato”). Foi juiz instrutor do Supremo Tribunal Federal, tendo atuado como auxiliar da ministra Rosa Weber durante o julgamento do mensalão. Moro e De Sanctis têm livros publicados sobre o combate à lavagem de dinheiro e crimes financeiros. A escolha de ambos é uma indicação da importância que a Justiça Federal atribui ao combate à corrupção e ao crime organizado.