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do Painel, Folha de S. Paulo:

Joaquim Levy queria ter apresentado nesta sexta-feira um pacote de cortes mais profundo nas desonerações de folha de pagamento para acalmar o mercado e conter o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil. O titular da Fazenda defendia extinguir o benefício de setores inteiros da economia e mantê-lo apenas para indústria e construção civil. Dilma Rousseff decidiu pelo corte gradual, mas vigoroso. O objetivo é assegurar que não haverá recuo na meta de economia de 1,2% do PIB.

Foto: Daniel Castellano – Gazeta do Povo mauro ricardo costa - foto castellano

de Euclides Lucas Garcia, Gazeta do Povo:

Fontes do governo do Paraná e deputados da base aliada admitem que um dos principais erros do “pacotaço” enviado à Assembleia Legislativa foi ter misturado mais de uma dezena de assuntos complexos e totalmente distintos em apenas dois projetos de lei. E, um erro maior ainda, foi ter tentado aprová-los na base do tratoraço, em menos de uma semana de tramitação. O resultado foi que as medidas de uma maneira geral − mesmo as propostas positivas − receberam o carimbo de prejudiciais à população e ao funcionalismo público. O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, porém, garante que todas elas são benéficas e já deram certo em outros estados e mesmo na União. “Não tem nenhuma jabuticaba paranaense [no ‘pacotaço’]”, afirmou.

A reportagem da Gazeta do Povo foi buscar esses precedentes e ver os prós e contras de cada um deles.

Leia na sequência.

Foto: Carlos Cecconello/Folhapress
mauro ricardo costa --

de Estelita Hassa Carazzai, Folha de S. Paulo:

Apelidado pela oposição de “Maurinho Malvadeza”, o secretário da Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo Costa, diz que é necessário um ajuste fiscal imediato e severo.

Veja a entrevista que Mauro Ricardo Costa concedeu à Folha, falando sobre a situação financeira do estado e as medidas adotadas pelo Governo.

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“O país vive uma crise e o governo do Paraná dá exemplo ao adotar com rapidez medidas saneadoras”

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), afirma que as medidas propostas pelo Governo do Estado para cortar gastos e aumentar a arrecadação são fundamentais para o equilíbrio das contas públicas, além de assegurar a execução de obras e programas de governo. As propostas serão votadas já nesta segunda-feira, 9, pelos deputados.

beto -- richa

O governador Beto Richa vai encarar um período de turbulências. A malta corporativista ameaça com protestos, manifestações e insultos. Compreende-se. Enfim um governador decidiu sepultar vícios políticos da nossa tradição tupiniquim, a começar pelo hábito de governar para unicamente garantir a próxima eleição, e se pôs a administrar o Estado com obstinada determinação de reduzir despesas, enxugar a máquina e corrigir desvios acumulados em décadas por uma estrutura burocrática mal acostumada a benesses e boa dose de laborfobia.

Há uma logorréia queixosa sobre as medidas do governo que o PT e assemelhados chamam de pacote de maldades. Ora, pois, algumas das medidas são absolutamente necessárias e justas para conter despesas, o que leva a perguntar por que não foram adotadas antes. Por exemplo:o governo suspendeu o pagamento de auxílio transporte para servidores da Educação que estão afastados do trabalho. Errado e injustificável era pagar o benefício indevidamente.

de Euclides Lucas Garcia, Rogério Galindo e Fernando Martins, Gazeta do Povo:

O governo do Paraná enviou ontem à Assembleia Legislativa um novo pacote de medidas duras para tentar resolver os sérios problemas de caixa que afetam o Executivo. São 13 pontos divididos em dois projetos de lei que deverão ser votados a toque de caixa pelos deputados para aumentar a receita e diminuir os gastos do estado. Além disso, o governo anuncia um contingenciamento de R$ 11 bilhões – o que representa aproximadamente 25% do orçamento de 2015.

Veja as medidas anunciadas.

dilma e levy -

O ‘ajuste’ econômico adotado por Dilma Rousseff consiste em sugar quem vive de trabalho e salário.

de Jânio de Freitas:

Vai continuar, mas a prova já está feita. A política de “ajuste” econômico adotada pelo segundo mandato de Dilma Rousseff consiste em sugar quem vive de trabalho e salário. Todas as medidas lançadas para aumentar a arrecadação do governo ou a redução dos seus gastos configuram uma política antissocial.