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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli ( PMDB) rebateu nesta quarta-feira, 3, as afirmações de deputados da oposição sobre o envolvimento do governador Beto Richa com o desvio de recursos investigados na Operação Quadro Negro. “Repudio qualquer acusação ou insinuação que possa haver sobre a existência de caixa 2 na campanha eleitoral e reafirmo minha confiança que possam ter sido injustamente acusados. O governo não tem absolutamente nada a esconder e quer a transparência”, disse.

Romanelli lembrou que foi o governo do Estado que deu início às investigações sobre os desvios ocorridos nas obras de escolas públicas. “O governo agiu, tem agido e continuará a agir para apurar com rigor doas as responsabilidades“, disse.

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Um surto de demagogia tomou conta de setores da Assembleia nesta quarta-feira (10) e colocou sob ameaça um acordo construído a duras penas entre os deputados de situação, de oposição, governo do estado e APP Sindicato que levou ao fim da greve de mais 45 dias dos professores da rede estadual.

Os oposicionistas que ajudaram a construir o acordo, e que louvaram a busca pelo entendimento, passaram a dizer que não vão votar a favor do projeto. A compulsão por faturar falou mais alto que a palavra solenemente empenhada.

O líder do governo, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), fez um discurso duríssimo condenando o jogo duplo e o rompimento da palavra dada. Ressalvou as deputadas, que mantém uma postura impecável, e condenou os homens que “não honram as calças que vestem”.

Apesar do clima pesado, a constitucionalidade do projeto que estabelece o aumento dos servidores foi votado e aprovado hoje, por 30 a 16 votos. Na segunda-feira (15), no entanto a nova votação vai ocorrer sob um clima de incerteza, por conta da virada de casaca de parlamentares da oposição.

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da Banda B:

Como todos os prazos para cumprir o calendário escolar para 2015 já foram estourados e o desgaste do Governo também já ultrapassou todos os limites, surge a possibilidade de que os dois lados cedam e cheguem a um acordo nesta semana, acredita o deputado Luiz Cláudio Romanelli, líder do governo. A paralisação completa nesta segunda-feira 29 dias, mesmo tempo que durou a primeira greve no início do ano. Mas agora o governo não quer negociar, ao menos enquanto os professores não voltarem ao trabalho.

A proposta de Romanelli (PMDB), junto à APP-Sindicato, que representa os professores, é da reposição integral da inflação, de 8,17%, mas de forma escalonada, de acordo com as possibilidades de Caixa do Estado, desde que isso ocorra ainda em 2015. Dessa forma, os dois lados cederiam. Os professores conseguiriam a reposição integral, mas não só de uma vez como querem, e o Governo subiria a proposta de reajuste de 5% para 8,17%, mas de forma escalonada, de acordo com a capacidade de caixa.

sciarra e romanelli1

O chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD) passa a despachar semanalmente, todas as terças-feiras, na Assembleia Legislativa, atendendo os parlamentares da base de apoio ao governo. A proposta é do líder da bancada governista, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB). “É uma forma de evitar o afastamento entre a base e o governo. Já está acertado que a Casa Civil não enviará nenhum projeto à Assembleia sem antes discutir com a liderança do governo”, disse Romanelli.

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O prefeito Gustavo Fruet (PDT) convidou o vereador Paulo Salamuni (PV) para assumir a liderança do governo no legislativo municipal. O anúncio será feito hoje. O cargo era exercido, até o ano passado, por Pedro Paulo (PT) – que irá assumir, nos próximos dois anos, a segunda secretaria da Câmara. O cargo a ser ocupado por Salamuni é considerado uma posição de poder, mas também de muita dor de cabeça. Ele será o responsável por fazer a ponte entre a prefeitura e a Câmara, uma relação que, desde o início, está sendo bastante complicada. Jonny Stica (PT) foi convidado para a vice-liderança. Com informações de Notas Políticas/Gazeta do Povo.

fruet e salamuni -

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) já enfrenta os percalços da rejeição e desempenho pífio nas pesquisas. Agora está atrás de um líder de governo na Câmara de Vereadores de Curitiba. O primeiro sondado, Paulo Salamuni (PV) enfrenta resistências da base aliada e deve unificar a oposição que já conta com 14 dos 38 vereadores. Salamuni diz que vai aceitar a proposta de Fruet. “Mas é tudo que a oposição quer. Não vai ser fácil o trabalho nos próximos dois anos”, disse um vereador da base aliada de Fruet. O prefeito deve anunciar seu líder nos próximos dias.

ex-lider dilma

Ex-líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) criticou a gestão de Dilma Rousseff (PT) e declarou que vai votar no candidato tucano Aécio Neves. As afirmações foram feitas em palestra a economistas em Roraima na última quarta-feira, 13, poucas horas após a morte de Eduardo Campos.

Para o senador, que é do partido de Michel Temer, candidato a vice na chapa pela reeleição de Dilma, o Brasil não suporta mais quatro anos da forma que está sendo gerenciado pelo PT. “Você tem um governo ideológico na forma de comandar a economia”, disse, antes de afirmar que o modelo econômico atual daria certo em países como Albânia e Casaquistão. “A gente tinha duas opções de voto. Era o Aécio e o Eduardo. Hoje, perdemos um. Eu vou votar no Aécio”, declarou.

segundo turno presidencial

Além do empate técnico com Aécio Neves (PSDB) no 1° turno (21% x 20%), Marina Silva (PSB) também conseguiu igualar tecnicamente o índice de Dilma (PT) em uma virtual disputa de segundo turno. Marina teve 47% contra 43% da atual presidente Dilma.

Esta não é a primeira vez que Dilma (PT) vê uma pesquisa apontar empate técnico em uma disputa de segundo turno. Anteriormente, o mesmo Datafolha apontou um empate técnico entre Dilma (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Para este novo levantamento, o Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. Registro no TSE: BR-00386/2014.

Infográfico: Folha de S. Paulo.

Ele vive entre dois mundos, com um pé fora do eixo e o outro dentro do governo, Na foto Capilé com Dilma.

Helena Borges, na Veja

Pablo Santiago Capilé Mendes, de 34 anos, vive em dois mundos. No circuito Fora do Eixo (FdE), nome da comunidade que fundou e da qual é líder com status de guru, ele diz ser politicamente apartidário e defende a independência financeira do grupo a ponto de, dentro dele, fazer circular um dinheiro de mentirinha, o card. A “moeda” serve para “remunerar” o trabalho de cerca de centenas de jovens que moram nas 25 casas do FdE, espécie de repúblicas de muros grafitados onde tudo é de todo mundo — incluindo as roupas, guardadas em um armário único e à disposição do primeiro que chegar.

Já no outro mundo em que vive, Capilé é um “companheiro”, como se referiu a ele o presidente do PT, Rui Falcão, e o dinheiro com que lida não só é de verdade como vem, em boa parte, dos cofres públicos.