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GB, AF, JL O Globo

d’O Globo

Um dia após o PMDB ter decidido desembarcar do governo por aclamação, a resistência dos ministros do partido em deixar seus cargos provocou embaraços que podem atrapalhar a reforma ministerial que o Palácio do Planalto desejava concluir até o fim da semana para recompor a base aliada e evitar a aprovação do processo de impeachment.

A quarta-feira girou em torno da polêmica sobre a permanência dos seis ministros peemedebistas, depois de o partido ter aprovado moção que desautoriza filiados a exercerem cargos no governo. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu — considerada uma das mais governistas no PMDB — polemizou ao dizer que não sairá do ministério, nem do partido. A ministra chegou a propagar a versão de que havia um acordo entre os seis ministros para que tirassem uma licença do partido e, assim, pudessem permanecer no governo. A ideia foi refutada pela cúpula do PMDB, que alega não haver previsão de licença para este caso.

Painel, Folha de S. Paulo

O TCU está em clima de rebelião contra uma PEC elaborada pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para acabar com o reajuste salarial automático de diversas carreiras, entre elas a de ministros do tribunal. Acusam a congressista de retaliar a corte em nome do governo.

Cortina de fumaça – “O TCU está com mania de perseguição. A PEC é de maio, portanto antes do debate sobre as contas do governo. Se alguém de lá está alegando isso, é para fugir da transparência. Casa de ferreiro, espeto de pau”, rebate Gleisi.

stf-visao-lateral

Incompleto há sete meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentou, ontem, mais um problema gerado pela ausência de um dos integrantes da Corte. O julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade não pôde ser finalizado, pois o placar ficou empatado.

O decano da Corte, ministro Celso de Mello, reclamou da demora na indicação do novo membro do Supremo. “Essa omissão irrazoável e abusiva da presidente da República (…) já está interferindo no resultado no julgamento”, disse o ministro, após o empate.

do Painel, Folha de S. Paulo:

José Eduardo Cardozo (Justiça) não foi o único ministro de Dilma Rousseff a ter encontros com representantes das empreiteiras investigadas na Lava-Jato. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, recebeu advogados nos últimos meses para discutir os termos dos acordos de leniência que o governo tenta firmar com as empresas. Segundo o ministro, por ser um mecanismo novo e haver uma sobreposição de leis sobre o tema, há muita dúvida por parte das construtoras.

dilma - apagão

do Ricardo Noblat:

Alto lá! Não culpem Levy por pensar como pensa e agir com coerência. Ele não mercadejou o próprio passe. Estava em sossego como executivo bem pago do Bradesco.

Fez à presidente Dilma Rousseff o favor de aceitar o convite para ser ministro da Fazenda, ganhando menos do que ganhava. E para quê? Para virar saco de pancada dos supostos aliados de Dilma?

E sem que ela o defenda? Por que não batem nela?

Nelson Barbosa, ministro do Planejamento, foi o primeiro a apanhar. Disse lá qualquer coisa que desagradou a Dilma. Acabou obrigado a se corrigir.

r. barros ministros

Em Brasília, o deputado federal eleito Ricardo Barros teve uma quarta-feira de audiências e reuniões com ministros e com o embaixador da Sérvia. Nas pautas, a busca de recursos e investimentos para Maringá e para o Paraná.

Com o ministro da secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, Ricardo foi negociar a liberação de R$ 60 milhões para ampliação do aeroporto de Maringá. Na sequência também se reuniu com o ministro Gilberto Occhi da Integração e com o ministro George Hilton dos Esportes

Na manhã de hoje, Dilma afirmou que vai consultar o Ministério Público para saber se há alguma restrição em relação aos escolhidos para comandar os Ministérios em seu segundo mandato (veja, aqui, a matéria). Joaquim Barbosa criticou duramente a decisão de Dilma. Via twitter, o ex-ministro do STF disse que a presidente “não dispõe de pessoas minimamente lúcidas para aconselhá-la em situações de crise” e falou em “degradação institucional”.

joaquim barbosa - twitter 22;12

Recentemente, o Estadão divulgou uma lista com 28 políticos supostamente envolvidos no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, segundo depoimento de Paulo Roberto Costa. Gleisi Hoffmann, ex-ministra chefe da Casa Civil de Dilma, estava na lista.