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Joaquim Levy Foto Fabio Motta Estadao

Os governadores devem perder até R$ 10 bilhões com o Fundo de Participação dos Estados (FPE) em 2015 por causa da redução no pagamento do Imposto de Renda pelas empresas. O cálculo é do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Em entrevista à Agência Estado, o ministro alerta que o projeto do governo para regularização e repatriação de ativos financeiros de brasileiros mantidos no exterior vai ajudar Estados e municípios esse quadro perda de arrecadação.

requiao - twitter 28.05.15 II

Na manhã de hoje, diante dos escândalos envolvendo a FIFA, a CBF e demais entidades do futebol, o Senador Roberto Requião (PMDB) questionou: “Quem era o Secretário da Fazenda do Rio que interagia com a FIFA em ‘desonerações e medidas especiais?’ ”

De acordo com os registros, Joaquim Levy, atual ministro da Fazenda, foi secretário da Fazenda do Rio de Janeiro durante a primeira gestão de Sérgio Cabral (2007-2010). Requião, vale lembrar, não esconde de ninguém sua antipatia às iniciativas propostas por Levy à frente da Economia.

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d’O Globo:

Ao chegar ao Ministério da Fazenda na manhã desta segunda-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o país precisa repensar o gasto de recursos públicos a longo prazo e que “acabou o dinheiro”. Segundo ele, há outras partes a serem levadas em conta, até mais estruturantes, como as novas concessões. Ele citou como desafio a obtenção de recursos para financiar os projetos de infraestrutura. O ministro chamou ainda da “adequado” o corte de R$ 69,9 bilhões no Orçamento de 2015, anunciado na última sexta-feira por seu colega do Planejamento, Nelson Barbosa.

— Vamos ver como reorganizamos o financiamento de longo prazo, agora que acabou o dinheiro e aquele modelo mais baseado em recursos públicos. Esses recursos acabaram.

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Via Assessoria Roberto Requião:

Em seu comentário para as emissoras de rádio, nesta quarta-feira (13), o senador Roberto Requião disse que todas as boas iniciativas da presidente Dilma terão acolhida favorável no Senado, como foi a aprovação do jurista Luís Fachin para o Supremo Tribunal Federal pela Comissão de Constituição e Justiça , na terça-feira. No entanto, assegurou, essa boa vontade do parlamento não se repete com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, cujas medidas de ajustes econômicos vão quebrar o país.

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Ricardo Noblat

Não sei se Joaquim Levy gosta de filmes policiais americanos. E se lembra da advertência feita pelos policiais na hora em que prendem alguém: “Você tem o direito de permanecer calado. Tudo o que disser poderá ser usado contra você no tribunal”.

Caso a advertência não seja feita e o preso diga algo que o incrimine, o que disse não será levado em conta. É o que manda a Constituição dos Estados Unidos.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Na última terça, o plenário do Senado discutia requerimento de Romero Jucá (PMDB-RR) para que o projeto de Lei do Terrorismo tramitasse em regime de urgência.

Após discussões, o senador Omar Aziz (PSD-MA) se antecipou à lei e definiu terrorismo por conta própria:

–Terrorismo é um ministro de Estado ligar para os senadores dizendo que o Levy vai se demitir se o Congresso derrubar o veto — afirmou, provocando risos.

O episódio a que se referiu foi o desabafo de Joaquim Levy (Fazenda) de se demitir caso o Congresso derrubasse veto de Dilma à prorrogação de subsídio de energia.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Joaquim Levy queria ter apresentado nesta sexta-feira um pacote de cortes mais profundo nas desonerações de folha de pagamento para acalmar o mercado e conter o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil. O titular da Fazenda defendia extinguir o benefício de setores inteiros da economia e mantê-lo apenas para indústria e construção civil. Dilma Rousseff decidiu pelo corte gradual, mas vigoroso. O objetivo é assegurar que não haverá recuo na meta de economia de 1,2% do PIB.