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O Ministério Público do Paraná opinou pela continuidade de processo envolvendo o senador Roberto Requião (PMDB-PR) e Rodrigo Costa da Rocha Loures – cotado no governo para dirigir Itaipu – sobre desvio de R$ 23,7 milhões em fiscalização de obras em rodovias no Estado. O parecer do MP foi pela legitimidade do Fórum Nacional Contra o Pedágio como autor da ação. As informações são de Andreza Matais e Marcelo de Moraes na Coluna Estadão.

Severino Motta / Radar on-line

Integrantes do Ministério Público Federal têm resistido a enviar dados Pixuleco II para seus colegas da PF em São Paulo.

O caso, que foi desmembrado da Lava Jato pelo STF, investiga um esquema que pode ter rendido propinas na casa dos 40 milhões de reais em negócios relacionados a contratos de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento.

O receio dos procuradores é que as investigações na PF paulista sejam tocadas por policiais simpáticos ao PT.

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O Globo

A Polícia Federal vai começar a negociar e fechar diretamente acordos de delação premiada na operação Lava-Jato. Até agora, as delações eram feitas apenas na esfera do Ministério Público Federal. A doleira Nelma Kodama, que atuava em parceria com Alberto Youssef, foi a primeira a fechar acordo com a PF. A alteração deverá servir para agilizar as investigações, uma vez que o interesse pelos acordos é grande e muitos possíveis colaboradores podem ajudar a elucidar pontos específicos de apurações, feitas pela polícia, ainda em andamento. Tanto na PF como no MPF, a homologação é feita pela Justiça.

A colaboração com a PF segue os moldes das que são acertadas com os procuradores da República, ou seja, pode resultar também em redução de penas, por exemplo. Nos depoimentos à Polícia Federal, são abordadas provas específicas.

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O prefeito Edgar Bueno (PDT) e as empresas que administram a coleta de lixo e limpeza pública em Cascavel foram inocentados de uma ação de improbidade administrativa impetrada pelo MP-PR (Ministério Público do Paraná). A juíza substituta Raquel Fratantonio Perini julgou improcedente o pedido formulado pelo órgão fiscalizador, que defendeu que houve um reajuste indevido no contrato (R$ 2,3 milhões), causando prejuízos aos cofres do Município. O responsável pela defesa do prefeito, o advogado Marcos Boschirolli, diz que a decisão joga luz sobre um contrato muito falado na cidade, “não dando razão para toda a celeuma criada em Cascavel sobre o assunto”.

As empresas que administravam o serviço na época, Engelétrica Projetos e Construções Civis e CGC Coleta Geral Concessões Ltda, requereram uma recomposição dos serviços contratados, com a justificativa de que o sindicato da categoria de trabalhadores acordou em convenção coletiva um reajuste do piso salarial de 76,8%, em 2002, aumentando assim, de uma maneira imprescindível, o custo da mão de obra. O MP-PR, por sua vez, entendeu que esse reajuste de R$ 2,3 milhões deveria ter sido previsto e por isso impetrou a ação.

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Painel, Folha de S. Paulo

Céu sem estrelas – Eduardo Cunha (PMDB-RJ) conta com a ausência de petistas na primeira leva de denunciados de Rodrigo Janot para ajudar a sustentar o discurso de que foi escolhido como alvo preferencial num “acordão” entre Dilma Rousseff, o Ministério Público e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na reunião com aliados, o presidente da Câmara citou os senadores petistas Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ), cujos inquéritos não teriam andado na mesma velocidade que o dele.

O caldo entornou nesta madrugada de sábado. Dois honoráveis membros do Ministério Público participavam de animado karaoke em casa noturna na Alameda Cabral. De repente, não mais que de repente, um desentendimento virou pugilato. O motivo do desentendimento é controverso. Musical? Passional? Meninas de saliência? Ora, pois, o certo é que um dos honoráveis promotores de Justiça mexeu com a namorada de um rapaz que lá estava num grupo festivo de 15 jovens. O pau comeu e virou pancadaria geral com direito a socos, pernadas, gritaria, histerismos e palavrões que fizeram corar as mulheres que trabalham na Casa.

A gloriosa Polícia Militar do Paraná foi chamada e colocou ordem no salão. Enquadrou os brigões e levou todo mundo para o CIAC-Sul. Na Delegacia, foi feito um Termo Circunstanciado, onde consta que a dupla do Ministério Público exigiu que não lhes pusessem as mãos. Otoridades. Todo mundo assinou e a malta foi liberada para terminar a noitada.

Com exceção de um dos rapazes agredidos pelo promotor de Justiça, que levou uma garrafada na cabeça e foi encaminhado ao Hospital Cajuru e precisou levar cinco pontos.

Quem ficou no prejuízo foi o proprietário da Casa, que quer saber onde vai cobrar o que perdeu no quebra-quebra.

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da Banda B:

O Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) entrou com uma representação no Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra o prefeito Gustavo Fruet (PDT) devido a medidas que teriam trazido prejuízo financeiro aos servidores. Segundo a entidade, o pedido de investigação foi protocolado para o procurador geral de Justiça do Paraná Gilberto Giacóia. No pedido, o sindicato argumenta que o Decreto 1385/2014 promoveu uma onda de calotes nos pagamentos dos servidores municipais.

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula RS-Diadotrabalho-01Lula-20150501-02

de Estelita Hass Carazzai, Folha de S. Paulo:

A Polícia Federal deve instaurar um inquérito específico para apurar as doações feitas pela empreiteira Camargo Corrêa ao Instituto Lula. A organização do ex-presidente recebeu R$ 3 milhões da empresa entre 2011 e 2013, segundo um relatório de contabilidade anexado à investigação nesta semana.

Dois executivos da companhia -Eduardo Leite e Dalton Avancini- já fizeram acordos de delação premiada com a Justiça na Operação Lava Jato, e admitiram pagamentos de propina em obras públicas.

Segundo o delegado Igor Romário de Paula, “muito provavelmente” as doações à entidade do ex-presidente serão objeto de uma nova investigação, que incluirá ouvir os executivos delatores sobre os motivos das doações e a origem dos recursos transferidos. “O que vai ser feito agora é verificar se há indícios de irregularidade ali [nas doações].

d’O Globo

Depois de uma rebelião da base aliada e com risco de ser derrotado, o governo precisou pedir que o Senado adiasse a votação da Medida Provisória 655, que endurece as regras para o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. Seria a primeira medida do ajuste fiscal analisada pelo Senado este ano.

A votação ficou para a próxima terça-feira e a expectativa é que até lá o governo negocie com senadores para conseguir uma maioria segura para a votação.

O Palácio do Planalto foi informado de que havia risco de derrota, já que o governo teria apenas de três votos a cinco votos de vantagem. O adiamento vai dar ao governo e aos líderes tempo para achar uma saída que evite uma derrota da presidente Dilma Rousseff em um dos pilares do ajuste fiscal.

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O presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, participou nesta semana na comissão mista, no Congresso Nacional em Brasília, do debate que analisa a medida provisória 671/15, conhecida como MP do Futebol. A comissão está ouvindo os representantes de clubes que participam dos campeonatos brasileiros da série A e D. Na foto, Cury ao lado do senador Sergio Petecão (PSD-AC), presidente da comissão.