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As eleições municipais de 2016 terão um número recorde de partidos. Segundo o TSEl, 35 legendas estão habilitadas para participar da disputa por prefeituras e vagas nas câmara municipais no ano que vem. São cinco siglas a mais do que as que estavam registradas para a última eleição municipal de 2012. De lá para cá foram criados e obtiveram o registro na Justiça Eleitoral o Pros e o Solidariedade (SD) em 2013. Este ano, mais três legendas garantiram direito de entrar no páreo: o Partido Novo, a Rede Sustentabilidade e o Partido da Mulher Brasileira. As informações são de Ivan Santos, Bem Paraná.

Desses, pelo menos três já manifestaram intenção de lançarem candidatos próprios à sucessão do prefeito Gustavo Fruet (PDT). O Solidariedade já tem inclusive um nome escalado para a disputa: o deputado federal Fernando Francischini, que preside a legenda no Paraná.

de Gabriela Guerreiro e Mariana Haubert, Folha de S. Paulo:

Em meio a medidas de arrocho fiscal anunciadas pelo governo, o Congresso aprovou nesta terça (17), em votação simbólica, o Orçamento de 2015 com medidas que impactam nas finanças da União. A principal delas triplica os recursos destinados ao fundo partidário, um dos mecanismos de financiamento dos partidos políticos. O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

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Houve certo espanto com a quantidade de políticos do PP – são 31 entre deputados, ex-deputados, ex-ministros e até vice-governador de Minas Gerais – arrolados nos inquéritos que serão respondidos no STF. É fácil explicar. A Procuradoria-Geral da República se baseou, ao apresentar as petições no STF, nas delações do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef. Costa foi uma indicação do PP e o operador desse esquema era Youssef. Os primeiros processos no STF, com suspeita de desvio de mais de R$ 1 bilhão da Petrobrás, são restritos ás delações de Costa e Youssef.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), vai conversar com os líderes dos partidos representados na Casa para pedir urgência na indicação dos nomes dos deputados que vão fazer parte das comissões permanentes. Enquanto as 24 comissões não estiverem formadas, os projetos não podem tramitar porque dependem de parecer antes da votação no plenário. A distribuição das vagas é feita de acordo com o tamanho de cada bancada ou bloco partidário.

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Do Globo:

Documentos apreendidos nas sedes das construtoras Queiroz Galvão e Engevix, investigadas por suspeita de envolvimento no cartel para fatiar obras da Petrobras e cujos diretores foram presos pela Polícia Federal (PF), revelam registros de repasses que teriam sido feito pelas empresas a políticos e partidos que participaram das eleições deste ano. Não há confirmação de que os pagamentos foram efetivamente feitos e, em caso afirmativo, se foram feitos legalmente ou não.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

PMDB, PR, PTB, PSC e Solidariedade começaram a negociar, sob o comando de Eduardo Cunha, a reedição do “blocão” para atuar formalmente na Câmara até o início de 2017.

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Com 160 deputados (quase um terço do total) o bloco conseguiria impor derrotas ao governo, indicar presidentes de comissões e obter mais cargos no comando da Casa. A oposição não gostou da ideia.

André Vargas, Joaquim Barbosa, STF, Câmara, deputado, partidos, mentira

André Vargas (PT-PR), ficou fulo ao saber das declarações de Joaquim Barbosa sobre o congresso. Joaquim Barbosa, afirmou nesta segunda-feira que os partidos políticos são de “mentirinha” e que o Congresso Nacional é “ineficiente” e “inteiramente dominado pelo Poder Executivo”. Irritado, Vargas chamou coletiva de imprensa para responder a Barbosa. Disse que as declarações do ministro são lamentáveis e que o posicionamento de Barbosa não está “à altura do presidente de um poder”.

O que mais irritou Vargas foi a afirmação de Barbosa sobre a Câmara. “O Poder Legislativo, especialmente a Câmara dos Deputados, é composto em grande parte por representantes pelos quais não nos sentimos representados por causa do sistema eleitoral que não contribui para que tenhamos uma representação clara, legítima. Passados dois anos da eleição ninguém sabe mais em quem votou”, declarou Barbosa em palestra.

“Muitas vezes são comentários com certo desdém pelo legislativo”, reclamou Vargas.