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Em entrevista à imprensa, o chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, disse que o Estado está cumprindo apenas a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná que proibiu a invasão patrocinada pela APP-Sindicato ao prédio da Assembleia Legislativa durante a votação do projeto de lei que reestrutura o Paraná Previdência. Na avaliação de Sciarra, este deve ser o papel da Polícia Militar.

“O que não se pode é impedir a Assembleia de exercer o seu papel. É isto que vamos garantir. (…) Neste interdito proibitório queremos assegurar que a assembleia possa fazer o seu papel”, disse. “Por outro lado, o estado já avisou que vai descontar a eventual falta dos servidores”, completou.

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Os manifestantes que acompanham a sessão da Assembleia nas galerias estão fazendo inveja à plateia do Silvio Santos. Até o famoso Roque, agora é representado pelos deputados da oposição, 5 deputados dos 54. Os animadores incentivam as vaias para qualquer manifestação de outros deputados. Os manifestantes obedecem com vaias, xingamentos e ofensas. “É o escárnio com a população. Todo esse amor pelo Estado, defendido com tanta paixão, teremos numa máquina funcionando perfeitamente após esse processo, mas ao contrário, advinha em quem eles vão colocar a culpa?”, diz um deputado vaiado.

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1 – O homem levou milhares de anos entre sair das cavernas e criar regras e instituições civilizadas. E por aqui tudo se apaga em três dias. A turba, irritada porque teve privilégios ameaçados, decide invadir o Parlamento e impedir, na marra, que as leis sejam votadas. Os partidos nanicos da esquerda funcionária e os derrotados na eleição de outubro aproveitaram a oportunidade para ressurgir das cinzas.

2 – Os movimentos sociais envolvidos na trama, inclusive os que não tinham nada a ver com as medidas de ajuste, usaram o que têm de melhor em seu marketing dos coitadinhos. Apresentam-se como injustiçados, como aqueles que merecem mais e lhes tiraram tudo. Funciona. Sempre funcionou.

richa - ataques

O governador Beto Richa condenou hoje as novas invasões e os ataques promovidos contra a Assembleia Legislativa, que culminaram com a suspensão da sessão legislativa que apreciaria projetos de contenção de gastos no Paraná. “O que aconteceu foi uma manifestação absurda e violenta, que atenta contra a democracia, a liberdade de expressão e o estado de direito. Um grupo de baderneiros, infiltrado no movimento dos professores, impôs uma mordaça ao Poder Legislativo, impedindo temporariamente o seu funcionamento. É lamentável que a democracia, pela qual tanto lutamos, seja ameaçada por atos violentos como os que assistimos no dia de hoje”, afirmou Richa.

Trinta índios acabaram de ocupar a sede estadual do PT em Curitiba, na Alameda Princesa Isabel, no São Francisco. Eles reclamam da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), em relação à titulação de terras indígenas no Paraná. De acordo com os líderes do movimento, a ministra suspendeu 11 processos de reconhecimento de terras indígenas.

Os índios que estão no local viajaram durante a madrugada para Curitiba em um ônibus que partiu do Sudoeste do Paraná. Eles dizem que a mobilização faz parte de uma mobilização de toda a Região Sul do Brasil, local onde está a maior parte dos terrenos indígenas. Eles prometem que nos próximos meses farão uma mobilização ainda maior para que o governo se sensibilize com a questão da demarcação das terras.