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GC folhapress 13.03.16

da Folha de S. Paulo

O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves (MG), ambos do PSDB, foram hostilizados em sua breve passagem pelo ato pró-impeachment ocorrido neste domingo (13) na avenida Paulista.

A manifestação é o maior ato político já registrado na cidade, superando inclusive o principal ato pelas Diretas Já, em 1984. Segundo números do Datafolha, 500 mil pessoas estiveram presentes na região da avenida Paulista.

No protesto, a participação de Alckmin e Aécio durou um pouco mais de 30 minutos.

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A APP-Sindicato disse que mobilizaria 100 mil na passeata de hoje. Agora, diz que são 20 mil nas ruas de Curitiba em direção ao Centro Cívico. Vozes do governo falam em 6 mil. Pois, pois, os primeiros cálculos feitos com método e critérios técnicos, dizem que neste momento, 12:20, são 10 mil na massa conduzida pela APP-Sindicato, CUT, PT e assemelhados. Ali estão para pressionar o governo na hora das negociações, que correm agora em reunião no Palácio Iguaçu.

dilma - protesto

Hoje, o governo federal antecipou os benefícios previdenciários para a população atingida pela cheia do rio Acre em Rio Branco e Basiléia, no norte do país. Em junho de 2014, a presidente Dilma Rousseff (PT) visitou União da Vitória, na região Sul do Paraná, e prometeu liberar recursos e outras medidas para as 12 mil pessoas atingidas pela fortes chuvas. Mais de 40% da área da cidade de 53 mil moradores ficou alagada pela cheia do rio Iguaçu. Passados oito meses, nada foi feito. Nenhum centavo foi repassado ao prefeito Pedro Ivo Ilkv, que é do PT.

Nesta quarta-feira, 4, vestidos de verde e amarelo, moradores da cidade participaram da passeata que lotou as ruas na divisa com Porto União (SC). Mais de três mil pessoas, segundo a associação comercial, uma das organizadoras do protesto, gritaram “fora Dilma”. Por cerca de uma hora, a manifestação paralisou a cidade e fechou o comércio. A proposta é fortalecer o movimento nacional “Impeachment de Dilma” marcado para o dia 15 de março em 80 cidades brasileiras, das quais, nove no Paraná: Curitiba, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Guarapuava, Paranaguá, Cascavel e Paranavaí.

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Um dia após as prisões de diversos executivos de empreiteiras suspeitas de participar do maior esquema de corrupção do Brasil, milhares de pessoas ocuparam as ruas de ao menos seis capitais para se manifestar contra o Governo federal e para pedir o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Os protestos já tinham sido marcados antes da operação desta sexta-feira que prendeu 23 suspeitos, entre eles um ex-diretor da Petrobras, mas ganhou fôlego após a ação da Polícia Federal.

“Queria saudar e parabenizar o juiz Fernando Moro, da Operação Lava Jato. O senhor está fazendo um excelente trabalho ao limpar o nosso Brasil dessa corja”, disse no carro de som um dos organizadores do movimento em São Paulo, onde cerca de 10.000 pessoas protestaram por quase três horas. O número é mais que o triplo do que os que protestaram no início de novembro.