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O governador Beto Richa participou nesta sexta-feira (22) do lançamento, em Curitiba, do movimento Vote Bem, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e mais de cem instituições parceiras. No evento, que contou com palestra do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, Richa defendeu a reforma política para aperfeiçoar a democracia no País. “A principal reforma que o Brasil deve fazer é a política”, afirmou o governador.

Richa também enalteceu a campanha Vote Bem e ressaltou que o eleitor precisa ter consciência de sua responsabilidade no processo democrático. “Quero parabenizar a iniciativa do movimento Vote Bem, que pretende mostrar aos eleitores a importância do voto responsável, do qual depende sua vida, seu emprego, a saúde pública, enfim, tudo que é necessário para que haja qualidade de vida à população”, disse o governador. “O ponto mais alto da democracia é justamente a eleição, que é o momento em que o cidadão tem o direito de se manifestar acerca de seu futuro e do de sua família”, afirmou.

Hospital Pequeno Principe

Ricardo Barros estará em Ponta Grossa e Apucarana nesta sexta-feira (24). Às 9h30, o ministro da Saúde visita o posto de saúde Adão Ademar Andrade e às 10h30 se reúne com prefeitos, secretários municipais e gestores de saúde dos Campos Gerais. Pela tarde Barros vai a Apucarana onde se encontrará com prefeitos e gestores da região do Vale do Ivaí e na sequência participa da inauguração do centro de Especialidades do Paraná.

(Foto: Jonas Oliveira/AENPr)

mariz
O advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, amigo de Michel Temer (PMDB), já está fora do possível governo do Vice. As informações são da Folha de S. Paulo. Mariz era cotado para ser o novo ministro da Justiça, mas após declaração “ruim” e “errática”, de acordo com Temer, assessores confirmaram que o nome do criminalista está “descartado” para sua futura equipe caso o Senado aprove a admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma.

Foto_ Ricardo Stuckert_ Instituto Lula

da Folha de S. Paulo

Mesmo impedido de assumir um posto no governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escalado pela presidente Dilma Rousseff para exercer informalmente a partir desta segunda-feira (21) a articulação política do Palácio do Planalto, função típica do chefe da Casa Civil.

Com um prazo exíguo de pouco mais de uma semana, o dirigente petista desembarcará em Brasília para capitanear uma estratégia que impeça o rompimento do PMDB com o governo federal.

A cúpula nacional do partido marcou para o dia 29 de março reunião para tomar uma decisão oficial sobre o assunto. Com o agravamento da crise política, sobretudo com a divulgação de gravações entre Lula e Dilma, o Palácio do Planalto reconhece que as chances de desembarque do PMDB cresceram.

Foto Ricardo Stuckert_ Instituto Lula

O Globo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou ser ministro da Casa Civil e ocupará a vaga de Jaques Wagner. Com a entrada no governo, Lula passa a ter foro privilegiado. Com isso, ele será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e não mais pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro.

O ex-presidente está reunido com a presidente Dilma Rousseff, desde as 8h30 desta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, para discutir a nomeação. O objetivo de Lula, ao assumir o cargo, é tentar barrar o impeachment de Dilma no Congresso. Ele já havia começado a se movimentar, buscando especialmente o apoio do PMDB.

A pasta que Wagner ocupará ainda não foi definida. Edinho Silva (Comunicação Social) também poderá trocar de ministério, segundo fontes que têm participado das negociações.

dilma e lula AC_o globo

O Globo

A nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como superministro do governo, que já era considerada certa pelo PT e pela própria presidente Dilma Rousseff, ficou em suspenso nesta terça-feira, com o impacto da delação do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), incriminando o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, numa tentativa de obstruir a Justiça. A delação do ex-líder do governo no Senado criou um clima de confusão que voltou a paralisar o dia a dia do governo. Lula chegou nesta terça-feira à tarde em Brasília e, em seguida, começou uma reunião com Dilma por volta de 19h no Palácio da Alvorada, onde foram discutidos ajustes de sua participação no governo, e até onde ele poderia ir na sua pretendida guinada na economia. Lula só deixou o Alvorada às 23h30, após quatro horas e meia de reunião.

lulafoto

No PT cresce a pressão para o ex-presidente Lula assuma a Casa Civil e passa a comandar um ministério de notáveis no governo Dilma Rousseff. O ex-ministro Nelson Jobim já é lembrado para Justiça e Henrique Meirelles para a Fazenda. Outro nome de peso é sondado para a Saúde. “Dilma só faz trapalhada, não conversa com ninguém, não gosta de política e não tem estatura para o cargo que ocupa, ninguém mais a respeita”, diz um petista do círculo de Lula.

O petista, que é do Paraná, lembrou que Lula tinha no seu governo nomes como Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Roberto Rodrigues (Agricultura), Eduardo Campos (Ciências e Tecnologia) e Marcio Thomas Bastos (Justiça). “Dilma ficou refém do baixo clero do Congresso e se não mudar, será mudada”.

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O ex-presidente Lula está sendo pressionado a assumir um ministério no governo Dilma Rousseff. Mas, até agora, ele resiste. Com o avanço da Lava Jato, aliados de Lula dizem que ele precisa de foro privilegiado porque, segundo eles, do jeito que a operação caminha, o petista pode ter a prisão decretada. As informações são Vera Rosa e Adriano Ceolin no Estadão.

O assunto foi tratado nesta terça-feira, 8, à noite em reunião de Lula, Dilma e ministros, no Palácio da Alvorada. Se Lula ocupar um ministério, eventual pedido de prisão precisa ser autorizado pelo STF e o ex-presidente não ficará nas mãos do juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na 1.ª instância.

BBC Brasil

Dois juristas, ex-integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso, criticaram, em entrevista à BBC Brasil, a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor à Polícia Federal na manhã desta sexta-feira. Ambos também consideram errados os recentes vazamentos de documentos sigilosos da operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção na Petrobras.