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A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira (19), em segundo turno, o novo pacote de ajuste fiscal do governo Beto Richa (PSDB). A proposta, que prevê a criação de taxas sobre a exploração de recursos hídricos (água) e minerais e a permissão para a venda de imóveis e ações da Copel e da Sanepar, foi aprovada sem grandes alterações. Das mais de 150 emendas apresentadas pelos deputados ao texto original, apenas oito foram aprovadas. As informações são do Bem Paraná.

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Tratado pelo governo como grande trunfo para criar uma agenda positiva, o pacote de concessões que a presidente Dilma Rousseff lança hoje é visto com desconfiança pelo mercado. Com o objetivo de destravar o investimento privado, acanhado pelos péssimos indicadores econômicos do país, o plano deve envolver R$ 190 bilhões em obras de infraestrutura nos próximos anos, valor confirmado ontem por fontes do governo. Os especialistas, contudo, estão pessimistas e acreditam que o novo pacote nada mais é do que uma reformulação do Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado em 2012, e que até agora não deslanchou.

Nem sequer a quantia bilionária é levada a sério pelos analistas, para quem projetos incertos, como a proposta feita pelos chineses de implantar a ferrovia bioceânica Brasil-Peru, que turbinaram o valor de R$ 190 bilhões, assim como o Trem de Alta Velocidade (TAV) entre Rio e São Paulo supervalorizam programas sem resultar em nada. Além disso, a execução das concessões terá de enfrentar as mesmas dificuldades da privatização anterior, com gargalos regulatórios e insegurança jurídica, além de novos desafios, como menor participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos financiamentos e a reestruturação do setor de construção, em parte envolvido na Operação Lava-Jato.

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1 – O homem levou milhares de anos entre sair das cavernas e criar regras e instituições civilizadas. E por aqui tudo se apaga em três dias. A turba, irritada porque teve privilégios ameaçados, decide invadir o Parlamento e impedir, na marra, que as leis sejam votadas. Os partidos nanicos da esquerda funcionária e os derrotados na eleição de outubro aproveitaram a oportunidade para ressurgir das cinzas.

2 – Os movimentos sociais envolvidos na trama, inclusive os que não tinham nada a ver com as medidas de ajuste, usaram o que têm de melhor em seu marketing dos coitadinhos. Apresentam-se como injustiçados, como aqueles que merecem mais e lhes tiraram tudo. Funciona. Sempre funcionou.

Foto: Carlos Cecconello/Folhapress
mauro ricardo costa --

de Estelita Hassa Carazzai, Folha de S. Paulo:

Apelidado pela oposição de “Maurinho Malvadeza”, o secretário da Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo Costa, diz que é necessário um ajuste fiscal imediato e severo.

Veja a entrevista que Mauro Ricardo Costa concedeu à Folha, falando sobre a situação financeira do estado e as medidas adotadas pelo Governo.

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“O país vive uma crise e o governo do Paraná dá exemplo ao adotar com rapidez medidas saneadoras”

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), afirma que as medidas propostas pelo Governo do Estado para cortar gastos e aumentar a arrecadação são fundamentais para o equilíbrio das contas públicas, além de assegurar a execução de obras e programas de governo. As propostas serão votadas já nesta segunda-feira, 9, pelos deputados.

beto -- richa

O governador Beto Richa vai encarar um período de turbulências. A malta corporativista ameaça com protestos, manifestações e insultos. Compreende-se. Enfim um governador decidiu sepultar vícios políticos da nossa tradição tupiniquim, a começar pelo hábito de governar para unicamente garantir a próxima eleição, e se pôs a administrar o Estado com obstinada determinação de reduzir despesas, enxugar a máquina e corrigir desvios acumulados em décadas por uma estrutura burocrática mal acostumada a benesses e boa dose de laborfobia.

Há uma logorréia queixosa sobre as medidas do governo que o PT e assemelhados chamam de pacote de maldades. Ora, pois, algumas das medidas são absolutamente necessárias e justas para conter despesas, o que leva a perguntar por que não foram adotadas antes. Por exemplo:o governo suspendeu o pagamento de auxílio transporte para servidores da Educação que estão afastados do trabalho. Errado e injustificável era pagar o benefício indevidamente.