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Charge do argentino Liniers em homenagem à revista Charlie Hebdo

Nada do que é humano me é estranho, escreveu Terêncio. Haja estômago. O episódio de Paris, quando dois homens invadiram a sede da publicação “Charlie Hebdo” e mataram doze pessoas e feriram outras vinte, me deixou abalado e mais uma vez fui invadido pela sensação de que não há esperança para a espécie.

Entre os mortos, cartunistas que eu amava, Cabu e Georges Wolinski. Os terroristas gritavam “Alá é grande”. Revidavam à publicação de charges do profeta Maomé, em 2011. Foi também um atentado contra a liberdade de expressão. Fanáticos de qualquer catadura não aceitam outra verdade que não seja a sua. Na época, a ira de alas muçulmanas radicais lançou um atentado a bomba contra a publicação.