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O anúncio da equipe de gestão para o novo governo Beto Richa repercutiu bem entre os aliados na Assembleia Legislativa.

O deputado Ney Leprevost, líder do PSD, afirmou que “o governador Beto Richa foi muito feliz na escolha de Eduardo Sciarra para secretário chefe da Casa Civil”.

“O Sciarra é agregador, toca projetos com competência, tem trânsito em todas as esferas e é reto de caráter. Trata-se do homem certo para a função”.

O parlamentar também ressaltou que Richa acertou na escolha de Fernando Xavier Ferreira para a secretaria de educação e de Luís Fernando Vianna para a presidência da Copel. “São nomes técnicos muito respeitados”.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
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De Diego Ribeiro, na Gazeta do Povo:

No mesmo dia em que foi anunciado como novo secretário da Segurança Pública do Paraná, o deputado federal Fernando Francischini (SD), 44 anos, afirmou que vai priorizar o combate aos crimes contra o patrimônio no estado. Ele é o quarto secretário da área sob a batuta do governador Beto Richa (PSDB). As últimas estatísticas divulgadas pela Sesp apontaram que Curitiba registrou aumento de 17% nos roubos. Os dados em escala estadual avançaram 7% entre janeiro e setembro deste ano comparado com o mesmo período de 2013.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

O feriado vem aí, e a agenda de Luiz Inácio Lula da Silva prevê viagens a Foz do Iguaçu e, em seguida, ao Uruguai. Até ontem, Dilma Rousseff não havia dado um telefonema para o antecessor para pedir que ele cancele o roteiro e desembarque em Brasília para, juntos, discutirem a reforma ministerial. Auxiliares da presidente e do petista demonstravam ansiedade ontem com a demora na definição do novo ministro da Fazenda, prometida por ela para quando voltasse da reunião do G20.

governo, brigas

Rosângela Bittar, Valor Econômico

Crises saltam dos armários aos magotes, números ruins, registros de desempenhos sofríveis. É o que dá substância hoje a um quadro confuso, em que o governo novo não começa e o velho vai acertando suas contas de forma atabalhoada. Podem até achar que está, os parâmetros são a própria conveniência, mas não está começando bem o segundo governo Dilma.

Ou é boa medida agendar um encontro com o governador do maior Estado da federação, Geraldo Alckmin, para oferecer-lhe ajuda na solução do problema de abastecimento de água que afeta milhões de pessoas, e tudo fazer para humilhá-lo ao fim da reunião? Foi a presidente Dilma quem avisou que não havia recebido demandas do governo paulista, por isso não se oferecera para socorrê-lo. Diante de quase uma dezena de projetos que lhe foram então enviados pelo governador, reeleito em primeiro turno apesar da exploração do gravíssimo problema da água na campanha, inclusive pela agência federal, Alckmin foi chamado a conversar.

Foto: Eliaria Andrade / O Globo
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De O Globo:

O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles é o favorito na corrida para a vaga de ministro da Fazenda no segundo mandato do governo Dilma Rousseff, disseram à Reuters fontes próximas ao governo, o que marcaria uma grande mudança em direção a políticas favoráveis aos negócios.

Meirelles, de 69 anos, é amplamente respeitado no mercado financeiro e foi o arquiteto principal de políticas em seu período à frente do BC, entre 2003 e 2010, período que combinou crescimento econômico robusto com baixa inflação e programas fortes de combate à pobreza.

Foto: Fernando Martins
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Contrariando a crise financeira histórica que enfrenta, o Paraná Clube quer construir uma arena multiuso, para 30 mil pessoas, no bairro Boqueirão, onde hoje fica a Vila Olímpica. O projeto seria viável por causa de uma manobra da Prefeitura de Curitiba para solucionar o imbróglio envolvendo o terreno onde fica a Vila Capanema. Em 2012, a Justiça Federal determinou que o terreno fosse desocupado, pois era patrimônio da União. O clube entrou com um recurso no Tribunal Regional Federal e o novo julgamento está previsto para o começo de 2015.

Desde então, a Prefeitura passou a negociar com a União a cessão do terreno. No local, a prefeitura pretende construir um complexo de prédios da administração municipal. O município se comprometeria a construir um novo estádio para o Paraná Clube, em troca o Paraná desistiria do recurso no TRF e do terreno da Vila Capanema. As informações são da Gazeta do Povo.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

Dirigentes do PT estão preocupados com o risco de o partido perder espaço no segundo mandato de Dilma Rousseff. Os petistas temem que a presidente pense que venceu as eleições “apesar do PT”, devido ao forte desgaste da sigla. O distanciamento do ex-presidente Lula e sua influência reduzida na campanha seriam um prenúncio da nova relação de Dilma com o petismo. Além disso, ela terá que acomodar novos aliados na Esplanada dos Ministérios, como PSD e Pros.

Aviso prévio

No fim da campanha, Dilma se cercou de aliados de sua confiança, como o ministro Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário), e reduziu o espaço de manda-chuvas do PT. O presidente Rui Falcão, por exemplo, não foi chamado para a preparação dos debates.

gleisi cabelo novo gif

As pesquisas qualitativas, feitas com grupo de eleitores e amplamente utilizadas nas campanhas, têm o poder de mudar até o estilo do cabelo dos candidatos. Prova disso é a senadora Gleisi Hoffmann (PT) que, a nove dias das eleições, resolveu dar um “upgrade” completo no visual. Gleisi trocou o cabelo liso e preso com coque, que segundo os estudiosos da área passa a sensação de seriedade e experiência, por um encaracolado leve, passando mais a ideia de uma imagem feminina, delicada e jovem.

A mudança visual é sintomática, já que as pesquisas de intenção de voto e também as qualitativas vem mostrando um cenário ruim para Gleisi. Até a segunda prestação de contas, a petista havia gasto mais de R$ 600 mil em pesquisas, o que corresponde a mais de 10% do total gasto de sua campanha. Mesmo assim, Gleisi diz que não comenta pesquisa.