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Mais da metade das indústrias de transformação – 54% delas – irão demitir se o benefício da desoneração de folha de pagamentos for retirado ou se houver elevação da atual alíquota de 1% para 2% do faturamento, conforme proposta do governo federal. Com a efetivação dessas dispensas, a indústria nacional pode perder 290 mil postos de trabalho, o que corresponde a 3,7% do estoque de trabalhadores do setor. Outras 57 mil vagas em setores do comércio e serviços também podem ser cortadas. Somente as demissões na indústria devem gerar redução de renda e consumo, além de elevar despesas com seguro-desemprego para o governo federal. O impacto negativo dessas perdas deve chegar a R$ 2,5 bilhões ao ano na arrecadação tributária líquida da União. As informações são do Valor Econômico.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Renan Calheiros (PMDB-AL) ficou de consultar os líderes, mas o Senado deve aceitar nesta terça-feira o acordo proposto por Joaquim Levy (Fazenda) para o impasse na renegociação das dívidas de Estados e municípios. Levy acenou com a eventual devolução de valor pago a mais ainda no fim deste ano, mas os senadores presentes à reunião sabem que a prioridade do ministro será cumprir o superávit primário de 1,2% do PIB —para, só em 2016, encontrar uma solução definitiva.

Bairrista? Primeiramente, Levy acenou com um acordo que atendesse só a Prefeitura do Rio, mas foi alertado pelos senadores de que isso não resolveria a crise com os demais Estados e municípios.

LEVY - JOA

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou ontem uma série de aumentos de impostos, que deve incrementar o caixa do governo em R$ 20 bilhões neste ano. O pacote incluiu a volta da Cide, zerada desde 2012, e aumento do PIS/Cofins sobre a gasolina. A alta da tributação de combustíveis representará uma arrecadação extra de R$ 12,2 bilhões, avaliou o secretário da Receita, Jorge Rachid.

A nova equipe econômica de Dilma, formada por Joaquim Levy, na Fazenda, e Nelson Barbosa, no Planejamento,  encara o novo mandato da presidente com a maior inflação dos últimos 12 anos. As projeções são de taxa acima de 1% para janeiro de 2015. A última vez que o IPCA (índice oficial da inflação) ultrapassou esse percentual foi em março de 2003. As informações são da Folha de S.Paulo.

Apesar da economia pífia, com previsão de crescimento zero no próximo ano, os preços são pressionados pela alta da luz, do dólar e possivelmente dos combustíveis e transportes coletivos.

Com a dificuldade de pagar contas, o governo orienta a equipe econômica cortou as isenções de impostos, como a do IPI para carros e linha branca e a não vai mais represar preços nas estatais, como fizeram nos meses anteriores à eleição.

Com todas essas notícias, a expectativa para a economia em 2015 é de consumo baixo, economia fria, crescimento nulo e inflação crescente. Haja coração.

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Joaquim Levy não fez exigências radicais, nem apresentou condições para assumir o Ministério da Fazenda. Contudo, ouviu de Dilma, num momento de bom humor: “Eu não vou ficar metendo o bedelho toda hora, não”. Às vésperas de nova reunião do Copom, quando a taxa de juros básica (Selic) deverá ganhar novo aumento, Levy e Nelson Barbosa, que será empossado no Planejamento, já trabalham em novos gabinetes do Planalto, próximos de Dilma.

Sabem que não terão uma vida tranquila. Dilma não apenas “mete o bedelho em tudo”, como discute minúcias e deverá ter a seu lado, como assessor especial, Arno Augustin, ainda no Tesouro Nacional. Só que, nessa largada, a Chefe do Governo aparenta estar disposta a praticar o que eles defendem.

Quem aprendeu a conhecer Dilma e a trabalhar com ela, sabe que carta branca na área econômica é alguma coisa que jamais dará a ministro algum. Ela se considera a economista-chefe do governo. Muitos apostam que a presidente irá colocando seus pontos de vista aos poucos. Nelson Barbosa tem uma boa relação com ela, Levy é rígido, embora cordial. De um jeito ou de outro, para eles haverá sempre a opção de cair fora. Para ela, essa opção não existe.

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Do Globo:

Depois de toda a polêmica provocada pelas declarações homofóbicas no debate da Rede Record, no domingo, 446.878 brasileiros foram às urnas para mostrar apoio ao candidato do Partido Renovador Trabalhista do Brasil (PRTB), José Levy Fidelix da Cruz. O total alcançado por ele se revelou longe da “maioria” que ele conclamou a “enfrentar a minoria”: foi menos de meio por cento dos mais de 100 milhões de votos válidos depositados em todo o país. E, de cada dez destes eleitores, sete (68%) vieram dos estados do Sudeste e do Sul, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

levy fidelix - debates

Levy Fidelix, presidenciável do PRTB que protagonizou polêmicas por causa da sua postura em relação ao casamento igualitário, alcançou neste ano uma votação bem mais representativa do que em 2010, quando também concorreu à presidência da República.

Em 2010, Levy teve pouco menos de 58 mil votos (0,06% do eleitorado brasileiro naquela época). Nas eleições deste ano, o candidato foi a escolha para presidente de aproximadamente 446 mil brasileiros (0,42% dos votos válidos).