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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, garantiu apoio para a regularização do atendimento médico prestado a estrangeiros pelo Hospital Municipal Padre Germano Lauck, de Foz do Iguaçu. A unidade é uma das mais procuradas por turistas que visitam a cidade e tem dificuldade em receber honorários do SUS pelos serviços prestados.

Barros esteve em Curitiba nesta segunda-feira (18), e o compromisso de contribuir para que a situação seja resolvida aconteceu durante reunião com o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, e representantes do município no Palácio Iguaçu. Este foi um dos assuntos tratados pela prefeita em exercício de Foz do Iguaçu, Ivone Barofaldi da Silva, que também esteve na sede do governo estadual.

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ontem que vai defender a criação de um plano de saúde “mais popular”, com acesso a menos serviços que a cobertura mínima obrigatória determinada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas também com menor custo ao consumidor. Segundo Barros, a medida pode “contribuir com o financiamento do SUS”. “A ANS estabelece uma cobertura mínima para os planos. Isso implica também num custo para essa cobertura estabelecida. O que estamos propondo é uma flexão para que possamos ter planos com acesso mais fácil à população e com cobertura proporcional a esse acesso. É ter outras faixas de plano de saúde para que mais pessoas possam contribuir com o financiamento da saúde no Brasil”, disse. As informações são d’O Diário de Maringá.

SUS

O Ministério da Saúde liberou nesta semana mais R$ 37,5 milhões para reforçar o atendimento pelo SUS em hospitais universitários de todo o país. Somente na região Sul foram R$ 11,7 milhões. Os recursos já estão disponíveis.

Os valores são do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). Com isso, as universidades mantenedoras ganham maior capacidade orçamentária para estimular a oferta de ensino, pesquisa e atendimento de qualidade.

SUS (1)

O ministro da saúde, Ricardo Barros, anunciou durante reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que conseguiu, junto à equipe econômica do Governo Federal, descontingenciar R$ 5,6 bilhões do orçamento da saúde. Os recursos vão compor os R$ 118 bilhões do orçamento de 2016. Haverá ainda um crédito de R$ 550 milhões para novos credenciamentos.

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O ministro da Saúde Ricardo Barros quer fortalecer o Complexo Industrial da Saúde. Nesta quarta-feira (29), durante o 6º Fórum Latino Americano de Biossimilares, realizado em Brasília, ele destacou a importância da competitividade do setor para a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as ações estão o aumento da concorrência, redução de preços e maior eficiência das parcerias de transferência de tecnologia entre empresas públicas e privadas.

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Em sua missão de coletar informações sobre boas práticas de gestão hospitalar para replicá-las no país, o ministro da Saúde Ricardo Barros esteve neste domingo (26) no hospital Angelina Caron, Região Metropolitana de Curitiba.

Acompanhado pelo dr. Marco Antonio Caron, um dos fundadores da unidade, Barros visitou as instalações do hospital que é considerado uma referência na região Sul do Brasil. A deputada estadual e pré-candidata à prefeitura de Curitiba, Maria Victoria, também acompanhou a visita.

Hoje, 27, o ministro continua a agenda nas cidades catarinenses de Joinville e Florianópolis.

Miami_herald

O ministro da Saúde garantiu que “A circulação do vírus Zika não vai nos impedir de termos um evento seguro e inesquecível para atletas, participantes e espectadores”.

Em artigo publicado no Miami Herald, um dos principais jornais dos Estados Unidos, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforça o risco mínimo de transmissão do vírus Zika durante as Olimpíadas e chama os turistas para comparecer ao evento.

No texto com o título “Venha para as Olimpíadas no Brasil – Zika está sob controle”, o ministro afirma que o sistema brasileiro está preparado com monitoramento 24 horas por dia e com medidas preventivas e de combate ao Aedes aegypti.

Alexandre Padilha, Ministro da Saúde, investigado, Funasa, convênio, UnB, saúde indígena

De Alana Rizzo, O Estado de S.Paulo:

Brasília – O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, avalia a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de irregularidades na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que envolvem o ministro Alexandre Padilha, um dos nomes do PT cotados para disputar o governo do Estado de São Paulo nas eleições do ano que vem.

Dois convênios da Universidade de Brasília (UnB) com o Departamento de Saúde Indígena firmados em 2004 são alvo da investigação. Naquela época, Padilha comandava o órgão da Funasa e teria mantido repasses de dinheiro público para a UnB mesmo após a identificação de fraudes nos serviços.