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O pagamento em folha complementar dos salários de professores contratados pelo processo seletivo simplificado (PSS) será efetuado na próxima quarta-feira (16). A informação foi confirmada pelo líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli, após reunião com o governador Beto Richa. “Foi uma decisão obtida através do entendimento e do diálogo que tivemos entre a Liderança do Governo, a Casa Civil e a APP Sindicato. Esses funcionários iniciaram o trabalho em fevereiro e necessitam do pagamento para dar prosseguimento às suas atividades”, disse Romanelli.

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O caos se instalou no Rio Grande do Sul. Os servidores públicos estaduais cruzaram os braços nesta segunda-feira, 3, em protesto contra o parcelamento de salários que atingiu 47,2% do funcionalismo. Serviços essenciais estão paralisados ou reduzidos ao longo do dia — entre eles, o policiamento ostensivo da Brigada Militar, o atendimento de ocorrências sem gravidade pela Polícia Civil e as aulas nas escolas da rede estadual. Com informações do Zero Hora.

O governador gaúcho José Ivo Sartori (PMDB) vai enviar nesta semana à Assembleia Legislativa um pacote fiscal que inclui reajuste de alíquotas do ICMS e do IPVA, além de cortes de gastos e redução de despesas da máquina pública. O orçamento será contingenciado em 25%. O problema é que todas as medidas que serão tomadas só terão impacto em 2016.

d’O Globo:

Enquanto a presidente Dilma tenta lançar mão do apoio dos governadores, eles chegarão a Brasília com um rol de queixas sobre a situação econômica de seus estados. Num efeito cascata, a crise que assola o governo federal atingiu em cheio as 27 unidades da Federação. Uma das situações mais difíceis é a do Rio Grande do Sul, onde o governador José Ivo Sartori (PMDB) não sabe quanto pagará de salário aos servidores este mês — o prazo para quitação da folha é amanhã (31). A Secretaria estadual de Fazenda informou que monitora o comportamento da receita e comunicará os servidores sobre o valor disponível.

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O governador Beto Richa determinou nesta sexta-feira (24) o pagamento na próxima semana de R$ 48,5 milhões referentes aos benefícios de promoções, progressões e do terço de férias dos servidores estaduais. A medida atende, especialmente, professores e policiais militares. Conforme acordo com a APP-Sindicato – lavrado em ata -, mais R$ 15 milhões, referentes às promoções e progressões de professores, serão depositados em duas parcelas, em maio e em junho.

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O deputado Ney Leprevost, líder da frente Estadual da Saúde e Cidadania, atendendo as reivindicações dos servidores estaduais encaminhou ofício ao Governo Estadual cobrando da secretária da Administração e da Previdência, Dinorah Botto Portugal Nogara, o repasse para o pagamento do Serviço de Atendimento à Saúde (SAS), que está suspenso desde novembro do ano
passado.

O SAS é um serviço prestado pelo Estado do Paraná a seus servidores, portanto, não pertence ao Sistema Único de Saúde (SUS). A suspensão dos repasses financeiros está obrigando os funcionários estaduais a buscar atendimento médico em clínicas particulares, o que é bastante dispendioso.

Segundo o deputado Ney Leprevost “os servidores dependem do Serviço de Atendimento à Saúde (SAS) e estão aguardando a volta das consultas. Os desacertos financeiros e contratuais não podem prejudicar a assistência aos funcionários”, afirmou.

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O governador Beto Richa ressaltou nesta quarta-feira (25), em entrevista à RPCTV, em Curitiba, a necessidade urgente da volta às aulas nas escolas estaduais do Paraná. “Sou democrático, aberto ao diálogo e ao entendimento, reconheço o direito de todos se manifestarem. Evidentemente, a greve não é desejada e estamos trabalhamos para, o mais rápido possível, chegarmos a um entendimento”, afirmou Richa. “Praticamente tudo já foi atendido e muitas das reivindicações já estavam encaminhadas mesmo antes da greve”, disse Richa. “Nossos alunos precisam voltar para a sala de aula” complementou.

Foto: Daniel Castellano – Gazeta do Povo mauro ricardo costa - foto castellano

A Secretaria da Fazenda confirmou hoje que vai depositar a folha de pagamento de fevereiro na sexta-feira (27). São mais de R$ 1,41 bilhão que abrange a folha de pagamento dos 203,6 mil servidores ativos do poder executivo e órgãos da administração direta e autárquica, e 106 mil aposentados e pensionistas. Boatos que circulam nas redes sociais davam conta que o governo não ia conseguir garantir recursos para os salários dos servidores.

reitores--

O governo vai liberar hoje os recursos de custeio das universidades estaduais do Paraná. O montante a ser liberado atenderá as necessidades de cada universidade. O governo também vai pagar o terço de férias dos professores e agentes universitários em parcela única já em março. As medidas foram asseguradas pelo governador Beto Richa (PSDB) durante reunião com os reitores das setes universidades estaduais e com os secretários João Carlos Gomes (Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e Mauro Ricardo (Fazenda). “O governo vai atender as reivindicações da comunidade universitária e garantir o retorno das atividades, mesmo no momento de crise pelo qual passam o Estado e o País”, afirmou Richa.

Foto: Fernando Donasci / O Globo
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d’O Globo:

A prefeitura de São Paulo anunciará no fim do mês a criação de uma bolsa de um salário mínimo mensal (R$ 788) para que, inicialmente, cem travestis e transexuais da capital voltem a estudar e se matriculem em cursos técnicos do Pronatec. Para receber o salário do município, as beneficiárias terão que comprovar presença nas aulas. A exigência é semelhante à do principal programa de transferência de renda do governo federal, o Bolsa Família. A iniciativa é inédita no Brasil e na América do Sul e custará cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos em 2015. O valor é três vezes maior do que o orçamento do próprio governo federal para ações voltadas ao público LGBT no ano passado.

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Mais de 50 pessoas que trabalharam nas campanhas de Roberto Requião (PMDB), Requião Filho (PMDB) e de Marcelo Almeida (PMDB) se reuniram ontem em frente a um comitê desativado na Rua Fernandes de Barros, no bairro Jardim Social, em Curitiba, para cobrar o pagamento de salários atrasados. Desde o dia 6 de outubro, data marcada para o pagamento dos salários, os trabalhadores têm ido ao local com frequência para tentar receber. A iniciativa até agora não teve sucesso. As informações são da Gazeta do Povo.

“Prometeram que iam pagar dois dias depois da eleição, mas não deu. Daí era para ser sábado [dia 11] e não deu. No domingo [12], disseram para virmos aqui no dia 6 depois das 14 horas”, conta o motorista Valmir Almeida, que durante 20 dias foi responsável pelo transporte de cavaletes dos candidatos. Conforme os presentes no local, todos assinaram contratos de prestação de serviço, mas nem todos tinham recebido cópias do documento. O valor devido a cada um varia de acordo com o tempo e o tipo de serviço prestado.