Tag

PDT

Browsing

picler - e fruet

Após mais de 20 anos de dedicação ao PDT, o Empresário e ex-Deputado Federal Wilson Picler deixou o PDT. Seu assessor em Brasília , José de Oliveira Guedes, protocolou o pedido de desfiliação por volta do meio dia de ontem (25), logo após Picler ter ligado para alguns esclarecimentos finais ao Senador Cristovam Buarque, que obviamente ficou insatisfeito e sentiu a perda de companheiro de partido, mas nada que abalasse a estreita relação de amizade e admiração entre os dois.

O movimento que pede a retirada do ex-deputado Neivo Beraldin (PDT) da Delegacia Regional do Trabalho do Paraná ganhou um novo capítulo. Em anúncio na Folha de S. Paulo e Gazeta do Povo, o Sindicato Nacional de Auditores Fiscais do Trabalho pediu na sexta-feira o afastamento de Beraldin do cargo.

Acusações de terror, perseguição na superintendência e até embargos à fiscalização estão entre os motivos para a bronca dos auditores com Beraldin.

fruet e gleisi

Na reportagem de Estelita Hass Carazzai, na Folha de S. Paulo de sábado (11), em autocrítica para explicar a pífia votação de sua candidata, Gleisi Hoffmann (PT) no Paraná, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), saiu-se com essa. “Uma parcela expressiva do eleitorado rejeita o PT”, disse Fruet que fez campanha ao lado da petista. “É um ciclo, uma soma de fatos que vão se acumulando. E a Gleisi paga esta conta, de alguma maneira”, afirmou.

fruet-nautico

De Rogério Galindo, Caixa Zero, Gazeta do Povo:

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, deveria ser um dos grandes trunfos da senadora Gleisi Hoffmann para a campanha eleitoral de 2014. Em parte, claro, foi por isso que a petista apoiou o candidato em 2012, mesmo quando ele parecia ter poucas chances de vitória.

Fruet comanda uma cidade de quase 1,8 milhão de habitantes e com cerca de 1,1 milhão de votos. Mais da metade votou nele para prefeito. Sua presença na campanha seria até um modo de driblar o revés que o PDT causou a Gleisi no interior, com vários prefeitos (Cascavel, Pato Branco, Umuarama) abandonando a candidata e se bandeando para Beto Richa.

andré bueno
Notas Políticas, Gazeta do Povo:

O deputado André Bueno (PDT) entrou na Justiça pedindo para gravar seu programa eleitoral sozinho, sem nenhuma menção à senadora Gleisi Hoffmann (PT) e à presidente Dilma Rousseff (PT). O PDT integra a chapa petista, mas prefeitos e deputados estaduais do partido são contrários à aliança. “Enfiaram essa coligação goela abaixo no Paraná”, diz Bueno, que, em seu mandato, teve relação estreita com o governador Beto Richa. Segundo o deputado, que representa a região de Cascavel, ele tentou dialogar com o partido, mas não foi atendido. “Disseram que eu só gravaria com o fundo da Gleisi e da Dilma. Por isso não gravei.” O pai de André, o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno (PDT), tem uma disputa com o PT desde a eleição de 2012, que disputou contra o petista Professor Lemos. Nos últimos dois anos, Lemos vem disputando na Justiça o cargo de prefeito.

prefeitos pdt

Hoje, entre os prefeitos e deputados no almoço com Beto Richa (PSDB) no restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, em Curitiba, a presença de três prefeitos expoentes do PDT: Edgar Bueno (Cascavel), Augustinho Zucchi (Pato Branco) e Eduardo Dalmora (Matinhos), e o deputado estadual Fernando Scanavacca (PDT).

Os quatro fizeram questão de posar para fotos ao lado de Beto Richa.


Seis meses depois de deixar o governo, o ex-ministro Brizola Neto decidiu romper o silêncio e criticou duramente o controle do Ministério do Trabalho pelo grupo do presidente do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi. Brizola chama de “quadrilha” o grupo de Lupi. “Essa quadrilha tomou de assalto o PDT, depois o Ministério do Trabalho. Saiu por corrupção e depois voltou”, disse Brizola. As informações são d’O Globo.

Para o ex-ministro, é inacreditável que o mesmo grupo que deixou o governo em meio a denúncias de corrupção tenha retornado a ocupar postos-chaves no ministério. Em duas das mais recentes operações da Polícia Federal, Pronto Emprego e Esopo, quatro integrantes da cúpula do ministério foram presos, e o secretário-executivo Paulo Pinto teve que deixar o cargo.

Quando assumiu o ministério na vaga de Lupi, Brizola afastou vários servidores do alto escalão, entre eles Paulo Pinto e o ex-assessor especial Anderson Brito Pereira, um dos presos na Operação Esopo.”Saí do ministério por estar fazendo a coisa certa”, afirma o ex-ministro.Brizola está tão irritado com as concessões da presidente Dilma Rousseff ao grupo de Lupi.”Não vou me calar. Para mim é muito difícil. O que está acontecendo é muito grave. Querem destruir o PDT”, disse.