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Editorial, Folha de S. Paulo

Cada vez mais, felizmente, verifica-se que as investigações da Operação Lava Jato vão deixando de constituir um ponto fora da curva no combate à corrupção no país.

Registraram-se, recentemente, iniciativas da Polícia Federal fora do âmbito do chamado petrolão, em casos como o das contas de campanha de Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, e o da Operação Custo Brasil —que levou o ex-ministro petista Paulo Bernardo a ser preso por seis dias.

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Carlinhos Cachoeira chegou a ser preso em 2012 na Operação Monte Carlo acusado de liderar uma quadrilha de jogos de azar em Goiás e no Distrito Federal. De acordo com as investigações, ele mantinha contato e teria se beneficiado da relação com autoridades como o ex-senador Demóstenes Torres, que foi cassado.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 30, nova Operação Saqueador que investiga lavagem de R$ 370 milhões. A Saqueador prendeu o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira em Goiânia. São alvos da ação a Delta Construções, o empresário Fernando Cavendish e o lobista Adir Assad.As informações são do Estadão.

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Severino Motta, Veja

Investigadores que atuam na Operação Zelotes da Polícia Federal reagem com ironia aos argumentos do PT de que a operação se desvirtuou para “pegar” o ex-presidente Lula.

De acordo com eles, as operações possuem desdobramentos naturais, e não é possível os investigadores ignorarem evidências de outros crimes quando eles aprecem nas apurações.

Eles usam o exemplo da Lava-Jato, que começou investigando doleiros e acabou derivando para o esquema muito maior de corrupção na Petrobras envolvendo políticos, empresários e funcionários públicos da estatal.

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da Banda B:

Policiais do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce), com o apoio do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), cumpriram na manhã desta terça-feira (21) cinco mandados de prisão e nove de busca e apreensão em operação contra desvio de recursos públicos da Secretaria de Estado da Educação (Seed). Entre os presos está Maurício Fanini, que foi diretor de Engenharia, Projetos e Orçamentos da Seed entre 2011 e 2014. O desvio, segundo a investigação, acontecia por meio de contratos de empresas de construção com escolas estaduais.

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O Ministério Público Federal (MPF) criou um portal – http://lavajato.mpf.mp.br/ – da Operação Lava Jato que permite que qualquer cidadão acompanhe o que está sendo feito. O site explica que a roubalheira na Petrobras já dura 10 anos – desde o primeiro mandato do presidente Lula (PT) e que grandes empreiteiras organizavam um cartel de propina que abastecia empresários e políticos com capital da estatal.

Com o nome de “MPF combate à corrupção – Caso Lava Jato”, o site possibilita entender sobre a operação, acompanhar a atuação da Justiça, além de ceder novas informações sobre o caso e envolvidos. Também há uma série de perguntas e respostas, que vão desde o que é um doleiro, até sobre o processo de uma colaboração premiada.

V

O fundo FI-FGTS, que utiliza uma fatia de recursos do FGTS do conjunto de trabalhadores, tem mais de R$ 11 bilhões aplicados em empresas citadas na operação Lava Jato. É mais de um terço do total de R$ 32 bilhões de recursos do fundo, que foi criado para investir em projetos de infraestrutura. “A maioria das empresas desse setor [infraestrutura] estão na operação Lava Jato; é natural que seus projetos façam parte de um fundo com foco em infraestrutura”, disse Marcos Vasconcellos, vice-presidente da Caixa. O banco é responsável pela gestão do FGTS e do FI-FGTS. As informações são da Folha de S. Paulo.

do Lauro Jardim:

Boatos ventilados nos últimos dias acerca da mudança no rumo das investigações da Operação Lava-Jato depois do Carnaval não passam de… boatos.

Na verdade, a situação dos empreiteiros presos em Curitiba pela Lava Jato deve piorar nos próximos dias.

O Ministério Público Federal apresenta em breve as ações de improbidade contra as empreiteiras que estão no centro das investigações.

Até hoje, o que há são cinco denúncias feitas pelo Ministério Público contra os executivos e empresários presos. Denúncias como pessoa física, portanto.

O que virá agora é uma nova etapa: as ações do MPF atingirão as empreiteiras.

A cobrança para o ressarcimento aos cofres públicos que será feita às empresas é de fazer o queixo cair. Coisa de gente grande.

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Em ofício enviado ao ministro do STF, Teori Zavascki, o juiz Sérgio Moro, que conduz todas ações da Operação Lava Jato, negou haver ‘tortura psicológica’ a empreiteiros presos. Moro atribui versão da defesa a ‘meros arroubos retóricos’. O juiz afirmou ainda que as prisões não tem como objetivo ‘obter confissões involuntárias’. “Já a equiparação da prisão à “tortura psicológica”, não vislumbro sentido nela salvo se então admitido que todos os presos brasileiros sejam também considerados “torturados psicológicos””, afirmou Moro. As informações são do Estadão.

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do Painel, Folha de S. Paulo:

Agentes e delegados da Polícia Federal que atuam na Operação Lava Jato em Curitiba relatam que a verba destinada para reforçar as equipes acabou. Investigadores estariam sem receber diárias e sem dinheiro para passagens aéreas. A superintendência do Paraná espera reforço de caixa nesta semana. A cúpula da PF nega a escassez de dinheiro e diz que, a partir desta segunda-feira, haverá 26 policiais dedicados exclusivamente à operação – o maior contingente até agora.