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Deflagrada em março de 2014, a Operação Lava Jato já conseguiu devolver aos cofres públicos R$ 2,9 bilhões por meio de acordos de colaboração, segundo dados do Ministério Público Federal. As 32 fases da operação já realizaram mais de 643 buscas e apreensões, 175 mandados de condução coercitiva, 74 prisões preventivas e 91 prisões temporárias. Além disso, foram firmados 61 acordos de colaboração premiada com pessoas físicas, cinco acordos de leniência com empresas e um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com uma instituição financeira. As informações são de Veja.

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Acusado de pagar propina ao ex-vice da Caixa Fábio Cleto e ao deputado Eduardo Cunha, Eike Batista esteve em Curitiba recentemente para se encontrar com os procuradores da Lava-Jato. O empresário deu explicações sobre esses casos e também sobre os depósitos realizados nas contas do marqueteiro João Santana e de sua mulher, Mônica Moura, no Panamá. As informações são da coluna Radar na Veja.

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Criado há pouco mais de um ano, o site www.lavajato.mpf.mp.br já ultrapassou os 2,1 milhões de acessos. Nele é possível entender o caso e conhecer o histórico da operação tanto na primeira instância, em Curitiba, quanto nas instâncias superiores (STF e STJ). “Diante da dimensão, gravidade e complexidade dos fatos descobertos e comprovados na Lava Jato, era necessário usar todos os mecanismos disponíveis para oferecer para a sociedade um mundo de informações de modo seguro, oficial e didático”, disse o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol. Com informações do Metro/Curitiba.

(foto: O Globo)

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A força-tarefa da Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato em Curitiba terá dez novos integrantes a partir do próximo dia 25 e passará a contar com 57 policiais federais. O grupo da Lava Jato receberá dez novos agentes da PF que trabalharão em regime de dedicação exclusiva pelo menos até o fim do ano, segundo o delegado Mauricio Moscardi, um dos coordenadores da equipe. De acordo com o delegado, o aumento do efetivo foi determinado pela direção da PF no começo desta semana após pedido da coordenação da Lava Jato, que também é composta pelo delegado Igor Romário de Paula e pela delegada Erica Marena, entre outros. As informações são de Flávio Ferreira na Folha de Londrina.

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O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato, afirmou na tarde desta quinta-feira, em Washington, nos Estados Unidos, que espera terminar sua parte nas investigações até o fim do ano. O magistrado ressaltou, no entanto, que não pode determinar prazos e que a parte que cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) deve continuar por mais tempo. A Corte julga casos de envolvidos que têm direito a foro privilegiado. As informações são de Henrique Gomes batista n’O Globo.

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As equipes policiais estão cumprindo 17 ordens judiciais, sendo 7 conduções coercitivas e 10 mandados de busca e apreensão em São Bernardo do Campo, Santos e São Paulo

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 7, a Operação Caça-Fantasmas, a 32ª fase da Lava Jato. O alvo principal é Edson Paulo Fanton, representante do FP Bank do Panamá, no Brasil, contra quem foi expedido mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão. Edson Fanton é parente de um delegado da Polícia Federal.

As equipes policiais estão cumprindo 17 ordens judiciais, sendo 7 conduções coercitivas e 10 mandados de busca e apreensão. Cerca de 60 policiais federais estão cumprindo as determinações judiciais nas cidades de Santos, São Bernardo do Campo e São Paulo. As informações são do Estado de S. Paulo.

Em vídeo publicado neste domingo (3), a filosofa Marilena Chauí, 74, afirma que o juiz federal Sergio Moro, da Operação Lava Jato, foi treinado pelo FBI —o equivalente à Polícia Federal nos EUA— para conduzir o caso.

Segundo ela, o objetivo da Lava Jato seria retirar do Brasil a soberania sobre o pré-sal. “Por que isso ficou claro para mim? Por que Sergio Moro foi treinado, nos Estados Unidos, pelo FBI.” As informações são da Folha.

Paulo Polzonoff Junior

Num belo artigo hoje, Hélio Gurovitz especula qual será o futuro da Lava Jato em termos políticos e jurídicos. Todos sabem que Sérgio Moro se inspira na Operação Mãos Limpas italiana – que se revelou um grande fracasso. Aqui em Curitiba a desconfiança é de que a Lava Jato sirva de trampolim para os procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos.

Aliás, por que a Lava Jato teria um fim? Sem ela, várias figuras do judiciário cairiam no desconhecimento e deixariam de ser aplaudidas quando vão ao supermercado. Não me surpreenderei se daqui a cinco anos ainda estivermos falando da 233ª fase da Operação Lava Jato.

A Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta segunda-feira, 4, aponta que o ex-vereador do PT, em Americana, Alexandre Romano, o Chambinho, intermediou propinas sobre obras do Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes) para o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que ‘teria recebido os valores na condição de agente do Partido dos Trabalhadores’. O juiz federal Sérgio Moro, a pedido do Ministério Público Federal, determinou a prisão de Paulo Ferreira – que já está custodiado preventivamente na Operação Custo Brasil.

Segundo os investigadores, Alexandre Romano confessou que usou suas empresas, a Oliveira Romano Sociedade de Advogados, a Link Consultoria Empresarial e a Avant Investimentos e Participação Ltda., para receber mais de R$ 1 milhão das construtoras integrantes do Consórcio Novo Cenpes – que construiu o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello, no Rio.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo, 31ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira, 4. A ação, que tem apoio da Receita, cumpre 23 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva, 4 custódias temporárias e 7 conduções coercitivas – quando o investigado é levado para depor e liberado – em São Paulo, no Rio e em Brasília.

O alvo principal é o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, que já está preso, contra quem a Abismo expediu um mandado de prisão preventiva. Paulo Ferreira foi capturado na Operação Custo Brasil, que mirou o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula). As informações são do Estadão.