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Paulo Roberto Costa ficou frente a frente com o doleiro Alberto Youssef por 10 horas, na Polícia Federal, em Curitiba, para tratar de pontos conflitantes de delações.

Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso – Estadão:

O ex-­diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sustentou em acareação com Alberto Youssef nesta segunda-­feira, 22, em Curitiba, que o ex-­ministro de Comunicação Paulo Bernardo solicitou R$ 1 milhão para o esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Peças centrais nas investigações da Operação Lava Jato, os dois ficaram frente a frente por cerca de 10 horas para confrontar versões conflitantes de suas delações premiadas, em relação ao envolvimento de políticos.

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O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), marcou para o dia 30 de junho a primeira acareação da comissão, entre Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, e o doleiro Alberto Youssef. Os dois foram presos na Operação Lava Jato por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Costa e Youssef firmaram acordo de delação premiada na Justiça.

No dia 7 de julho, o ex-gerente Pedro Barusco deverá fazer acareação com Renato Duque, ex-diretor da Petrobras. Barusco e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto se encontram no dia 14, conforme cronograma definido nesta quarta-feira (17). A fase de acareações é aguardada pela CPI porque acusados ficarão frente a frente e será possível comparar as versões contadas por cada um deles. As acareações foram aprovadas na quinta-feira, dia 11.

paulo roberto costa1 Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras cumpre prisão domiciliar no RJ. Ele foi preso durante a operação, que investiga fraude em contratos.

do G1:

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, está sendo ouvido pelo juiz federal Sérgio Moro, desde as 9h desta terça-feira (28). Ele cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro e chegou à capital paranaense na noite de segunda-feira (27).

Segundo a Polícia Federal (PF) do Paraná, Costa, provavelmente, passou a noite em um hotel da cidade. O esquema de segurança para o depoimento foi todo organizado pela Polícia Federal do Rio. Depois da oitiva, Costa deve voltar para o Rio de Janeiro, onde continuará a cumprir a prisão domiciliar.

Foto: André Coelho – O Globo gleisi - andre coelho - o globo

Senadora, no entanto, admitiu ter pedido contribuições a grandes empreiteiras investigadas na Lava-Jato.

de Jailton Carvalho, O Globo:

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) reconheceu em depoimento à Polícia Federal que pediu contribuições a pelo menos cinco das grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas negou ter recebido dinheiro do doleiro Alberto Youssef ou do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O ex-ministro Paulo Bernardo também negou que tenha intermediado pedido de dinheiro a Paulo Roberto ou a Youssef para a campanha da mulher ao Senado em 2010.

Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, foi condenado a 7 anos e seis meses de prisão. Ele cumprirá a pena em prisão domiciliar.

de Kelli Kadanus, Gazeta do Povo:

A ação penal resultante da Operação Lava Jato que tratava de irregularidades nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, terminou com oito réus condenados. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo caso, condenou o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, a 18 anos e oito meses de prisão. Já o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, foi condenado a sete anos e seis meses.

Por causa do acordo de delação premiada, Youssef vai cumprir apenas três anos da pena em regime fechado e, em seguida, segue para o regime semiaberto. Paulo Roberto Costa cumprirá prisão domiciliar até o dia 1º de outubro de 2015 e, em seguida, cumprirá o regime semiaberto por mais um ano. O restante da pena será cumprida pelo ex-diretor em regime aberto.

Em vídeo gravado pela PGR em fevereiro com autorização do STF, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que o o sistema de doações eleitorais registradas na Justiça Eleitoral é uma falsidade. “Esse negócio de doação oficial… A maior balela que tem nesse Brasil é a doação oficial, né. Agora há pouco saiu na imprensa várias vezes que o dono da UTC fez uma doação oficial de não sei quantos milhões para o PT. Pô, com dinheiro daqui [da Petrobras]. Não tem doação oficial, isso é balela”, disse Costa.

Segundo o ex-diretor, as doações na realidade são “empréstimos”. “Eu já falei isso lá para os procuradores [do Paraná] e vou falar aqui para vocês. Esse negócio de contribuição oficial não existe, tá? Isso não existe. Nenhuma empresa vai doar [R$] 2 milhões, 3, 4, 5 milhões porque gosta de Fulano de Tal. Na realidade todas as doações, seja oficial ou não oficial, não são doações, são empréstimos. A empresa está emprestando pro cara e depois vai cobrar dele”, disse Costa.

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de Josias de Souza:

O PT protocolou duas interpelações judiciais contra o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que acusou a legenda, em delação premida, de receber propinas na Petrobras. Coisa de até US$ 200 milhões, dos quais US$ 50 milhões repassados diretamente ao tesoureiro petista João Vaccari Neto. Uma das petições foi ajuizada na Justiça Cívil. Outra, na Justiça Criminal. Ambas no Rio de Janeiro.

As ações haviam sido anunciadas pelo presidente do PT, Rui Falcão, há 12 dias. Curiosamente, o PT se absteve de encomendar aos seus advogados ações judiciais contra outros delatores que acusaram a legenda de receber propinas provenientes de contratos na Petrobras. Entre eles o ex-diretor Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef.

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de Alexandre Rodrigues, O Globo:

Um cheque de R$ 500 milhões virou motivo de discórdia entre o Bradesco e Arianna Costa Bachmann, filha do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na segunda-feira, o banco recorreu à Justiça para obter um mandado de busca e apreensão contra Arianna e, assim, receber de volta o cheque errado que havia emitido em nome dela há mais de um mês. Costa foi preso na Operação Lava-Jato e deverá entregar todo seu patrimônio à Justiça.