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Curitiba e Região Metropolitana terão ônibus circulando neste sábado (6)? A resposta a esta pergunta ainda é uma incógnita, porém, tudo indica que a greve anunciada pelos motoristas e cobradores para amanhã possa não acontecer. De acordo com o vice-presidente do Sindimoc (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região), Dino César, nesta quinta-feira (4), o Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) informou que o pagamento do salário de janeiro, com data limite para esta sexta-feira (5), quinto dia útil, deverá ser feito por todas as empresas dentro do prazo. “Estamos na expectativa para ver se, de fato, os salários e o vale-alimentação serão pagos hoje. Se isso se confirmar, não teremos greve de ônibus amanhã”, informou César.

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Além do anúncio da nova tarifa de ônibus, que passa dos atuais R$3,30 para R$3,70, a Prefeitura de Curitiba anunciou também nesta sexta-feira que a tarifa aos domingos, a popular “domingueira”, passa dos atuais R$1,50 para R$2,50. Em termos percentuais, o reajuste da “domingueira” foi de 66%, enquanto a tarifa normal foi reajustada em 12%. O ônibus Circular Centro também passa a custar R$2,50. As informações são da CBN Curitiba.

A tarifa da Linha Turismo também subiu: passou dos atuais R35,00 para R$ 40,00. Lembrando que a Linha Turismo permite quatro reembarques. Os novos valores entram em vigor nesta segunda-feira, dia 1º/2.

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A semana começou com a passagem de ônibus custando mais caro em Curitiba. Com a tarifa de R$3,70, foi confirmado pelo facebook o primeiro protesto com o nome “3,70, nem tenta”. A manifestação está marcada para acontecer nesta terça-feira, 2, às 18h na Boca Maldita, no centro de Curitiba. As informações são da CBN/Curitiba.

De acordo com a descrição do evento na página da rede social, o movimento “3,70, nem tenta” vai às ruas novamente “unificado com a Frente de Luta Pelo Transporte e o Tarifa Zero contra o aumento da tarifa do transporte público (que na verdade é privado) em Curitiba e também pelo rompimento imediato do contrato de licitação feito com as empresas de ônibus em 2011.”

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Banda B

Oito empresas de ônibus ainda não pagaram os motoristas e cobradores e, se isso não for feito ainda hoje, 6000 trabalhadores entrarão em greve, comprometendo 310 linhas, de acordo com o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região (Sindimoc). Na última sexta-feira (8), os trabalhadores fizeram uma paralisação de meia hora na Praça Rui Barbosa, no Centro.

– Leia aqui a reportagem completa
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da Gazeta do Povo

Em meio à paralisação parcial dos ônibus de Curitiba e região metropolitana, na manhã desta terça-feira (1º.), o presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Júnior, confirmou o que já estava previsto: que o impasse entre as empresas operadores do sistema, a Urbs e os trabalhadores deve sobrar para os passageiros. “A tarifa do transporte coletivo vai aumentar”, afirmou ele durante entrevista coletiva no Ministério Público do Trabalho (MPT), onde ocorre nesta terça mais uma audiência para tentar pôr um fim à greve.

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O prefeito Gustavo Fruet (PDT) admitiu em entrevista a rádio CBN que não consegue resolver o impasse do transporte coletivo nem da tarifa de ônibus que será reajustada em março próximo. Ao ser questionado a recomendação do TCE de retirar itens da planilha de custos do transporte que oneram a tarifa, Fruet saiu-se com essa. “Este debate vai durar muito tempo. Este é um nó que não se desengata fácil. Talvez seja o responsável pela perda dos meus últimos fios de cabelo. Há uma pressão de várias frentes. Nós temos um custo de folha que é maior e temos a preocupação de garantir a qualidade do serviço em uma tarifa que não onere trabalhadores que não tem o vale transporte”, disse.

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O deputado estadual e presidente do Conselho de Defesa do Consumidor, Requião Filho, vai pedir explicações às empresas que fazem o transporte urbano de Curitiba. Segundo reportagem publicada pelo jornal Bem Paraná nesta segunda-feira, o sistema recebe quase mil reclamações por mês de seus usuários. Os maiores problemas estão na recusa de embarque de passageiros e motoristas dirigindo inadequadamente com risco de acidente, aponta a publicação.

“Isto não pode continuar desta maneira. Vamos chamar estas empresas a prestar esclarecimentos à sociedade. A população paga caro para fazer seus deslocamentos diários e merece ter um transporte de qualidade à disposição, que não ofereça riscos”, ressaltou.

A reunião deve ser marcada para a próxima semana na Assembleia Legislativa.

O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), decidiu ampliar o passe livre que já alcança os estudantes do ensino fundamental para os alunos de ensino médio de nível técnico, universitários, pós-graduandos e agentes de controle de endemias. Londrina é a segunda maior cidade do Estado e dá exemplo. O projeto de iniciativa do vereador Gustavo Richa (PHS) foi encampado por Kireeff e tramita na Câmara de Vereadores.

Em Curitiba, a maior cidade do Estado, a situação é bem diferente. O prefeito Gustavo Fruet (PDT) desintegrou o sistema com as cidades metropolitanas e mesmo assim não reduziu o preço da tarifa. Afirmava que custo da tarifa era maior porque Curitiba bancava a integração com a RMC. E o pior, além não atender o movimento dos estudantes, implantando o passe livre, pode aumentar a tarifa dos atuais R$ 3,30 para R$ 3,40 ou R$ 3,50.

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do Bem Paraná:

O vereador Bruno Pessuti (PSC) apresentou projeto na Câmara Municipal que prevê que as empresas de ônibus de Curitiba possam passar a ser remuneradas de acordo com os quilômetros rodados pelos ônibus, e não mais pelo número de passageiros transportados. A proposta permitiria a implantação da venda de bilhete por tempo de uso e não por viagem. Assim, como já acontece em outras cidades, o passageiro que comprasse esse tipo de bilhete poderia circular livremente pelo tempo estipulado pagando apenas uma passagem.

Veja, aqui, a reportagem completa sobre o projeto.

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Durante muito tempo o curitibano escutou do prefeito Gustavo Fruet (PDT) uma pregação repetitiva. Dizia que não era possível baixar o custo da passagem dos ônibus da capital por causa da integração do sistema com municípios da região metropolitana de Curitiba. Essa integração, uma complexa e bem sucedida engenharia urbana, que permitia que moradores metropolitanos transitassem para a capital usando uma única passagem, seria prejudicial aos curitibanos.

A integração estaria obrigando a capital a bancar um subsídio para os municípios vizinhos o que encareceria o custo dessa passagem. Pois bem, Fruet tanto fez que provocou a desintegração do sistema, provocando prejuízos enormes e transtornos de toda ordem para centenas de milhares de usuários da RMC. Como contrapartida a esse desastre logístico, os curitibanos aguardavam ansiosamente uma substancial redução nas tarifas do transporte coletivo.

Nada disso aconteceu. Ao contrário, apesar de o Tribunal de Contas do Estado ter auditado o sistema e concluído que uma redução das tarifas é plenamente possível, Fruet anunciou ontem (quarta-feira, 1º de julho) que a passagem (de R$ 3,30) não vai baixar e, pior, pretende retirar a gratuidade que hoje beneficia, os funcionários dos Correios, os oficiais de Justiça e os policiais militares.