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O advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, amigo de Michel Temer (PMDB), já está fora do possível governo do Vice. As informações são da Folha de S. Paulo. Mariz era cotado para ser o novo ministro da Justiça, mas após declaração “ruim” e “errática”, de acordo com Temer, assessores confirmaram que o nome do criminalista está “descartado” para sua futura equipe caso o Senado aprove a admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma.

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No PT cresce a pressão para o ex-presidente Lula assuma a Casa Civil e passa a comandar um ministério de notáveis no governo Dilma Rousseff. O ex-ministro Nelson Jobim já é lembrado para Justiça e Henrique Meirelles para a Fazenda. Outro nome de peso é sondado para a Saúde. “Dilma só faz trapalhada, não conversa com ninguém, não gosta de política e não tem estatura para o cargo que ocupa, ninguém mais a respeita”, diz um petista do círculo de Lula.

O petista, que é do Paraná, lembrou que Lula tinha no seu governo nomes como Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Roberto Rodrigues (Agricultura), Eduardo Campos (Ciências e Tecnologia) e Marcio Thomas Bastos (Justiça). “Dilma ficou refém do baixo clero do Congresso e se não mudar, será mudada”.

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O ex-presidente Lula está sendo pressionado a assumir um ministério no governo Dilma Rousseff. Mas, até agora, ele resiste. Com o avanço da Lava Jato, aliados de Lula dizem que ele precisa de foro privilegiado porque, segundo eles, do jeito que a operação caminha, o petista pode ter a prisão decretada. As informações são Vera Rosa e Adriano Ceolin no Estadão.

O assunto foi tratado nesta terça-feira, 8, à noite em reunião de Lula, Dilma e ministros, no Palácio da Alvorada. Se Lula ocupar um ministério, eventual pedido de prisão precisa ser autorizado pelo STF e o ex-presidente não ficará nas mãos do juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na 1.ª instância.

dilma e lula_ foto instituto lula

Painel, Folha de S. Paulo

A presidente Dilma Rousseff topou oferecer um ministério a Lula para evitar que ele possa ser preso na Lava Jato por uma decisão de Sergio Moro. Ministros do círculo próximo tanto da petista quanto de seu antecessor entraram numa verdadeira operação nesta terça-feira para convencê-lo a aceitar a oferta. No centro do governo, há fortes temores de que a operação possa tentar levar Lula à prisão. Até o início da noite, antes portanto do jantar no Alvorada, ele ainda resistia à ideia.

D’O Globo:

SÃO PAULO E BRASÍLIA – Cerca de 70 policiais federais cumprem na manhã desta quinta-feira a 18ª fase da Operação Lava-Jato. O ex-vereador do PT de Americana (interior de SP) Alexandre Correa de Oliveira Romano foi preso em São Paulo, suspeito de operar no esquema de corrupção, revelado pelo GLOBO, com a empresa Consist.

A nova fase pretende reunir documentos que ajudem comprovar crimes de corrupção e lavagem envolvendo contratados do Ministério do Planejamento. Os investigadores descobriram que o esquema operou até o mês passado, com repasse de dinheiro a empresas indicadas por intermediários ligados ao PT. Os pagamentos ocorriam por meio de empresas de fachada, segundo a PF.

A ação ocorre em Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Curitiba. São 11 mandados judiciais, além de um pedido de prisão temporária e dez de busca e apreensão. A ação foi batizada de “Pixuleco II”. Na semana passada, a 17ª fase da operação prendeu o ex-ministro petista José Dirceu. Romano será levado para a Superintendência da PF, em Curitiba.

O caldo entornou nesta madrugada de sábado. Dois honoráveis membros do Ministério Público participavam de animado karaoke em casa noturna na Alameda Cabral. De repente, não mais que de repente, um desentendimento virou pugilato. O motivo do desentendimento é controverso. Musical? Passional? Meninas de saliência? Ora, pois, o certo é que um dos honoráveis promotores de Justiça mexeu com a namorada de um rapaz que lá estava num grupo festivo de 15 jovens. O pau comeu e virou pancadaria geral com direito a socos, pernadas, gritaria, histerismos e palavrões que fizeram corar as mulheres que trabalham na Casa.

A gloriosa Polícia Militar do Paraná foi chamada e colocou ordem no salão. Enquadrou os brigões e levou todo mundo para o CIAC-Sul. Na Delegacia, foi feito um Termo Circunstanciado, onde consta que a dupla do Ministério Público exigiu que não lhes pusessem as mãos. Otoridades. Todo mundo assinou e a malta foi liberada para terminar a noitada.

Com exceção de um dos rapazes agredidos pelo promotor de Justiça, que levou uma garrafada na cabeça e foi encaminhado ao Hospital Cajuru e precisou levar cinco pontos.

Quem ficou no prejuízo foi o proprietário da Casa, que quer saber onde vai cobrar o que perdeu no quebra-quebra.

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Pressionada para elevar um representante da bancada da Câmara a posto de destaque no governo Dilma, a cúpula do PDT marcou para o próximo dia 14 de julho reunião entre parlamentares e a executiva da legenda. O encontro será realizado para discutir a permanência de Manoel Dias no comando do Ministério do Trabalho. Na lista dos cotados para substituir Dias estão os deputados Afonso Motta (RS), Ronaldo Lessa (AL) e Sérgio Vidigal (ES). As informações são do Estadão.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Ao convidar Michel Temer para a coordenação política do governo, Dilma Rousseff queria que ele assumisse a Secretaria de Relações Institucionais. O vice-presidente recusou e disse que não seria ministro. Foi ele quem sugeriu o desenho em que as atribuições da agora extinta SRI passassem ao guarda-chuva da Vice-Presidência, o que garante que os acordos que ele selar serão cumpridos e evita choque de atribuições com a Casa Civil, que haveria com qualquer outro ministro.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Na última terça, o plenário do Senado discutia requerimento de Romero Jucá (PMDB-RR) para que o projeto de Lei do Terrorismo tramitasse em regime de urgência.

Após discussões, o senador Omar Aziz (PSD-MA) se antecipou à lei e definiu terrorismo por conta própria:

–Terrorismo é um ministro de Estado ligar para os senadores dizendo que o Levy vai se demitir se o Congresso derrubar o veto — afirmou, provocando risos.

O episódio a que se referiu foi o desabafo de Joaquim Levy (Fazenda) de se demitir caso o Congresso derrubasse veto de Dilma à prorrogação de subsídio de energia.