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da Gazeta do Povo:

O Gaeco deflagrou, na manhã desta quarta-feira (10), a segunda fase da Operação Publicano, que investiga uma suposta organização criminosa formada por auditores fiscais, contadores e empresários para facilitar a sonegação fiscal mediante o pagamento de propina. Estão sendo cumpridos mais de 50 mandados de prisão em pelo 10 cidades paranaenses, entre elas Curitiba, Londrina, Arapongas e Apucarana.

A ação de hoje centrou fogo na cúpula da Receita Estadual, no que o Gaeco considera o “núcleo político” do esquema criminoso. Apesar de os nomes ainda não terem sido divulgados, a Gazeta do Povo conseguiu apurar que altos dirigentes da Receita tiveram mandado de prisão decretada.

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O deputado Elio Rusch (DEM) disse nesta nesta terça-feira (7) que os deputados da oposição que insistem criar confusão através de fotos tiradas há vários anos e que estão sendo usadas na tentativa de criar factoides e manipular a opinião pública.

Rusch levou para tribuna várias fotos do senador Roberto Requião (PMDB) em companhia do ex-ministro José Dirceu (PT), condenado por corrupção ativa no escândalo do mensalão e outras figuras polêmicas. “Aqueles que mostram fotos olhem para seu passado. Não dá para expor a vida pessoal. Temos que separar o que é vida pública da vida pessoal. Posso trazer milhares de fotografias que hoje estão presas por corrupção e ladroagem”, ponderou Rusch. “Uma foto pode ser usada de mil formas, inclusive para construir histórias fantasiosas para destruir imagens”, emendou.

Segundo o deputado, todos estão sujeitos a interpretações duvidosas. “Não posso me calar quando vejo tentativa de exploração de uma fotografia. Todos estão sujeitos a interpretações maldosas e a mal entendidos. O governador é uma pessoa pública, tira fotos com milhares de pessoas, mesma coisa é tentar acusar as pessoas, querer fazer ligações, assim como os, promotores tiraram com um dos denunciados, a foto de boa fé, os promotores não sabiam que foto poderia ser usada, ou seja não podemos condenar uma pessoa por uma foto tirada no passado”, completou.

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Desde 2012, está em andamento na 3ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, um processo que investiga fraude em sete licitações promovidas pelo governo Requião para o serviço de manutenção da frota de automóveis do estado no período de 2004 a 2010. O processo faz parte de investigação e de ação civil pública do Ministério Público e tem como réus a ex-secretária de Administração, Maria Marta Lunardon, o ex-chefe do Departamento de Administração de Material, Roberto Dalledone, entre outras 25 pessoas ligadas ao governo Requião e sócios da oficina Precisão, de Jacarezinho, beneficiada no esquema.

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Oficina venceu sete concorrências para manutenção de veículos oficiais em 46 cidades entre 2004 e 2010.

Fraude e irregularidades em licitações estaduais de oficinas para manutenção de veículos oficiais é coisa que vem da época do governo de Roberto Requião, do PMDB. O Ministério Público denunciou sete concorrências no valor de R$ 9,2 milhões eentre 2004 e 2010. Na época, ninguém foi preso. A notícia só foi divulgada pela Gazeta do Povo na edição de 27 de setembro de 2012, quando Requião já não era governador e a secretária da Administração e Previdência (Seap)Maria Marta Webber Lunardon(foto) já tinha deixado o cargo.

Leia a seguir a matéria publicada na Gazeta do Povo em 2012.

MP ACUSA EMPRESA DE FRAUDE EM LICITAÇÕES ESTADUAIS

Diego Ribeiro

– Texto publicado na edição impressa de 27 de setembro de 2012 da Gazeta do Povo

Investigação do Ministério Público (MP) do Paraná coloca em suspeição sete licitações para serviço de manutenção de 539 veículos do governo do estado em 46 municípios da região do Norte Pioneiro. O valor das licitações chega a R$ 9,2 milhões – o equivalente a 23% dos R$ 40 milhões gastos no ano passado com a manutenção de toda a frota oficial do estado.

Foto: Sandro Nascimento/ Alep alep - sandro nascimento

Segundo registros do Diário Oficial da casa, em 2001 Luiz Abi Antonou foi nomeado para um cargo de Comissão na Assembleia Legislativa do Paraná em um gabinete inexistente. Abi foi nomeado para o gabinete do deputado estadual Beto Richa, que, naquele período, já havia renunciado e assumido o cargo de vice-prefeito de Curitiba, na gestão de Cassio Taniguchi. Depois de tomar posse do cargo, Abi recebeu salário durante seis anos.