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d’O Globo:

O Vaticano vai realizar pela primeira vez o julgamento de um religioso acusado de pedofilia. O tribunal vai se reunir no dia 11 de julho para avaliar o caso de Jozef Wesolowski, ex-embaixador da Cúria Romana na República Dominicana.

Wesolowski está sendo formalmente acusado de manter relações sexuais com menores e posse de material de pornografia infantil. De acordo com o Vaticano, os abusos teriam acontecido tanto em Roma quanto em Santo Domingo, capital da República Dominicana, entre 2008 e 2014.

“No primeiro caso se trata da posse de material pedófilo, um delito que o Papa Francisco introduziu na legislação do Vaticano em 2013. O segundo caso diz respeito ao abuso sexual de menores, baseado em uma acusação interposta para as autoridades judiciais de Santo Domingo”, comunicou o Vaticano.

A Santa Sé informou ainda que poderá analisar os computadores utilizados pelo religioso em busca de provas e “eventuais formas de cooperação internacional”. Além do anúncio sobre o julgamento de Wesolowski, o Vaticano também revelou que aceitou a renúncia de dois bispos americanos acusados de proteger padres pedófilos.

Da Banda B:

Um programador de sistemas de 35 anos foi preso nesta quarta-feira (31) no bairro Santa Quitéria, em Curitiba, acusado por pedofilia. De acordo com a polícia, entre as vítimas estavam crianças moradoras de rua, que ele fingia acolher para cometer os abusos. Márcio Gabb já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime em Brasília.

Marcos Colli é ex-presidente do Partido Verde (PV) em Londrina.

Do G1 PR, com informações da RPC TV Londrina:

O advogado Mateus Vergara, que defende o ex-assessor da Câmara Municipal de Londrina, Marcos Colli, apresentou defesa prévia ao Ministério Público (MP), alegando insanidade mental de seu cliente. Segundo o advogado, Colli, acusado de pedofilia e abuso de menores, não tem capacidade de avaliar a gravidade dos atos supostamente praticados. O advogado acusa ainda os pais das supostas vítimas de as exporem ao que chama de “prostituição infantil”. A defesa prévia foi apresentada na segunda-feira (29).

Marcos Colli é ex-presidente do Partido Verde (PV) em Londrina, no norte do Paraná, e trabalhava como assessor da presidência da Câmara de Vereadores do município, cargo do qual foi exonerado logo depois das primeiras denúncias. Segundo o Ministério Público (MP), ele teria cometido abuso sexual, fotografado e filmado crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito e pornográficas.

O presidente do Partido Verde em Londrina, Marcos Colli, foi transferido da unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina para uma sala especial no quartel do Corpo de Bombeiros. Marcos Colli tem direito a cela especial por ser formado em Direito. Colli foi preso na tarde desta segunda-feira sob acusações de abuso de menores e pedofilia.

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De Guilherme Batista, Bonde:

A promotora da 6.ª Vara Criminal de Londrina, Suzana de Lacerda, concedeu nova entrevista coletiva na noite desta terça-feira (21) para falar sobre a prisão do advogado Marcos Colli. Acusado de estupro de vulnerável, ele foi detido no início da noite de segunda (20) após a Justiça acatar pedido do Ministério Público (MP).

O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu a prisão de Colli e mandados de busca e apreensão em diversos locais. Foram apreendidos computadores, brinquedos e roupas infantis. “O que eu posso falar é que encontramos a ponta do iceberg”, disse a promotora nesta noite sem revelar detalhes. O caso está sob segredo de Justiça por envolver vítimas menores de idade.

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Do G1 PR:

O presidente do Partido Verde (PV) em Londrina, no norte do Paraná, Marcos Colli, foi preso na tarde de segunda-feira (20) suspeito de abuso sexual de menores e pedofilia. A prisão foi efetuada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) quando o político saía de uma agência bancária na Prefeitura Municipal.

De acordo com os policiais, Marcos já era investigado há meses e teve a prisão decretada após novas denúncias e também buscas feitas na casa e nos computadores dele.

O Partido Verde enviou nota oficial sobre a prisão de Marcos Colli, dirigente do partido em Londrina. É o que segue:

NOTA OFICIAL

A direção estadual do Partido Verde no Paraná vem a público informar que o dirigente do partido em Londrina, Marcos Colli, está sendo afastado de suas funções até que sejam totalmente esclarecidas as circunstâncias da sua prisão, realizada na tarde desta segunda-feira (20).

Na condição de suspeito, o senhor Colli tem direito a um julgamento justo, portanto não cabe ao partido condená-lo antecipadamente. Porém, em face das acusações pendentes, entendemos que suas funções tornam-se incompatíveis com o exercício da atividade partidária neste momento. Na sua ausência responderá o vereador Mário Takahashi.