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marin, nicolas - petraglia

Ora, pois. Vejam só. Entre os indiciados no escândalo deflagrado hoje (27) em uma ação conjunta das Polícias dos Estados Unidos e da Suíça que derrubou cartolas de todos os continentes está Nicolás Leoz, presidente da Conmebol entre 1986 e 2013. Neste meio período, Leoz mandou o Atlético Paranaense, de Mario Celso Petraglia, finalista da Libertadores de 2005, jogar a partida de ida das finais em Porto Alegre, que fica a mais de 700 km da capital paranaense.

O regulamento exigia que o time mandante deveria jogar em um estádio com capacidade de pelo menos 40 mil espectadores. O Atlético construiu arquibancadas provisórias na Arena da Baixada e conseguiu a liberação do corpo de bombeiros para tal capacidade.

Na ocasião, o então presidente da Conmebol não quis ceder ao apelo das autoridades de segurança pública, que alertaram o risco de colocar duas torcidas na estrada e que também chegaram a liberar a capacidade exigida para que a partida fosse realizada no estádio atleticano.

Leoz mandou o jogo para o Rio Grande do Sul, distante da Arena, grande trunfo atleticano naquela competição. Melhor para o São Paulo, de Marin, amigo de Leon e indiciado no mesmo escândalo, que acabou sendo o campeão daquele torneio.

marin

d’O Globo:

Em uma ação conjunta das polícias dos Estados Unidos e da Suíça, sete dirigentes da Fifa foram presos nesta quarta-feira em um hotel em Zurique. Oito pessoas ainda foram indiciadas por corrupção. Os dirigentes estavam reunidos para a eleição para a presidência da entidade que pode dar a Joseph Blatter um quinto mandato. Segundo a rede BBC, entre os presos estão o brasileiro José Maria Marin, membro do comitê da Fifa; Jeffrey Webb, das Ilhas Cayman, chefe da confederação da Concacaf; o uruguaio Eugenio Figueredo, ex-presidente da Conmebol e vice-presidente da Fifa; Jack Warner, de Trinidad e Tobago, ex-vice-presidente da Fifa e ex-presidente da Concacaf; e Eduardo Li, presidente da Federação da Costa Rica, Costas Takkas, ex-secretário-geral da Federação de Futebol das Ilhas Cayman, Julio Rocha, presidente da Federação de Futebol da Nicarágua, e Rafael Esquivel, presidente da Federação Venezuelana de Futebol.