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O ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, que estava detido desde 2015 pela Lava Jato, deixou a carceragem da Polícia Federal PF nesta sexta-feira, 24. Passará a cumprir prisão domiciliar após o acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF) e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Lava Jato, Teori Zavascki. Com informações do G1 Paraná.

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O juiz federal Sérgio Moro recebeu os materiais referentes aos inquéritos que investigam um sítio em Atibaia e a um apartamento triplex no Guarujá, ambos em São Paulo. Os imóveis têm a propriedade questionada na Justiça. Investigadores buscam indícios de que o sítio e o apartamento pertencem ao ex-presidente Lula. As investigações apuram se o ex-presidente ocultou a propriedade desses dois patrimônios. As informações são d’O Paraná.

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O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo da presidente afastada Dilma Rousseff “jamais apoiou institucionalmente” a operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção envolvendo desvios da Petrobras.

A Lava Jato teve início em 2014, durante a gestão da presidente Dilma, e levou à prisão dirigentes do PT, como o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Petistas criticavam o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por não controlar a Polícia Federal na Lava Jato.

O governo editou nesta quinta-feira (28) a primeira portaria proibindo uma das empreiteiras – a Mendes Júnior – acusadas de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras de assinar novos contratos com a administração pública. A decisão se estenderá por, pelo menos, dois anos, quando a empresa não poderá ser contrata pelos governos federal, estadual e municipal.

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A Andrade Gutierrez, segunda maior empreiteira do país, fez doações legais às campanhas de Dilma Rousseff (PT) e de seus aliados em 2010 e 2014 utilizando propinas oriundas de obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico. A informação consta da delação premiada do ex-presidente da empresa Otávio Marques de Azevedo e foi sistematizada por ele em uma planilha apresentada à Procuradoria-Geral da República. As informações são de Bela Megale, Graciliano Rocha, Valdo Cruz e Leandro Colon na Folha de S. Paulo.

O ex-presidente e o ex-executivo Flávio Barra detalharam a planilha em depoimentos ocorridos em fevereiro, enquanto negociavam a delação premiada que espera homologação no Supremo Tribunal Federal.

app - protesto

A APP-Sindicato, em nota aos professores, se colocou contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e ataca as investigações levado a cabo pela Operação Lava Jato que apura os casos de corrupção no governo federal envolvendo políticos e agentes públicos. “Não é hora de se curvar. (…) é preciso ter coragem para denunciar… o conservadorismo e fascismo que insiste (sic) em se instalar no País”, diz a APP em convocação para a assembleia da categoria.

A APP-Sindicato diz não aceitar “a seletividade e a espetacularização midiática do atual processo de investigações que, no aparente combate à corrupção no setor público, esconde a essência da intencionalidade (sic) dos que detêm o poder econômico de frear os avanços conquistados pela classe trabalhadora na última década”.

foto_ Roberto Stuckert Filho

d’O Globo

O ex-secretário geral do PT Sílvio Pereira e Ronan Maria Pinto, dono do jornal Diário do Grande ABC, foram presos na manhã desta sexta-feira na 27ª fase da Operação Lava-Jato. Os dois tiveram prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o jornalista Bruno Altman, do site Brasil 247 e ligado ao ex-ministro José Dirceu, são alvos de condução coercitiva. Cinquenta policiais federais cumprem ainda oito mandados de busca e apreensão nos municípios de São Paulo (3 mandados de busca ), Carapicuíba (1), Osasco (1) e Santo André (3), todos na Grande São Paulo. A 27ª Fase foi batizada de Operação Carbono 14, em referência a procedimentos utilizados pela ciência para a datação de itens e a investigação de fatos antigos.

moro e barbosa

Claudio Humberto, Diário do Poder

Os que hoje atacam o juiz Sérgio Moro e o ministro Gilmar Mendes, por decisões contrárias aos interesses do governo e do PT, na gatunagem investigada pela Lava Jato, foram os mesmos que há quase dois anos, em junho de 2014, divulgaram manifesto denunciando “arbitrariedades” do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, por manter na Papuda os ladrões transitados em julgado do mensalão.

O manifesto era contra o regime fechado do chefe da quadrilha, José Dirceu, e de José Genoino e Delúbio Soares, cúmplices no esquema. O documento exigindo que o STF pegasse leve com aqueles corruptos era firmado por “juristas”, “intelectuais”, artistas e integrantes do MST. Os defensores da ladroagem no PT acusaram Joaquim Barbosa de levar “caos ao sistema prisional” e “angústia e desespero” aos ladrões. Como hoje fazem, tentando intimidar a Justiça e blindar o “inimputável” Lula, em 2014 citaram “afronta ao Estado de Direito”, Corte de Haia etc.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a atacar o juiz federal Sérgio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e o Ministério Público Federal.

“Internacionalizando e privatizando toda a economia Deltan e Moro serão muito úteis em uma empresa privada de vigilância”, disse Requião nesta segunda-feira, 28, no twitter.

“É clara e evidente a concorrência entre Moro e os membros do MP por entrevistas e aparições publicas. Um verdadeiro e ridículo BBB. Poses!”, afirmou o senador.

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Pedro Ribeiro, Paraná Portal

O senador paranaense, Roberto Requião (PMDB), acaba de dar sinais de que, efetivamente, vai pendurar as chuteiras. Muito próximo dos 80 anos de idade, acaba de inflamar grande parte da população brasileira, em especial a paranaense, com a atitude insólita de assinar, como único peemedebista, documento – “Reclamação Disciplinar” – elaborado pelos senadores petistas encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Sérgio Moro, coordenador da Operação Lava Jato.