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O juiz Sérgio Moro, tal qual o conhecemos, não se limitou a condenar os petistas João Vaccari Neto e Renato Duque à pena de prisão por, respectivamente, 15 anos e quatro meses e 20 anos e oito meses.

Ele os condenou também ao pagamento de uma multa global de 66,8 milhões de reais, além de ordenar o confisco imediato de 43,4 milhões de reais depositados por Renato Duque em Mônaco.

Para Teori Zavascki, isso tudo é uma brincadeira.

– d’O Antagonista.

d’O Globo:

O Vaticano vai realizar pela primeira vez o julgamento de um religioso acusado de pedofilia. O tribunal vai se reunir no dia 11 de julho para avaliar o caso de Jozef Wesolowski, ex-embaixador da Cúria Romana na República Dominicana.

Wesolowski está sendo formalmente acusado de manter relações sexuais com menores e posse de material de pornografia infantil. De acordo com o Vaticano, os abusos teriam acontecido tanto em Roma quanto em Santo Domingo, capital da República Dominicana, entre 2008 e 2014.

“No primeiro caso se trata da posse de material pedófilo, um delito que o Papa Francisco introduziu na legislação do Vaticano em 2013. O segundo caso diz respeito ao abuso sexual de menores, baseado em uma acusação interposta para as autoridades judiciais de Santo Domingo”, comunicou o Vaticano.

A Santa Sé informou ainda que poderá analisar os computadores utilizados pelo religioso em busca de provas e “eventuais formas de cooperação internacional”. Além do anúncio sobre o julgamento de Wesolowski, o Vaticano também revelou que aceitou a renúncia de dois bispos americanos acusados de proteger padres pedófilos.

walter - atlético e atleticomg

No começo da noite de ontem (8) o atacante Walter, do Atlético Paranaense, foi absolvido pelo STJD em uma denúncia em que poderia pegar até 12 jogos de suspensão. O jogador foi julgado pela expulsão no jogo contra o Atlético-MG, na 3ª rodada do Brasileirão, quando foi acusado de xingar a arbitragem do jogo. Até mesmo sentenças mais modestas poderiam ser de grande prejuízo ao Furacão: uma suspensão por mais dois jogos, por exemplo, já deixaria o atacante de fora do Atletiba que acontece daqui duas rodadas. Mas a decisão da Justiça foi um alívio para a torcida rubro-negra: nenhuma pena além da suspensão automática, que Walter já cumpriu contra o Joinville. Em mais uma grande jornada do advogado Domingos Moro, o atacante foi apenas advertido e já está liberado para atuar na partida de domingo (14) contra o Grêmio, em Porto Alegre.

Foto: Marcelo Elias/ Gazeta do Povo carli fotogazeta

de Diego Antonelli, Gazeta do Povo:

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou seguimento do recurso interposto pela defesa do ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho para que o caso fosse julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa ainda pode recorrer pelo instrumento de agravo.

Com a decisão, assinada pelo desembargador Renato Braga Bettega, Carli Filho pode ir a júri popular ainda este ano. Em 2012, o TJ-PR havia negado recurso da defesa do ex-deputado estadual, que pedia que o caso fosse julgado como duplo homicídio culposo (quando não há intenção de matar).Isso evitaria que o ex-deputado fosse submetido a júri popular.

Carli Filho se envolveu em um acidente de trânsito, em 7 de maio de 2009, em Curitiba, que resultou na morte de Gilmar Rafael Souza Yared, 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, 20 anos. Em nova decisão, em 2014, com decisão unânime, a 1.ª Câmara Criminal do TJ-PR tinha encontrado, mais uma vez, indícios de que Carli Filho assumiu o risco de matar ao dirigir em alta velocidade e depois de ingerir bebida alcoólica.

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, afirma que a expectativa agora é para saber a data em que será marcado o júri popular. “Esperamos que isso aconteça este ano”, diz.

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Um dia após acertar sua transferência para a segunda turma do STF, que julgará a maior parte dos processos relativos à Lava Jato, o ministro Dias Toffoli foi recebido pela presidente Dilma Rousseff. Após o encontro de uma hora e meia, o ministro negou que tivesse discutido inquéritos que vão investigar o esquema de desvio de recursos da Petrobras. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Incompleto há sete meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentou, ontem, mais um problema gerado pela ausência de um dos integrantes da Corte. O julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade não pôde ser finalizado, pois o placar ficou empatado.

O decano da Corte, ministro Celso de Mello, reclamou da demora na indicação do novo membro do Supremo. “Essa omissão irrazoável e abusiva da presidente da República (…) já está interferindo no resultado no julgamento”, disse o ministro, após o empate.

vargas - _

O deputado André Vargas (ex-PT, sem partido-PR) impetrou no STF um pedido de mandato de segurança contra decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que rejeitou o recurso, no qual o deputado pedia a anulação do parecer do Conselho de Ética da Casa, que recomendou à cassação do seu mandato. O pedido, encaminhado nessa terça-feira (2), está nas mãos do ministro Luís Roberto Barroso.

Andre-Vargas

Por falta de quórum, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados adiou, pela quarta vez, a análise de um recurso do deputado André Vargas (PT-PR), que contesta um parecer do Conselho de Ética pedindo a cassação de seu mandato. Uma nova reunião da CCJ foi marcada para hoje. Vargas é acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, investigado pela Polícia Federal no âmbito da operação Lava Jato, que apura um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado R$ 10 bilhões. As informações são da Agência Estado.

Do Globo:

Pela segunda semana consecutiva, a falta de quórum inviabilizou a leitura e votação do parecer do deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ) sobre o recurso do deputado André Vargas (sem partido-PR) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Vargas questiona a condução, no Conselho de Ética da Casa, do processo que resultou na recomendação da cassação de seu mandato. Enquanto a votação se arrasta na Câmara, Vargas ganha tempo na tramitação de outro processo contra ele no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que poderá beneficiá-lo. O PT pediu o mandato dele na justiça eleitoral. O deputado perderia o atual mandato (que acaba em janeiro de 2015) por infidelidade partidária, mas poderia evitar a cassação do mandato pela Câmara e seu enquadramento na Lei da Ficha Limpa, o que tornaria Vargas inelegível por oito anos.