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Ricardo Noblat

Quando a Câmara dos Deputados autorizou a instauração do processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff foi aconselhada por Jaques Wagner, o ministro-chefe da Casa Civil, a telefonar para cada um dos 137 deputados que votaram contra. Ela deveria agradecer pelo que eles fizeram.

Wagner deu a Dilma a lista dos 137 com os respectivos números de celulares, dos telefones fixos e de outros telefones onde poderiam ser encontrados. Pôs quatro telefonistas do Palácio do Planalto à disposição de Dilma para fazerem as ligações.

Dilma desprezou o conselho de Wagner. Telefonou para poucos deles.

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O presidente Michel Temer ordenou que sua equipe realize uma revisão de todos os atos que Dilma tomou nas últimas semanas de governo. A ideia é passar pente fino em tudo que envolve orçamento, nomeações e contratos. Desde maio, os assessores mais próximos de Temer avaliam a “ocupação” do governo por aliados do PT, mas a intenção é apenas fazer mudanças mais profundas e permanentes após a aprovação do processo de impeachment no Senado Federal. As informações são de Cláudio Humberto no Diário do Poder.

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O presidente interino, Michel Temer, aconselhou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a renunciar ao cargo de comando na Casa na última conversa que eles tiveram, no domingo. Cunha sempre disse que não renunciaria, mas nessa conversa mostrou muito mais insegurança. O deputado confidenciou que teme que sua mulher, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle, investigadas na Lava-Jato pelo juiz Sérgio Moro, sejam presas, se ele perder o cargo. Por isso, tenta uma última cartada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para anular a decisão do Conselho de Ética que aprovou a cassação de seu mandato. As informações são d’O Globo.

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Na contramão do discurso de austeridade fiscal do presidente interino, Michel Temer, medidas aprovadas ou patrocinadas por seu governo elevaram gastos públicos. Só na quarta-feira, Temer avalizou um aumento de despesas de mais de R$ 3,6 bilhões até o fim do ano, com o anúncio de reajuste dos benefícios do Bolsa Família (R$ 1,6 bilhão), acima do patamar proposto por Dilma Rousseff, e a aprovação no Senado do reajuste dos servidores do Judiciário e do Ministério Público da União (R$ 2 bilhões), apoiado pelo Palácio do Planalto. As informações são d’O Globo.

Lauro Jardim

Em seus primeiros 30 dias, sem alarde, o governo Temer extinguiu 4.307 cargos em comissão, ou seja, aqueles em que se pode nomear funcionários de fora do quadro do serviço público.

Isso significa uma economia anual de R$ 231,9 milhões. Mais: 10.562 cargos que até então eram também para serem preenchidos por indicação de políticos, agora só podem ser exercidos por servidores concursados.

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O governo de Michel Temer quer que a idade mínima para a futura geração se aposentar chegue aos 70 anos. A ideia, segundo uma fonte do governo que está participando das discussões, é estabelecer no projeto que será enviado ao Congresso duas faixas: a primeira, de 65 anos; e a segunda, de 70 anos, para ser aplicada só daqui a 20 anos.

Há praticamente consenso de que a reforma da Previdência em estudo deverá estabelecer 65 anos como idade mínima a partir da aprovação do texto, mas com uma regra de transição que não penalize tanto quem já está no mercado de trabalho e ainda menos quem está mais próximo da aposentadoria.As informações são d’O Globo.

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Michel Temer, apesar de lamentar e dizer que é um “fato doloroso”, salientou que “é preciso prestar obediência às decisões (judiciais).”

O presidente em exercício, Michel Temer, afirmou em entrevista exclusiva à Rádio Estadão que lamenta o contexto da prisão de Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma. “Vi a declaração de Gleisi de que ele (Paulo Bernardo) foi detido na frente dos filhos. É um fato doloroso e eu quero lamentar publicamente a prisão dele”, afirmou Temer. As informações são do Estadão.

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT) divulgou, nesta quinta-feira, uma nota em sua página no Facebook afirmando que a operação que levou à prisão do seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, teria como objetivo desviar o foco do governo interino de Michel Temer. Ela afirmou ainda que a ação teria relação com o processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff. As informações são d’O Globo.

“Não me cabe outra explicação que não o desvio de foco da opinião pública deste governo claramente envolvido em desvios, em ataques aos direitos conquistados pela população. Garantir o impeachment é tudo o que mais lhes interessa neste momento”, diz trecho.

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Informe, Folha de Londrina

Apelo – A Confederação Nacional de Municípios (CNM) protocolou esta semana a carta municipalista ao presidente interino Michel Temer. No documento, a entidade cobra o cumprimento do pacto para renegociar dívidas e pede o mesmo tratamento dado aos estados, com descontos na dívida e carência nas parcelas. Na carta, a CNM manifesta estranheza e descontentamento com a exclusão de prefeitos na reunião com presidente para discutir a renegociação.