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A Operação Lava Jato que investiga situação e oposição, que já fragilizou os grandes nomes do PT nativo, agora pode espirrar em Fernando Haddad, prefeito de São Paulo

As negociações da OAS para se tornar colaboradora da Lava Jato podem causar danos ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). A OAS se oferece para falar sobre pagamentos ilegais feitos a João Santana – o onipresente marqueteiro do PT também fez a campanha de Haddad em 2012. Santana está preso. Com informações de Leandro Loyola na Época.

O Globo

Os empresários Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro, que comandavam duas das maiores empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção na Petrobras — a Odebrecht e a OAS —, estão fechando um acordo entre eles para, em seguida, começar a negociar colaboração premiada com a força-tarefa do Ministério Público Federal à frente das investigações da Operação Lava-Jato. A informação foi passada ao GLOBO por uma pessoa ligada a um dos executivos.

Numa operação casada, Marcelo e Léo Pinheiro querem se colocar à disposição dos procuradores para delatar o que sabem sobre a corrupção na Petrobras e em outras áreas da administração pública. Em troca, pretendem receber os benefícios previstos em lei, assim como outros réus da Lava-Jato. O acordo, segundo a fonte, não envolve combinação de versões entre os executivos. O plano é os dois fazerem opções simultâneas por uma mesma tentativa de resolver o problema.

gilberto carvalho

Ricardo Noblat

Por meio do seu ex-chefe de gabinete durante dois mandatos presidenciais, Lula piscou primeiro.

Ao jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira, Gilberto Carvalho, que costuma falar inspirado por seu ex-chefe, disse algo notável:

– É a coisa mais natural do mundo que você possa ter empresas contribuindo com essa ou com aquela pessoa.

Referia-se à notícia de que a Odebrecht e a OAS, construtoras envolvidas na roubalheira da Petrobras, reformaram o sítio de Atibaia do clã Lula.

O Ministério Público Federal denunciou criminalmente os presidentes das maiores construtoras do País, Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez, nesta sexta-feira, 24, e outras 20 pessoas, algumas ligadas a eles, um funcionário da Petrobrás e operadores de propina. As 22 pessoas são acusadas de organização criminosa, de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Alguns dos acusados estão presos preventivamente desde o dia 19 de junho, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato – batizada de Operação Erga Omnes. As informações são do Estadão.

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Murilo Ramos, Época:

O presidente da OAS, Léo Pinheiro, preso até a semana passada, tinha livre acesso ao gabinete de Gleisi Hoffmann, também investigada na Lava Jato, quando ela ocupava a Casa Civil. Pinheiro fez cinco visitas a Gleisi para falar de negócios da empreiteira, que doou R$ 1 milhão para a campanha dela ao Senado em 2010. O assunto voltou à baila em depoimento que Gleisi prestou à PF em abril.

da Folha de S. Paulo:

O juiz federal de Curitiba Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, acolheu nesta segunda-feira (15) mais uma denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal e ordenou a abertura de ação penal contra nove pessoas, incluindo o presidente da Construtora OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, uma das principais empreiteiras do país.

Foto: Adriana Justi/G1
empresas lava jato - adriana justi G1
Operação Lava Jato investiga esquema de lavagem e desvio de dinheiro. Apenas com a Petrobras, empresas têm contratos que somam R$ 59 bi.

Do G1 PR:

A sétima fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira (12), tem como foco sete empresas de grande porte que atuam no Brasil e, segundo a Polícia Federal, têm envolvimento com a formação de cartel para licitações e desvio de recursos para a corrupção de entes públicos. De acordo com o delegado da Polícia Federal Igor Romário de Paula as apreensões, diligências, quebras de sigilo e depoimentos – colhidos durante toda a operação – produziram um material robusto que prova o envolvimento destas empresas em irregularidades. Apenas com a Petrobras, essas empresas têm contratos que somam R$ 59 bilhões, de acordo com a Polícia Federal.

oas - repasse

O cruzamento das informações prestadas em depoimento à Justiça pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Youssef, com os dados da campanha eleitoral de 2012, permitem verificar que parte dos recursos desviados através do esquema conhecido como “Petrolão” irrigou a campanha milionária do petista Professor Lemos à Prefeitura de Cascavel.

Segundo os áudios dos depoimentos, a propina cobrada das empreiteiras beneficiadas nas licitações era de 3%, dos quais 2% se destinavam ao PT e 1% para o PMDB ou PP. Treze empreiteiras foram citadas no depoimento como participantes do esquema, entre elas a Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, UTC Engenharia e Mendes Junior.