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Foto: Arnaldo Alves -ANPr
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O secretário Mauro Ricardo Costa (Fazenda) disse nesta terça-feira, 29, que a mudança feita no balanço nas contas do Estado de 2014, feita a pedido Tribunal de Contas do Estado, não se trata, de forma alguma, de manobra ou pedalada como ocorreu há pouco tempo nas contas do governo federal.

“Não foi nenhuma manobra e não foi nenhuma pedalada. A pedalada, dita que o governo federal fez, trata-se de uma operação de crédito não contratada, ou seja, uma despesa que era responsabilidade do governo federal que foi paga por instituições financeiras oficiais sem autorização legislativa. Isso que é caracterizado uma pedalada. Alteração de metas não é classificada como pedalada e isso é feito anualmente por diversos entes, inclusive pelo governo federal”, disse Mauro Ricardo em entrevista para rádios de Curitiba.

mauro ricardo2 Em meio ao embate com servidores em greve por reajuste maior que o proposto, o governo recebeu um alerta do Tribunal de Contas do Estado por excesso de gastos com pessoal no segundo quadrimestre do ano passado. O valor da folha de pagamento representou 48,38% do orçamento do Paraná, o equivalente 98,7% do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal – de 95%. As informações são da Folha de Londrina.

O limite legal de gastos com pessoa para Estados é de 49% do Orçamento total. Numa comparação, se a arrecadação prevista fosse de R$ 1 bilhão, o máximo a ser gasto com pessoal é de R$ 490 milhões. Quando a folha de pagamento chegar a 95% disso, atinge o limite prudencial.

Para o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o problema com folha de pagamento ocorreu porque, entre 2011 e 2014, a folha subiu muito além da arrecadação. Saiu, de acordo com ele, de R$ 10,8 bilhões em 2010 para R$ 18,8 bilhões no ano passado. “São 74% a mais de despesas, muito mais do que cresceu a receita”, diz.

secretariado - richa - francischini, paulino, michele

Pois, pois, temos duas novidades e três repetições. Mauro Ricardo será o secretário da Fazenda. Importado da Bahia, embora seja produto de São Paulo, terá a difícil missão de organizar a economia depois da passagem de Luiz Carlos Hauly pelo cargo.

Fernando Francischini será o secretário de Segurança Pública, cargo que almeja desde o primeiro governo de Richa. Substitui Leon Grupenmacher.

Os outros três são mais dos mesmos. Michele Caputo fica na Saúde; Norberto Ortigara, na Agricultura; e Paulino Vaiapiana na Cultura.